Bullying

O Bullying é, genericamente, uma forma de abuso, que envolve actos repetidos por forma a criar ou sobrepor o poder de uma pessoa (ou grupo de pessoas) sob outra pessoa ou grupo, constituindo-se assim como uma instabilidade de poder. Este desequilíbrio pode ser ligado ao poder social ou ao poder físico, e os comportamentos do bullie (aquele que pratica o bullying) estão directamente ligados à sua incapacidade de sentir empatia ou de se relacionar com a vítima, que é referida como alvo. O Bullying consiste em três tipos básicos de abuso: emocional, verbal e físico. Este abuso, envolve tipicamente um conjunto de métodos subtis de coerção, como a intimidação por exemplo. O Bullying pode ser definido de várias formas, e apesar de por exemplo o Reino Unido não ter uma definição legal para a questão, alguns estados norte americanos têm leis contra.

O Bullying pode variar desde o “um para um” até uma forma mais complexa onde o bullie pode ter recrutado mais cúmplices que poderão assistir ou ajudar o bullie primário nas suas actividades de abuso. O bullying nas escolas e locais de trabalho também tem o nome de abuso de pares. O Bullying pode ocorrer em qualquer contexto no qual seres humanos interagem uns com os outros. Isto inclui escolas, igreja, família, local de trabalho, casa e bairros. É até um factor de pressão importante na migração. O abuso por bullying pode existir entre grupos sociais, classes sociais e até entre países, por meio de políticas estrangeiras agressivas. Na verdade, a uma escala internacional, desequilíbrios de poder percebidos ou reais entre diferentes países (quer em sistemas económicos, quer em sistemas de alianças) são muitas vezes citados como algumas das principais causas da Primeira e Segunda Guerras Mundiais.

Etimologia

A palavra bullie foi usada pela primeira vez na década de 1530’s, significando “querido”, podendo ser aplicado a ambos os sexos, do holandês boel de “amante” ou “irmão”, e provavelmente um diminutivo do alemão médio-alto buole, “irmão”, de origem incerta (podemos ainda comparar com o alemão buhle para “amante”). O significado deteriorou-se durante o século XVII, desde “fanfarrão” até “abusador dos fracos”. Isto pode ter surgido de uma ligação de sentido entre “amante” e “rufia”, como “protector de prostitutas”, que era uma forma de bullying. A palavra bully e o acto do bullying só foram reconhecidos em 1710.

História

Formas de violência altas como agressões ou homicídios recebem normalmente mais atenção por parte dos media, mas formas de violência de menor nível como o bullying começaram apenas há poucos anos a ser alvo de pesquisa por parte dos investigadores, e de preocupação por parte de pais, guardiões e figuras de autoridade.
Foi apenas nos últimos anos que o bullying foi reconhecido e registado como uma ofensa separada e distinta, mas há casos registados que foram bem documentados e que ocorreram noutros contextos.

Definições

O bullying é um acto de agressividade repetida para magoar intencionalmente outra pessoa física ou mentalmente. Este tipo de abuso caracteriza-se por um comportamento individual pautado pelo desejo de ganhar poder sobre outra pessoa. O investigador norueguês DanOlweus define o bullying como sendo a situação onde uma pessoa está exposta repetidamente ao longo do tempo a acções negativas por parte de outra pessoa ou grupo. Ele define acção negativa como a inflicção de lesões ou desconforto noutra pessoa, através de contacto físico, através de palavras ou de outras formas.

O comportamento de bullying pode incluir chamar nomes, abuso escrito ou verbal, exclusão de actividades, exclusão de situações sociais, abuso físico e coerção. Os bullies comportam-se desta forma, na maior parte das vezes, para passarem uma imagem popular e dura e para chamarem a atenção. Podem fazer bullying por inveja ou mesmo porque eles próprios sofrem algum tipo de bullying. O Centro de Estatísticas da Educação dos Estados Unidos da América sugere que o bullying seja classificado em duas categorias: bullying directo e bullying indirecto, que também é conhecido como “agressão social”. O bullying directo envolve uma grande quantidade de agressão física, como empurrar, atirar coisas, dar estalos, asfixiar, dar murros e pontapés, bater, dar facadas, puxar o cabelo, arranhar, morder, raspar ou dar beliscões. O bullying indirecto ou agressão social caracteriza-se por essencialmente ameaçar a vítima de separação ou isolamento social. Este isolamento é alcançado por uma grande variedade de técnicas, que inclui espalhar boatos, recusa de socialização para com o alvo, fazer bullying a outras pessoas que socializem ou desejem relacionar-se com a vítima, e criticar a maneira de a vítima se vestir ou outros “marcadores” sociais (por exemplo, raça, religião, doença). Outras formas de bullying indirecto são possíveis se o desejo for ser mais subtil, como chamar nomes, tratamento do silêncio, manipulação, falsos rumores, mentiras, olhares, risos, gozo e dizer certas coisas que poderão desencadear reacções devido a eventos passados. A instituição de caridade ActAgainstBullying foi criada em 2003 para ajudar crianças que eram vítimas deste tipo de bullying.

