Catarina Furtado

Catarina Cardoso Garcia da Fonseca Furtado, nasceu em Lisboa, a 25 de Agosto de 1972. É filha de Helena Furtado, professora e pintora e do jornalista Joaquim Furtado, um dos profissionais que se encontrava de serviço no Rádio Clube Português, quando se deu o início da revolução portuguesa, em 25 de Abril de 1974. Catarina tem uma irmã, Marta Furtado.

Catarina Furtado Antes e Depois

Durante a sua infância, viveu em Campo de Ourique. Com 9 anos de idade, a sua família mudou-se para o conhecido Bairro Alto. Até ao início da sua adolescência, foi marcadamente uma “maria rapaz”, passando os dias a jogar à bola.

Entrou aos 10 anos de idade para a Escola de Dança, do Conservatório Nacional de Lisboa. Terminou o seu curso com 18 anos de idade e concorreu a uma bolsa do Centro Nacional de Cultura, para a qual foi uma das escolhidas.

No ensaio geral da sua primeira coreografia, Catarina Furtado sofreu uma queda, da qual resultou um traumatismo lombar. Este episódio, obrigou-a a prescindir do sonho da dança.

Resolveu depois tirar um curso no CENJOR, o centro de formação para jornalistas. Após terminar o seu curso, começou a trabalhar no Correio da Manhã Rádio, a convite de Rui Pêgo. Ali ficou durante um ano, até fazer um casting para o programa Top+ da RTP.

Apesar de ter sido escolhida, Catarina Furtado achou que não tinha o talento suficiente para fazer televisão e tentou desistir do projeto, mas foi demovida dessa intenção. Ficou no canal estatal durante um ano.

A convite de Maria Elisa, mudou-se para a SIC em 1992 para apresentar o MTV Portugal na SIC. Mas o sucesso e a fama, chegariam verdadeiramente no ano seguinte.

Em 1993, Catarina foi convidada para apresentar “Chuva de Estrelas”, programa que se tornou um fenómeno de popularidade, tornando-se líder de audiências. Catarina Furtado passou a ser um dos rostos mais populares da televisão portuguesa e ganhou o epíteto de “namoradinha de Portugal”. Após duas temporadas de “Chuva de Estrelas”, apresentou “Caça ao Tesouro” e “Uma Noite de Sonho”.

Contudo, Catarina Furtado ambicionava fazer uma carreira no mundo da representação e mudou-se para Londres, para estudar na London International School of Acting e no Actor’s Studio.

Apesar de ter estado radicada em Londres durante dois anos, Catarina não abandonou por completo a televisão portuguesa. Fez pontualmente reportagens para a SIC e regressou a Portugal sempre que necessário, para apresentar algumas das galas daquela estação, como “Os Globos de Ouro“.

Voltou à apresentação em 1999, com “Pequenos e Terríveis”. Estreou-se nas telenovelas em 2001, recebendo logo um papel de protagonista em “Ganância”.

Também em 2001, Catarina Furtado foi nomeada embaixadora de Boa Vontade, do Fundo das Nações Unidas para a População. Tornou-se assim a primeira mulher portuguesa a ser declarada embaixadora da ONU.

Catarina, já reconheceu em entrevistas a grande admiração que sente por Kofi Annan, o antigo secretário-geral da ONU, que ela considera o “lutar mais ativista da paz no mundo”.

Em 2002, conduziu o seu último programa na SIC. “Catarina.com”. Voltou à RTP em 2003, para apresentar um formato semelhante àquele que a atirou para o estrelado, a “Operação Triunfo”.

No canal público, para além de consolidar definitivamente o seu estatuto de estrela televisiva, Catarina Furtado tornou-se uma das profissionais mais bem pagas da televisão portuguesa.

Apresentou mais duas temporadas de “Operação Triunfo” e assumiu depois a condução do programa “Dança Comigo”, o qual teve que abandonar precocemente, devido a uma gravidez. Foi na ocasião substituída por Sílvia Alberto.

Quando a “Operação Triunfo” regressou para uma terceira temporada, todos os dados apontavam para o regresso de Catarina Furtado à apresentação do programa, mas uma nova gravidez da apresentadora acabou por abrir, novamente as portas a Sílvia Alberto.

Nos últimos anos, apresentou programas como “Dá-me Música”, “Quem tramou Peter Pan” e “A Voz de Portugal” e foi protagonista das séries “Liberdade 21″ e “Cidade Despida”.

No cinema, a carreira de Catarina Furtado começou em 1990, com uma curta aparição em “‘Non’, ou A Vã Glória de Mandar”. Prosseguiu depois com alguma intensidade, a partir de 1994, ano em que participou na curta metragem “O Assassino da Voz Meiga”, juntamente com Vítor Norte e Sofia Leite.

Em 1995, entrou em “Amor & Alquimia”, uma curta metragem de Fernando Fragata, na qual representou ao lado de Rui Poças e Diogo Infante.

Em 1997, entrou nas curtas “Drinking & Bleeding” de Leonard Whybrow e “Killing Time” de Alexander Finbow. No mesmo ano, entrou ainda na produção televisiva “Fatima”, juntamente como Joaquim de Almeida e Diogo Infante. No ano seguinte, participou em “Siamese Cop”, “Longe da Vista” e “Sweet Nightmare”.

Em 1999, entrou em “O Anjo da Guarda”. No ano seguinte, figurou em duas produções televisivas: a comédia “O Lampião da Estrela” e “A Noiva”.

Entre 2001 e 2010 a sua produção cinematográfica decresceu e participou apenas em: “Teorema de Pitágoras” (2001), “Maria E as Outras” (2004), “Love Online” (2005) e “Animal” (2005).

Apesar de ter namorado vários anos com o conhecido músico João Gil, Catarina sempre defendeu a sua privacidade. A relação chegaria ao fim em 2004, mas dela resultou uma das mais famosas canções dos Ala dos Namorados, “Solta-se o Beijo”. O que começou como um poema de Catarina, para João Gil, transformou-se numa música de sucesso.

Catarina Furtado casou-se depois com o também ator João Reis, com quem tem dois filhos: Maria Beatriz, nascida a 25 de Maio de 2006 e João Maria, nascido a 27 de Outubro de 2007.

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