Personalidade

RASGOS DA PERSONALIDADE
Um estudo feito há uns anos, assinala a existência de cinco determinantes principais que marcam a personalidade. Cada uma destas dimensões podem manifestar-se em sentido negativo ou positivo.

Extroversão (+):decidido, persuasivo, com carisma de líder (-): reservado, não gosta de chamar a atenção.

Nervosismo (+): emocionalmente instável, nervoso, susceptível; (-): supera com facilidade situações frustrantes, estável.

Escrupulosidade (+): organizado; responsável, prático, seguro; (-): impulsivo, descuidado, irresponsável.

Afabilidade (+): simpático, bondoso, não se aproveita dos demais; (-) agressivo, antipático, reivindicativo.

Fraqueza (+): curioso, original, imaginativo, aberto a novos estímulos; (-): sem inquietações, irreflectido, superficial.

O conselho genético

Quando existem antecedentes familiares, abortos de repetição, polimalformações congénitas ou laços consanguíneos entre o casal, é prudente submeter-se a um conselho genético antes de procurar uma gravidez. «Conhecer com exactidão o transtorno genético que padece o doente é uma das condições indispensáveis. A partir daí, elabora-se uma árvore genealógica, que também serve para confirmar possíveis suspeitas de consanguinidade no caso de ambos terem nascido na mesma região.

Depois de elaborar um claro diagnóstico do doente, realiza-se um estudo bioquímico ou molecular e comprova-se se algum membro do casal ou da família é portador da doença», explica o Dr. Carlos San Román. O conselho genético permite averiguar se a doença hereditária pode ser detectada na gravidez, mediante um diagnóstico pré-natal, e informa as possibilidades que existem de que afecte a futura descendência.

Bioética

Uma assinatura pendente
«Nós os cientistas, trabalhamos sempre com o fim de melhorar as condições de vida do ser humano, não a raça, que são dois conceitos muito diferentes, – explica o Dr. Carlos San Román -. Neste sentido, não creio que seja necessária uma lei restritiva.

Sem dúvida, com a finalização do mapa genético humano, poderão detectar-se numerosas doenças hereditárias e pode acontecer que o conhecimento destes dados cortem um pouco a liberdade individual. Neste aspecto faz falta uma lei que possa regular os problemas sociais que possam surgir». «A terapia genética está pensada para ser aplicada às pessoas vivas e às quais se possa corrigir um defeito, mas de modo nenhum para modificar os genes a nível embrionário. No entanto, convém que consideremos todas as hipóteses necessárias para que não se faça mau uso da genética» analisa Fernandez Piqueras.

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27. Junho 2010 by admin

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