Características dos bullies e dos cúmplices

Vários estudos mostram que os adultos que fazem bullying têm personalidade autoritária, juntando-se a uma grande necessidade de domínio e controlo. Também se sugere que uma visão prejudicial dos subordinados pode ser um factor risco muito especial. Outros estudos demonstraram que a inveja e o ressentimento podem ser fortes razões para desenvolvimentodo bullying, e investigações sobre a auto-estima dos bullies levaram a resultados contrários. Enquanto alguns bullies são arrogantes e narcisistas, outros podem usar o abuso como ferramenta para esconder vergonha e ansiedade, ou para aumentar a sua própria auto-estima: ao rebaixar os outros, o abusador sente-se mais poderoso. Os investigadores identificaram outros factores de risco como a depressão ou distúrbios de personalidade, bem como a raiva e uso da força, vício em comportamentos agressivos, ver erradamente as acções dos outros como hostis, preocupações de preservação de imagem e praticar acções obsessivas. Uma combinação de vários destes factores também pode ser a causa do comportamento abusivo.

É muitas vezes sugerido que o bullying tem origem na infância. Conforme uma pessoa que está habituada a agir como bullie cresce, os seus comportamentos padrão também irão crescer. Partidas na escola ou problemas em casa também se podem desenvolver em actividades adultas de tentativa de manchar reputações de outros, ou até as menos óbvias coerções forçadas. Se o comportamento abusivo não for combatido em tenra idade, há perigo de se vir a tornar usual. De facto, há provas que indicam que o bullying durante a infância é passível de tornar as crianças criminosas e violentas(a nível doméstico) na sua idade adulta. Também há estudos que indicam que os bullies têm muito mais hipóteses de vir a ser presos no futuro do que uma pessoa normal.

Características dos espectadores

Muitas vezes o bullying ocorre na presença de um grande número de pessoas não envolvidas, chamadas de “espectadores”. Em vários casos, é a capacidade do bullie de criar a ilusão de que ele tem o apoio da maioria dos presentes que provoca a incapacidade e medo dos outros de falar e protestar contra o abuso observado. A não ser que a mentalidade seja efectivamente desafiada em qualquer grupo nos seus primeiros estágios, ela acaba por ser gradualmente aceite. Em grupos onde a mentalidade bullie se pode tornar um factor dominante no ambiente do grupo, uma série de injustiças e abusos tornam-se regulares. Um ambiente tão tóxico torna-se o status-quo do grupo por um longo período de tempo, até eventualmente o ciclo terminar. Os espectadores de actos bullying não são capazes de reconhecer o custo do silêncio para si próprio e para o grupo. Uma certa incapacidade de sentir empatia está usualmente presente no espectador típico, mas num nível muito mais baixo do que no bullie. A reversão de uma mentalidade bullie dentro de um grupo é normalmente um esforçoqe requer muito tempo, energia, planeamento, coordenação com os outros e correr um certo risco.

É a má-vontade geral dos espectadores de despender este tipo de energias e de estar sob este tipo de riscos que leva os bullies a manter os seus monopólios de poder. Até pelo menos um indivíduo que tenha algumas capacidades de trabalhar com outros opte por despender alguma energia necessária para reverter a mentalidade bullie do grupo, esta mentalidade estará perpetuada no grupo por meses, anos ou até décadas. Espectadores que tenham conseguido estabelecer o seu próprio grupo de amizades têm muito maiores probabilidades de se opor ao comportamento bullying do que os que não têm grupo.

