Avelã

A avelã é o fruto da aveleira, é pequena, redonda, com casca cor de canela e miolo branco-amarelado, de sabor doce e rica em óleo. O fruto consome-se em cru, tostado e como ingrediente na elaboração de diversos produtos, sendo os mais frequentes os chocolates, amêndoas e torrões.

A avelã é um fruto seco, popularmente conhecido e apreciado em todos os países e muito consumido, dadas as suas múltiplas aplicações. Além do seu consumo em fresco, tostada, frita e salgada, como aperitivo ou em saladas, molhos, etc., a avelã é utilizada na elaboração de diversos produtos; assim, por exemplo, associada ao cacau aparece nos chocolates e em cremes, com amêndoa entra no fabrico de torrões, tortas, gelados, licor, obtendo-se ainda um óleo branco, de sabor agradável e muito apreciado.

o fruto

A avelã seca é muito nutritiva e o seu consumo fornece cerca de 670kcal por 100g.

O fruto da aveleira é pequeno, normalmente de uns 2cm de diâmetro, ovóide ou oblongo e por vezes redondo, com uma pontinha na extremidade (ápice). Tem um pericarpo lenhoso, duro e delgado, de cor canela e no seu interior está a semente comestível, uma amêndoa redonda, carnosa e branca –amarelada, muito oleosa, de sabor doce, agradável que é envolvida por uma fina capa de cor pardo-castanho que se desprende facilmente.

Existem diversas variedades que se podem reunir em três grupos diferentes, de acordo com o tamanho e a forma do fruto e a dureza da casca.

O fruto amadurece entre Agosto e Setembro em Espanha e Portugal e é em Dezembro, na época natalícia, que tem maior procura. Comercializa-se com ou sem casca, pelada ou por pelar. Nos pontos de venda também se pode encontrar avelãs inteiras, partidas ou moídas, ao natural, tostadas e salgadas.

A avelã contém pouco água e para uma boa conservação deve colocar-se em recipientes hermeticamente fechados, em lugares frescos e secos, pois assim evita-se o seu humedecimento. Os melhores resultados obtêm-se quando se conserva em atmosferas com baixo teor de oxigénio, para não ficar rançosa. Conserva-se melhor e por mais tempo se estiver com casca, se estiver pelada pode-se conservar durante 3-4 meses no frio, ou um ano se for congelada.

Em Reus, a zona mais tradicional do cultivo da avelã em Espanha, apesar da importância do seu cultivo ter diminuído, ainda se mantém a tradição de reunir a família nos dias de Inverno para pelar avelãs e as comer.

Tipos e variedades de Avelã

Em Espanha existe a avelã com Denominação de Origem, ‘Avelã de Reus’ que inclui variedades como Negret, Pauetet, Gironell, Morell e Culplá. Existem três grupos pertencentes a diferentes subespécies, segundo a forma, volume e dureza da casca.

Na América do Norte são conhecidas três espécies nativas, que são a Corylus americana, C. cornuta e C. californica. Conhecem-se diferentes variedades de avelãs, sendo a avelã Filbert a mais cultivada nos Estados Unidos; a avelã Constantinopla é o fruto obtido da aveleira turca, originária do sudeste da Europa e Ásia Menor. Em Espanha é muito conhecida a avelã com Denominação de Origem, ‘Avelã de Reus’, que provém de várias comarcas catalãs da zona de Reus. Esta denominação inclui as variedades tradicionais como a Negret, Pauetet, Gironell, Morell e Culplá.

Corylus avellana - aveleira

A principal variedade em Espanha é a Negret, embora ultimamente estejam a aumentar as plantações de ‘Pauetet’ e da italiana ‘Tonda di Giffoni’. Em algumas zonas do Norte de Espanha, como Navarra, também se está a plantar a variedade americana Ennis. Nas Astúrias as variedades mais importantes são a Amandi, Casina, Grande, Espinaredo e Quirós, em Castela é a Segorbe, e no País Basco é a Comum de Alava.

Em Portugal as variedades principais são a Comum, Grada de Viseu, Molar, Fertile de Coutard, Negreta, Dawton, Gross d’Espanha, Butler e Tonda de Giffoni.

