Manuela Moura Guedes

Maria Manuela Guedes Outeiro Pereira Moniz, conhecida como Manuela Moura Guedes, nasceu no Cadaval, a 23 de Dezembro de 1955. A sua infância foi inteiramente passada em Torres Vedras, onde estudou no Liceu Nacional. Prosseguiu os seus estudos na capital, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Ali destacou-se, tornando-se monitora da Teoria Geral, da cadeira do Direito Civil.

Manuela Moura Guedes Antes e Depois

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Quando estava a poucos meses de terminar o seu curso, tornou-se locutora da RTP. O seu curso acabaria por ficar por completar. Um ano depois de entrar na televisão estatal, consegue apresentar o Festival RTP da Canção, juntamente com Fialho Gouveia, corria o ano de 1979. Nesta altura, não se apresentava como Manuela Moura Guedes, usando outro pseudónimo, Manuela Matos.

Em Maio de 1979, participou no piloto do programa Ecrã Mágico e a sua qualidade vocal ficou desde logo patente. No mesmo ano seria lançado o seu primeiro single, intitulado “Conversa Fiada”. Seguiu-se no ano 1980, “Sonho Mau”. Por essa altura, Manuela Moura Guedes já tinha estendido a sua participação ao mundo da rádio. Na Rádio Comercial, começou por apresentar um programa de música, para depois participar no “Jogo de Damas” e por fim no “TNT Todos no Top”.

Já no final de 1981, Manuela Moura Guedes lançaria mais um single”Flor Sonhada/Foram Cardos, Foram Prosas”, o qual obteve um grande sucesso, conseguindo vendas superiores a 35 mil unidades. Em 1982, seria lançado o álbum ”Álibi”, com a participação dos GNR. Apesar do sucesso anterior, as vendas do álbum revelaram-se um fracasso e Manuela Moura Guedes abandonou a sua carreira musical, com receio de prejudicar a sua carreira no jornalismo.

Ela afirmaria anos depois que “tinha algum jeito, mas não propriamente talento”. Anos mais tarde Manuela Moura Guedes voltou a mostrar publicamente os seus dotes de cantora ao participar em algumas galas realizadas pela TVI e no programa Canta por mim.

Embora o grande objetivo de Manuela Moura Guedes fosse o jornalismo de informação, ela iniciou-se no entretenimento. Notabilizou-se ao apresentar, juntamente com Luís Filipe Barros, um programa de fim de semana, dirigido ao público mais jovem, intitulado Berros e Bocas. Com 25 anos, finalmente concretizaria o seu desejo passando para a informação da RTP. O seu trabalho de investigação, envolveu um negócio de compras de terreno por parte do Sporting Clube de Portugal. A reportagem causou atritos ente a jornalista e o clube, chegando às barras dos tribunais. Manuela Moura Guedes acabou posteriormente por ganhar os processos.

Não tardou muito, até que Manuela Moura Guedes se tornasse pivot do “Jornal das 9”, transmitido na RTP 2. Tendo em seguida, a oportunidade de transitar para o “Telejornal” da RTP1, que era então o principal programa noticiário de Portugal. Paralelamente, continuava a apresentar outro género de programas como Raios e Coriscos.

Depois de vários problemas na RTP, Manuela Moura Guedes arriscou a saída para o mais recente canal televisivo do panorama português, a TVI. No mesmo ano, tornou-se deputada na Assembleia da República, tendo sido eleita pelo CDP-PP no círculo eleitoral de Lisboa. Manteve-se na vida política durante apenas um ano, tendo nesse espaço de tempo assinado quatro projetos de lei.

Afastou-se depois da vida pública até 2000, ano em que voltou para liderar a redação da TVI e para apresentar o Jornal Nacional, o espaço de noticiário das horas do jantar daquele canal. A sua postura, muitas vezes demasiado sensacionalista, fez com que fosse fortemente criticada por vários setores da sociedade. Contudo, o seu marido José Eduardo Moniz era na altura o Diretor de Informação do canal e manteve-a em funções.

Os proprietários do canal acabariam por afastá-la em 2005. Contudo, em 2008 e 2009 voltaria à TVI para apresentar o Jornal Nacional de 6ºfeira. A sua postura manteve-se a mesma de sempre, mas as polémicas em torno da sua pessoa dispararam para níveis inéditos. As suas críticas incessantes ao governo, criaram grande insatisfação junto do então Primeiro-Ministro José Sócrates. Manuela Moura Guedes seria novamente demitida pela administração do canal, a 3 de Setembro de 2009. Esta decisão originou um enorme escândalo, sendo apelidada por muitos de ato de censura.

Em 2008, Manuela Moura Guedes também foi notícia, quando no auge do seu mediatismo emitiu um comunicado aos meios de comunicação nacionais, em que os proibia de relatar fatos da sua vida pessoal e de publicarem fotografias em que aparecessem membros da sua família.

Manuela Moura Guedes é casada com José Eduardo Moniz, atualmente vice-presidente da Ongoing, com quem tem dois filhos adolescentes. Tem ainda um filho, de uma relação anterior.

Apesar de ter sido noticiado, que Manuela Moura Guedes iria estrear um novo programa, na SIC, em 2011, tal não se chegou a concretizar. A jornalista já teria o contrato de trabalho redigido, um cartão de acesso às instalações da estação televisiva e uma jornalista do canal a trabalhar consigo, quando Francisco Pinto Balsemão, o patrão do canal privado decidiu vetar a sua contratação. Aparentemente o recuo na decisão, terá sido motivado pela ligação de José Eduardo Moniz à Ongoing, e possível conflito de interesses que daí adviria.

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