Características das vítimas de bullying (crónico)

Enquanto que à superfície o bullying crónico pode parecer simplesmente ser as acções de um agressor (ou agressores) perpetrado a um alvo (ou alvos), a um nível mais profundo, para que tenha sucesso, o ciclo de bullying também deverá ser visto como incluindo necessariamente uma resposta inadequada por parte do alvo. Isto é, uma resposta que é vista tanto pelo bullie como pelo próprio alvo como insuficiente para prevenir o ciclo crónico de bullyng de se repetir entre os indivíduos. Uma resposta que poderia servir para qualquer tentativa de bullying varia com a ocasião, e pode ir desde evitar ou ignorar o bullie até virar o feitiço contra o feiticeiro. Os indivíduos capazes de reagir a tentativas de bullying de formas que podem desencorajar o bullie a tentativas futuras têm menos probabilidade de serem arrastados para o ciclo destrutivo. Esses indivíduos ou grupos que reagem a situações de stress percebendo-se como vítimas tendem a ser os melhores candidatos a tornarem-se alvos do bullying crónico.

Em algumas circunstâncias, os alvos podem ser escolhidos num processo completamente aleatório ou arbitrário, especialmente em grupos onde a mentalidade bullie já tenha tido sucesso a integrar-se como factor dominante. Nestes grupos, os mecanismos de defesa do grupo inteiro já deverão ter sido destruídos, e por isso, a busca por um alvo ou vítima não requer a procura de um tipo específico de personalidade. A reversão de um comportamento bullying tão crónico e bem estabelecido requer um plano muito mais cuidado, coordenado, determinado e de resposta multi-individual por parte do possível alvo do que num grupo onde a mentalidade abusiva ainda não está totalmente estabelecida.

Tipicamente, o ciclo de bullying deve incluir tanto o acto de agressão por parte do bullie, como um sinal de submissão por parte do alvo. O ciclo só está em “movimento” quando estes dois elementos estão claramente presentes. Quando um dos elementos se manifesta, o ciclo continua a alimentar-se de si mesmo durante o tempo, e pode durar meses, anos ou décadas. É mais fácil quebrar o ciclo no seu início, sendo contudo possível destruí-lo em qualquer ponto da sua progressão através da remoção de um dos seus ingredientes essenciais. Enquanto o envolvimento do grupo poder parecer complicar as actividades de bullying, o acto é normalmente um acordo em princípio entre o bullie chefe e o alvo. No acto do bullying, o bullie tenta criar uma imagem pública de “olhem para mim e tenham medo; tenho tanto poder que posso infligir dor no meu alvo na altura que quiser e da maneira que quiser sem ter que arcar com consequências”. Se um alvo exibir uma atitude de desistência e vencimento em resposta ao bullying crónico, o instigador continuará certamente com o abuso. Em circunstâncias onde o padrão de bullying ainda não se estabeleceu totalmente, se o alvo desejado responder com uma atitude de confiança que mostre que os actos do bullie são em vão, então o abuso diminuirá rapidamente ou acabará por completo. Padrões estabelecidos de bullying podem requerer esforço maior e mais persistente para o reverter. As instituições podem reforçar o bullying, por exemplo, ao dizer aos alvos que são responsáveis pela sua defesa pessoal, mas depois forçando-os a irem para a escola (ou local onde são abusados) sem armas.

Efeitos do Bullying nas vítimas

Os efeitos do bullyingnosalvos podem ser muito graves e até fatais. Infelizmente, ainda é uma área pouco investigada. A ligação entre o bullying e a violência na escola atraiu atenção cada vez maior desde o Massacre de Columbine em 1999. Nesse ano, dois alunos com espingardas, ambos bons alunos e vítimas de bullying durante anos, mataram 13 pessoas e feriram 24, tendo cometido suicídio de seguida. Um ano depois, uma análise feita pelos Serviços Secretos dos Estados Unidos a 37 casos de disparos em escolas descobriu que o bullying, que alguns disparadores descreverem como “tormento”, teve um papel muito importante em dois terços dos ataques. Estima-se que entre 60 e 80% das crianças sofrem bullying na escola. Uma vez que o bullying é altamente ignorado, pode ser uma importante pista no comportamento de massas e comportamento de transeuntes.