As variedades podem-se reunir em três grupos, pertencentes às três subespécies seguintes:

- Corylus avellana racemosa Lam.: Avelãs agrupadas em rácimos, redondas e muito volumosas, muitas vezes estriadas. ‘Santa María de Jesús’, ‘San Juan’, ‘San Nicolás’, e ‘San Cono’.

- Corylus avellana glandulosa Lin.: Avelã em forma de bolota, de tamanho variável, de forma cónica na base e ápice acuminado. A casca não é muito dura. ‘Ghiannusa’, ‘Cannellina’, ‘Minnulara’, ‘Panuttara’, Baccilara’, ‘Muddisi’, ‘Piattiddara’, aveleira comum, aveleira ordinária, aveleira de Espanha, etc.

- Corylus avellana máxima Lam.: Fruto globoso ou redondo, grosso ou médio, de casca dura. Vulgarmente conhecida por aveleira napolitana. ‘Badara ubertosa’, ‘Cerro’, ‘Pigra’, ‘Privitera’, ‘Balzanotto’, ‘San Giorgio’, ‘Reganati’, ‘Rizo’, ‘San Elmo’, aveleira de Inglaterra, aveleira estriada, etc.

Descrição de algumas variedades de avelãs:

‘Negret’
Frutos pequenos, em grupos de 3 ou 4, com a casca dura. Árvore pouco vigorosa, com facilidade para rebentar pela raiz. Produtividade elevada, frutificação precoce. É uma variedade antiga de origem espanhola e protegida pela Denominação de Origem ‘Avelã de Reus’.

‘Fértil de Coutard’
Frutos grandes, em grupos de 2 a 3, com a casca grossa. Árvore vigorosa, fácil de formar em arbusto e em eixo. Forte tendência para rebentar pela raiz. Produtividade muito boa, frutificação rápida e maturação muito tardia, em finais de Setembro. É uma antiga variedade francesa.

‘Ennis’
Fruto de tamanho muito grande, muitas vezes isolado, com a casca medianamente grossa. Árvore de vigor médio a débil e com tendência a rebentar, ou seja, a dar rebentos ou caules a partir da raiz. Produtividade boa ou muito boa, frutificação rápida e maturação tardia, em finais de Setembro. Originária dos Estados Unidos da América.

‘Tonda di Giffoni’
Fruto bastante grande com a casca grossa. Árvore vigorosa que rebenta pela raiz. Produtividade bastante elevada, frutificação precoce e maturação muito tardia. É uma variedade muito antiga de origem italiana.

Planta – Árvore da Avelã
A aveleira é uma árvore que pode alcançar 5m de altura e tem um aspecto sarçoso. As folhas são caducas, alternas, grandes, peludas na página superior e têm a bordadura serrilhada. A aveleira produz avelãs, pertence à espécie Corylus avellana, da família Betuláceas ou Cupulíferas e tem uma altura entre os 2m e 5m.

Arvore

A aveleira tem uma estrutura baixa e um aspecto sarçoso por causa da sua tendência para produzir muitos ramos na base. A casca é lisa, castanho-avermelhada, com pontos claros e lasca em lâminas delgadas. Os ramos jovens são erectos e estão cobertos de pêlos avermelhados.

O sistema radicular é pouco profundo e muito ramificado, com tendência a emitir rebentos.

As folhas, caducas, são grandes, alternas, com um pecíolo curto, com a superfície lisa e nervuras rugosas na página inferior, peludas na página superior, são em forma de coração na base e pontiagudas no ápice e têm a bordadura serrilhada.

As flores masculinas, ou seja, as que não possuem gineceu, coexistem na mesma planta com as flores femininas, que carecem de androceu. As flores masculinas estão agrupadas em amentilhos, enquanto que as femininas se reúnem na axila das brácteas escamosas que as envolvem, aparecendo apenas os estiletes avermelhados.

Origem da avelã e produção

A avelã teve origem na Ásia e muitas das variedades cultivadas actualmente tiveram a sua origem no século XIX. Em todo o mundo produzem-se 700.000t e a Espanha ocupa o terceiro terceiro lugar, sendo a Catalunha a principal zona de cultivo. A aveleira é originária da Ásia Menor e está mencionada em manuscritos chineses com mais de cinco mil anos. Os gregos e os romanos difundiram-na por toda a Europa, onde foi utilizada ao longo dos séculos até à actualidade. Muitas das variedades cultivadas actualmente obtiveram-se no século XIX, século que desenvolveu um grande interesse pela hibridação e selecção de espécies.