Vários psicólogos se têm questionado sobre a inactividade das pessoas perante crimes que ocorrem em locais urbanos com pessoas por perto. Muitos sugerem o bullying como uma das razões para esta diminuição em termos de sensibilidade emocional e a aceitação da violência como algo normal. Quando alguém é abusado ou vítima de bullying, não são apenas o bullie e a vítima que ficam menos sensíveis à violência, de facto, na maioria dos casos, os amigos do bullie aceitam também a violência como algo normal. Num estudo importante, 432 bons estudantes de 11 estados nos Estados Unidos da América foram estudados para o bullying. Mais de dois terços admitiram ser vítimas de bullying na escola e quase um terço admitiu ter pensamentos violentos como resultado desse abuso.

Os estudos ainda são muito limitados, mas estima-se que o bullying forme de facto uma reacção em cadeia e a vítima torna-se, eventualmente ela também, um bullie. Muitos ditadores e invasores por toda a história tentaram justificar os seus comportamentos alegando que também eles foram abusados. Apesar de não ser justificação, muitos dos piores seres humanos da história foram bullies mas também vítimas desse mal (pensa-se que o próprio Hitler tenha sido vítima de bullying quando criança). A maioria dos abusadores, vítimas e “espectadores” aceitam gradualmente o bullying e a violência como uma parte normal da sua vida. Neste sentido, o bullying afecta não apenas as vítimas, mas também os seus amigos e colegas e toda a sociedade. Mona O’Moore, doCentro de Anti-Bullying da Universidade Trinity em Dublin escreveu que “existe um corpo de pesquisa crescente que indica que os indivíduos, quer sejam crianças ou adultos, que são persistentemente objecto de comportamento abusivo estão em risco de doenças ligadas ao stress, que podem muitas vezes levar mesmo ao suicídio”. Aqueles que sofrem com o bullying podem sofrer problemas emocionais e comportamentais a longo termo. Estes abusos podem causar solidão, depressão, ansiedade, baixa auto-estima e maior susceptibilidade a doenças. A Conferência Nacional de Legislaturas do Estado referiu que “em 2002, um relatório dos Serviços Secretos Norte Americanos concluiu que o bullying tinha um papel muito significativo dos tiroteios nas escolas e que deveriam ser feitos esforços para eliminar este tipo de comportamentos abusivos.”

Suicídio

Há uma forte ligação entre o bullying e o suicídio. O bullying leva a um grande número de suicídios por ano; estima-se que entre 15 e 25 crianças cometem suicídio todos os anos no Reino Unido porque são vítimas de bullying. Alguns casos de suicídios por causa do bullying bastante famosos são: Phoebe Prince, Dawn-Marie Wesley, KellyYeomans e Hamed Nastoh.

Tipos mais comuns de Bullying

Bullying na Escola

Nas escolas, o bullying ocorre em todas as áreas. Pode acontecer em qualquer parte do edifício, apesar de se registarem mais ocorrências em educação física, nos intervalos, em corredores, casas de banho, autocarros e paragens, aulas que requerem trabalho de grupo e/ou actividades extra curriculares. O bullying escolar consiste por vezes em um grupo de estudantes que tomam vantagens sobre um estudante isolado, ganhando lealdade de outros que querem evitar ser as próximas vítimas. Estes bullies, assustam e gozam com o alvo antes de o atacarem fisicamente. Os cúmplices poderão participar ou apenas observar, ficando sempre com medo de serem os próximos. O bullying também pode ser perpetrado por professores e o sistema escolar: há um diferencial de poder no sistema que pode predispor facilmente abuso subtil ou coberto (agressão relacional ou agressão passiva), humilhação ou exclusão – mesmo quando se mantém compromissos com políticas anti-bullying.

Bullying no Local de Trabalho

De acordo com o Instituto de Bullying e Trauma no Trabalho, o bullying é repetido, tratamento prejudicial à saúde, abuso verbal ou conduto ameaçadora, humilhante, intimidante ou com o objectivo de sabotar que interfere com o trabalho, ou alguma combinação dos três. As estatísticas mostram que o bullying é três vezes mais prevalente do que a discriminação ilegal, e pelo menos 1600 vezes mais do que a violência no posto de trabalho. Os dados recolhidos mostram ainda que, enquanto apenas 1 em 10000 empregados se torna vítima de violência no posto de trabalho, 1 em 6 experienciam bullying enquanto trabalham. O Bullying é um pouco mais comum do que o abuso sexual, mas não mais do que o abuso verbal. Ao contrário da forma mais física do bullying escolar, o bullying no local de trabalho toma lugar muitas vezes dentro das regras e políticas da organização e da sociedade. Essas acções não serão então necessariamente ilegais, e até podem não ir contra o regulamento da firma; contudo, os estragos observados nos empregados alvo e na sua moral são bastante óbvios.

Bullying na Academia

O bullying na Academia é bullying no local de trabalho de professores e outros trabalhadores, especialmente de educações altas, como universidades e faculdades. Crê-se que é bastante comum, mas não recebeu tanta atenção como outras formas de bullying pelos estudos efectuados.

Bullying nas Tecnologias da Informação

A cultura do bullying é bastante comum nas tecnologias de informação, levando a elevados números de doenças, moral baixa, produtividade baixa entre outros factores negativos. Projectos guiados pelos prazos de entrega e managers stressados são as principais fontes.

Bullying na Medicina

O bullying em profissões médicas é infelizmente comum, particularmente de estudantes ou médicos em treino. Pensa-se que isto é apenas parte de consequências de hierarquias tradicionais e métodos de ensino nas profissões médicas que podem resultar num ciclo vicioso de bullying.

Bullying na Enfermagem

O bullying foi identificado como especialmente presente na profissão de enfermagem, apesar de as razões não serem as mais claras. Pensa-se que a agressão relacional (aspectos psicológicos do bullying como as bisbilhotices e as intimidações) é relevante. A agressão relacional foi estudada em raparigas mas ainda não entre mulheres adultas.

Bullying no Ensino

Os professores são muitas vezes o objecto de bullying mas em outras alturas também são os originadores do bullying no ambiente escolar.

Cyber-Bullying

O cyber-bullying inclui todos os tipos de bullying que se fazem através do uso de tecnologia. Esta forma de bullying pode passar despercebida por falta de supervisão de pais ou figuras autoritárias. Porque os bullies podem fazer-se parecer com outra pessoa, é a forma mais anónima de bullying. O Cyberbullying inclui (mas não se limita a) abuso via email, Messenger, mensagens de telemóvel, websites e redes sociais.

Bullying Gay

O bullying gay é uma expressão utilizada para designar acções físicas ou verbais por parte uma pessoa ou grupo que se posicionam directa ou indirectamente contra uma ou mais pessoas que são gays, lésbicas, bissexuais, transexuais ou de orientação sexual questionável por se enquadrarem em estereótipos homossexuais.

Bullying Militar

No ano de 2000, o Ministério da Defesa do Reino Unido explicou o bullying como sendo: “a utilização e abuso de força e autoridade para atemorizar e victimizaroutros indivíduos, ou para aplicar castigos desapropriados de forma escondida”. Alguns defendem que este comportamento deveria ser permitido por causa de um consenso que se estabelece referindo que os soldados/militares têm uma ocupação diferente de todas as outras. Soldados dos quais se espera que arrisquem a vida devem desenvolver força física e espiritual para aceitar o bullying. Todavia, em muitos locais do mundo observam-se comportamentos reprováveis por parte de militares mais velhos para com militares mais jovens, muitas vezes nos chamados ritos de iniciação.

 

Em: Outros Temas | 23 comentários

23 Comentários no Fórum

  1. Ja sofri mt isso as ja passei graças a deus so q n gosto de ver meus amigos passando pelo q ja passei entao vamos dizer NAO AL BULLYNG!!!!!!!

  2. ja sofri isso tb mas procurei soluçao e achei com ajuda de minha familia

  3. Se eles podem fazer isto com nós vamos fazer com eles bullyng também,se eles podem porque nós não ?????
    :P:P:P:P:P:P:P:P:P:P

  4. Genteeee se vcs sofreram ou ainda sofrem bullyng por causa dos outros,vamos fazer bullyng com eles também…. :)

  5. Mas temos que agradecer a deus pelo jeito que ele nos ‘fez’ >3<

  6. Quando eu falei em DEFEITOS eu quis dizer que ninguém é perfeito pois errar é humano …. Cada um tem o seu jeito,eu por exemplo tenho olhos azuis,tenho cabelo preto,tenho 1 metro e 58 de altura e peso 46 kilos eu não queria nascer assim ,mas vocês todos também queriam nascer de um jeito assim como eu também queira… Como eu sempre digo “Ninguém é Perfeito (a)” …..