"cuidado com as calorias"

A produção mundial estimada dos últimos anos é de cerca de 650.000-700.000t e os principais países produtores são a Turquia, Itália, Espanha e Estados Unidos.

  
País
 
  Toneladas 
  Turquia    550.000 
  Itália    100.000 
  Espanha    16.500 
  EUA    18.150 
  Outros*    30.000 
  Total    714.650 

Fonte: INC Source. The Craker, Setembro 2000

*Georgia, Grécia, França, etc.

Em Portugal, no ano de 1998, produziram-se 1309 t de avelã. As principais regiões produtoras são a Beira Litoral, Trás-os-Montes e Beira Interior.

Em Espanha, as áreas de cultivo com maior importância são a Catalunha, Comunidade Valenciana e o País Basco.

  
Área
 
  Hectares    Toneladas 
  Catalunha    27.365    18.100 
  Comunidade Valenciana    1.348    900 
  País Basco    162    520 
  Astúrias    -    240 
  Aragão    7.300    35 
  Outras    52    205 
  Total    36.227    20.000 

Fonte: La Horticultura Española (2001)

Tradicionalmente Espanha é um país exportador de avelãs, no entanto nos últimos anos tem importado sobretudo da Turquia, devido à irregularidade das colheitas. A Espanha tem como principais destinos de exportação a França, Áustria, Alemanha, Suíça, Checoslováquia e Dinamarca.

Os principais fornecedores, de Portugal, de avelã sem casca são a Espanha e a Turquia e de avelã com casca é a Itália.

O primeiro país importador de avelã sem casca é a China. Os principais países importadores encontram-se no quadro em baixo:

  
País
 
  Toneladas 
  China    71.998 
  Itália    19.298 
  França    16.678 
  Suíça    12.260 
  Bélgica-Luxemburgo    10.623 
  EUA    5.643 
  Áustria    4.365 
  Espanha    3.989 
  Países Baixos    3.254 
  Reino Unido    2.612 

Fonte: FAO Trade (1999)

O principal país exportador de avelãs sem casca é a Turquia, conforme se pode observar no quadro seguinte:

  
País
 
  Toneladas 
  Turquia    120.629 
  Itália    18.331 
  Azerbeijão    5.400 
  Espanha    4.422 
  Alemanha    4.059 
  França    851 
  Bélgica Luxemburgo    581 
  Áustria    312 
  Grécia    156 
  Lituânia    85 

Fonte: FAO Trade (1999).

Mês de colheita da avelã – Disponibilidade nos mercados
A avelã começa a aparecer nos mercados no Outono. As avelãs colhem-se no final do Verão ou princípio do Outono, sendo a colheita em Portugal e Espanha nos meses de Setembro e Outubro. Assim, a avelã fresca aparece no mercado durante o Outono.

Embalagem
Recomenda-se a embalagem em vácuo para proteger o produto da humidade. Por causa da fácil alteração das avelãs recomendam-se embalagens que protejam o produto da humidade e que excluam o oxigénio (embalagem em vácuo ou com fluxos de azoto), mantendo assim a qualidade.

Regulamentos
A norma DDF-04, CEPE/ONU referente ao comércio e ao controlo da qualidade comercial das avelãs estabelece três categorias, as tolerâncias admitidas quanto ao tamanho e à qualidade, etc.

Existe a norma DDF-04, CEPE/ONU referente ao comércio e ao controlo da qualidade comercial do miolo de avelã. As normas CEPE/ONU são normas de referência, mas não são obrigatórias. 

A norma aplica-se às avelãs das variedades cultivadas de Corylus avellana e C. maxima, assim como aos seus híbridos. As avelãs devem ser comercializadas sãs, secas (teor em humidade não deve ser superior a 6%), limpas e sem materiais estranhos visíveis, suficientemente desenvolvidas, sem ranço, sem danos causados por insectos, livres de sabores e cheiros estranhos, etc. Em suma, devem estar aptas para o consumo. O transporte e a manipulação devem ser adequadas para permitir que as avelãs cheguem ao seu destino em condições satisfatórias.

As avelãs classificam-se em três categorias:

- Categoria Extra: Devem ser de qualidade superior e pertencer à mesma variedade, tendo as mesmas características comerciais. Devem estar praticamente sem defeitos.

- Categoria I: Devem ser de boa qualidade e pertencer à mesma variedade, com as mesmas características comerciais. São permitidos alguns defeitos de forma e cor, sempre que não afectem a aparência geral do produto, a qualidade e a apresentação.

- Categoria II: Incluem-se nesta categoria as avelãs que não podem pertencer às categorias anteriores, mas que cumprem os requisitos mínimos.

Quanto ao calibre, o tamanho mínimo é de 9mm (diâmetro da secção equatorial, pela metade) para as categorias Extra e I, excepto para as avelãs de outro tipo (p.ex: piccolo) cujo diâmetro pode variar de 6 a 9mm.

Estabeleceram-se tolerâncias respeitantes à qualidade e ao tamanho, para o produto que não cumpre os requisitos da categoria que se indica em cada embalagem. Assim, para as categorias Extra e I, pode haver um máximo de 10% de avelãs de diferente variedade, tipo comercial ou forma. Isto também se aplica à categoria II, quando a variedade ou tipo comercial se indica na qualificação.

A apresentação tem de ser uniforme quanto ao conteúdo da embalagem (origem, qualidade e tipo comercial ou variedade). Esta deve estar limpa, ser nova e ter uma qualidade tal que não permita que ocorram danos no produto. Nas embalagens deve vir a identificação, natureza do produto, categoria, origem, tamanho e peso.

O anexo I da norma inclui os métodos para determinar o teor em humidade das avelãs. No anexo II definem-se alguns termos e os defeitos das avelãs.

As avelãs salgadas não se encontram em embalagem sob vácuo e os produtos elaborados, como chocolates, torrões, licor, etc., têm uma embalagem adequada a cada caso.

Criterios de qualidade

Gestão atmosferica pós colheita
Recomenda-se a embalagem em vácuo para proteger o produto da humidade. Por causa da fácil alteração das avelãs recomendam-se embalagens que protejam o produto da humidade e que excluam o oxigénio (embalagem em vácuo ou com fluxos de azoto), mantendo assim a qualidade.

As avelãs salgadas não se encontram em embalagem sob vácuo e os produtos elaborados, como chocolates, torrões, licor, etc., têm uma embalagem adequada a cada caso.

Problemas pós colheita
O problema principal é o ataque de insectos durante o armazenamento.

Existem vários insectos que podem danificar os frutos secos armazenados. Para minimizar os ataques de insectos deve haver uma boa higiene. Também se pode fumigar com produtos químicos autorizados, embora esta prática se faça cada vez menos devido ao risco de contaminação por resíduos. Outros métodos de controlo dos insectos incluem a radiação, tratamentos de calor e a utilização de atmosferas controladas..

Efeitos saudaveis

Beneficios para a saude
As avelãs são ricas em gordura não saturada, proteínas, hidratos de carbono, vitamina E, ácido fólico, ácido pantoténico e biotina. A vitamina E é um antioxidante e elimina os radicais livres do corpo, ajudando, deste modo, a proteger contra alguns tipos de cancro. Também ajuda na produção de glóbulos vermelhos, de músculos e de outros tecidos corporais. O folato é importante durante a gravidez e para a saúde do recém nascido. Uma ingestão mais elevada de folato pode proteger contra as doenças cardiovasculares e o cancro, particularmente do cólon e do colo do útero. O folato participa nas funções mentais, ajudando a manter as crianças atentas. O ácido pantoténico (vitamina B5) é necessário para um metabolismo são e para a formação de substâncias reguladoras dos nervos. A biotina é essencial para o funcionamento de muitos sistemas enzimáticos do nosso organismo. Os frutos secos são ricos em gorduras, embora a maioria dos ácidos gordos sejam não saturados, formando parte, deste modo, de uma dieta saudável. Um consumo de pelo menos 150 g de avelãs tem um efeito protector contra os ataques cardíacos.