  7. Eu já sofri muito com isso,era por causa que eu era a ‘nerd’ ,da sala,eu não me achava nerd pois tinha pessoas um pouco mais inteligentes do que eu. Eu não tô querendo dizer que sou burra mas sim que nao sou a mais INTELIGENTE da sala ,tenho meus defeitos e vocês devem ter os seus próprios,é muito ruim ficar todos os dias no recreio sentada sem fazer nada e sem amigos é a pior coisa do mundo que eu já vi e passei…..espero que essas pessoas que praticam e praticaram bullyng comigo e com outros,que se arrependa com tudo de mal que fez….

  8. Sorte a todos vocês para que não sofram mais bullyng…
    Boa Sorte

  9. Já sofri bullyng uma vez é horripilante mesmo quem não sofreu tem sorte ,infelizmente eu não,não tenho sorte alguma

  10. E horrível mesmo, queria ser igual a eles todos perfeitos…. Mas todos dizem,que ninguém é perfeito,só deus

  11. Eu sofri e sofro muito bullyng,por causa que eu uso óculos e uso aparelho e eu choro muito é……
    … Quase todo dia…..

  12. Vamos dizer não ao bullying!!!

  13. Eu sofri Bullying a dois anos atras, foi repentino, mais machucou demais, perdi totalmente minha auto-estima, não saio mais de casa, não vou mais a casa de parentes..enfim. Acho que o mais horrivel é conviver com isso, é saber que nada vai acontecer aos monstros que por motivo algum fizeram o ato.
    Realmente a sociedade em si, perdeu o respeito. Não existe mais respeito com o marido, esposa e até mesmo com os filhos. Não ha como explicar..a dor e desespero que sentimos, realmente é..desumano!

  14. se eu passa por isso não vou fica calada não vou sofre por besteira

  15. eu sofri muito com o bullying na minha vida e sofro ainda muito eu choro todos os dias

  16. isso e tudo verdade eu tenho um amigo que ele sofre bullying porque ele so tem amiga mulher em tao todos chamam ele de viado e eu peso para parar com isso que uma coisa muito feia de ser fazer mesmo assim cuntinuam a falar dele e muito mal mesmo a eu chego pra eles e falo queria que vc tivessem no lugar dele o que vc iam falar disso como eu posso impidir de isso acondecer de novo

  17. Quem faz o BULLYNG é totalmente sem carater uma pessoa dessa não tem consiência o quanto estar prejudicando alguem .

  18. EU POR ISSO PASSO SEMPRE QUANDO CHEGO NA ESCOLA MEUS QUERIDO AMIGOS´PRA NUM DIZER PELO CONTRARIO ME GRITAM ASSIM: Ó PESSOAL O LERDÃO CHERADO GHEGOU E COMEÇAM A RIR´KKK`MAS NÃO VEJO A MENOR GRASSA NISSO ME MALTRATAM MUITO MAS MUITO MESMO`

    esse ali sou eu.

  19. As pessoas não têm a minima ideia de como isto é horrivel mesmo, só quem já passou por isso sabe :(

  20. É verdade, o bullying é uma coisa muito chata, quem faz bullying é quem não tem o que fazer, quem não tem vergonha na cara e ainda fica se achando uma frase que eu gosto muito diz assim:

    “paz alunos e professores a hora de falar sobre o billying é agora fale vc tabem”

  21. eu ja passei por isso e é muito ruim, nimguem gosta de passar por isso.
    o BULLYING é uma forma de agressão de gestos, palavras e etc… faz de conta que você caiu dentro da possa de água na escola e se sujou todo, quando você se levanta seus amigos riram de vc e vc começa a chorar pq vc fica intimidado com as risadas e sai andando chorando com vergonha!!! isso é muito feio!!

  22. eu gostei muito, e concordo com tudo que o autor falou. O bullying está cada vez mais aumentando nas escolas e no mundo. muitas das vezes a vitima não se abre com ninguem fica guardando magoas, eu sofro muitos bullyings verbais por causa que eu sou um pouco fora do padrão das meninas, tenho um primo que me magoa muito, não me chama mais pelo meu nome só por obesa, isso me machuca muito, meu coração fica apertado com vontade de só chorar, mas eu falei para a minha mãe e ela pediu para ele parar com essas brincadeiras, ela ficou muito brava quando me viu chorando. Por isso mães prestem bem atenção nos seus filhos, nas atitudes, no que eles mudaram.

  23. é isso vamos acabar co o bullying pq ninguem merce passsar por isso bjos xau

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