"A avelã é o fruto seco de eleição para os esquilos"

Tradições populares
Uma mão cheia de avelãs a meio da manhã ou da tarde é um hábito saudável, pois este gostoso fruto seco é muito rico em nutrientes. Apesar da avelã ser uma importante fonte de lípidos, estes são formados, na sua grande maioria, por ácidos gordos monoinsaturados, principalmente ácido oleico, que é benéfico para a hipertensão arterial, patologias cardiovasculares e elevados níveis de colesterol no sangue. É também um bom reconstituinte, eficaz em casos de tuberculose e hepatite. É benéfico para a circulação sanguínea, especialmente em casos de varizes e hemorróidas. Além disto ajuda a prevenir a pedra no rim. Por tratar-se de um alimento muito energético, não se aconselha o seu consumo a pessoas com problemas de obesidade. Pelo contrário constitui um complemento ideal na dieta daqueles que têm uma actividade física intensa.

Avelã combate lipoproteína de baixa densidade (Low Density Lipoprotein ou LDL), o mau colesterol.

Se há um alimento rico em gorduras monoinsaturadas, esse alimento é a avelã. Só para fazer uma comparação, ela possui o dobro desse ácido graxo em relação à castanha de caju. Mas o que a avelã traz de bom? Uma baita proteção contra a lipoproteína de baixa densidade (LDL), o mau colesterol.

Além disso, a oleaginosa está lotada de cálcio. Quatro unidades por dia abastecem o corpo com a quantidade recomendada do mineral, um dos mais importantes para a saúde dos ossos e dos dentes. Por falar em minerais, ela ainda tem uma pitada de magnésio e está cheia de ácido fólico, uma vitamina do complexo B que protege o coração. Para completar, a avelã tem ainda anti-inflamatórios potentes.

Porção ideal

4 unidades por dia. Mesmo desacompanhada, a avelã é muito calórica. Se quiser manter o peso, não ultrapasse a recomendação.

Em: Beneficios Para a Saúde | 8 comentários

8 Comentários no Fórum

  1. Olá !!!

    Tenho um pomar doméstico variado e tenho duas avelâs com 3 anos e não dão flor e consequentemente não há fruto .
    Porquê ????
    Será que a avelã começa a dar flor só a partir do quarto ano ?
    Será que não é auto fértil ?
    Se alguém me puder ajudar , agradeço
    jc

  2. Aos respectivos, gostaria que me pudessem informar das vossas fontes relativas à secção “benefícios para a saúde”, uma vez que não é feita qualquer referência. Ficaria grato saber, igualmente, se quando refere que “um consumo de pelo menos 150 g de avelãs tem um efeito protector contra os ataques cardíacos” está a querer indicar um valor diário, ou semanal, ou outro. E quatro unidades por dia correspondem a quatro sementes por dia?
    Não obstante, gostei de e agradeço esta publicação.

  3. Excelente artigo, gosto de avelã e como 3 unidades diárias. Vou repassar aos meus amigos

  4. Não consegui achar no site que está magnifico, qual é a melhor forma de retirar
    a pelicula que envolve as avelãs . Minha senhora faz doces e bolos e sempre com receitas ineditas
    mas ainda tem essa dificulde. OBRIGADO.

  5. Adoro avelãs, mas não sei onde posso adquirir o óleo, comestível, de avelãs. Os senhores, por

    gentileza, poderiam indicar-me o site onde posso comprar?

    Mª Helena Vidal

    Fortaleza – Ceará

  6. Carlos
    Na verdade existe plantações de avelã no Brasil. Eu mesmo possuo vários pés em minha chácara em Londrina-Pr. Você pode adquirir mudas na CONFAL em Curitiba-Pr com o Sr. Muller.
    At.
    Claudio Aires

  7. Srs.
    Ao contrário da comentarista Sandra dos Reis, logo acima, que diz: “O que eu precisava saber sobre avelã, encontrei aqui e muito mais”. Eu não. Precisava saber como plantar avelãs, se retiro ou não a casca – afinal como faço. Essa resposta não encontrei. No Brasil não há plantações dessa fruta que eu tenha conhecimento, mas gostaria de tentar plantar alguns pés em minha chácara. Não sei se irá produzir, mas gostaria de tentar e solicito a ajuda dos Srs., em como plantar, pelo que, antecipadamente muito agradeço.
    Carlos José Guimarães Parisotto

  8. Muito Bom! O que eu precisava saber sobre avelã encontrei aqui e muito mais. Obrigada!

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