Ruptura prematura de membranas

A ruptura prematura de membranas ou “bolsa das águas” é a bolsa de “água” que circunda o bebé durante a gravidez. Esta bolsa, composta por membranas e líquido amniótico, mantém o bebé quente e em segurança. A bolsa rompe, geralmente, várias horas antes ou durante o trabalho de parto. Ela pode rebentar ou sofrer uma fuga a qualquer altura enquanto estiver grávida. O trabalho de parto começa, geralmente, cerca de 12 a 24 horas depois da ruptura da bolsa das águas. Está-se perante um caso de ruptura prematura da bolsa das águas se a mulher não entrar em trabalho de parto na hora seguinte à ruptura.

Causas da ruptura prematura de membranas:

Desconhece-se a causa para a ruptura prematura da bolsa das águas. Algumas causas podem estar associadas ao facto de ter tido muitos filhos ou a uma infecção vaginal. A bolsa das águas pode rebentar prematuramente se o bebé estiver com os pés virados para baixo. Poderá correr um risco mais elevado de ocorrência deste problema após uma amniocentese.

Sinais e sintomas da ruptura prematura de membranas:

Desconhece-se a causa para a ruptura prematura da bolsa das águas. Algumas causas podem estar associadas ao facto de ter tido muitos filhos ou a uma infecção vaginal. A bolsa das águas pode rebentar prematuramente se o bebé estiver com os pés virados para baixo. Poderá correr um risco mais elevado de ocorrência deste problema após uma amniocentese.

Diagnostico:

O seu médico poderá querer examiná-la. É possível que proceda à colheita de uma amostra do líquido para análise, o que permitirá determinar se a bolsa das águas rebentou. Um ultra-som poderá ser efectuado para verificar a quantidade de líquido que circunda o bebé. Poderá ter de ser hospitalizada para a realização de exames e tratamentos. (A confirmação de ruptura de bolsa de águas implica sempre a necessidade de se proceder a internamento hospitalar).

Exame pélvico: Também designado por exame interno. O médico introduz delicadamente um espéculo aquecido na vagina. Um espéculo é um instrumento que abre a vagina e que permite que médico veja o cérvix (colo do útero). Pode, assim, retirar-se uma amostra do líquido vaginal para análise laboratorial, o que permitirá determinar se a sua bolsa das águas rebentou. O médico poderá colher outras amostras da vagina para ver se tem alguma infecção.

Ecografia Obstétrica: Recorre-se ao uso de ondas sonoras para obter imagens do interior do abdómen (barriga). Estas imagens são transmitidas num ecrã semelhante ao de um televisor. A Ecografia obstétrica é um exame indolor feito, geralmente, na posição horizontal.

Monitorização fetal cardíaca: Poderão colocar-lhe um cinto não muito apertado à volta do abdómen (barriga) por forma a monitorizar o seu bebé. O cinto, munido de um pequeno disco de metal e ligado a uma máquina com um ecrã semelhante a um televisor, permite medir a frequência cardíaca do bebé. O ecrã revela um traçado relativo aos batimentos cardíacos do feto. Por vezes (quando já em trabalho de parto), fixa-se um fio minúsculo à cabeça do bebé através da vagina para monitorizar a sua freqüência cardíaca.

Análises ao sangue: Poderá necessitar de tirar sangue para análises. O sangue pode ser retirado a partir de uma veia da mão, do braço ou da parte interna do cotovelo. Será, depois, analisado para ver de que forma é que o seu organismo está a reagir à doença. Poderá necessitar de tirar sangue mais do que uma vez.

Cuidados a ter:
Recorrer de imediato a observação médica (preferencialmente numa urgência de ginecologia Obstetrícia)

Riscos e Complicações:
Trabalho de parto pré-termo, infecção, prolapso do cordão umbilical.

Tratamento da ruptura prematura de membranas:

Actividade: Poderá ser-lhe solicitado que permaneça em repouso na cama. O médico dir-lhe-á quando estiver em condições de se levantar da cama.

Medicamentos:

Antibióticos: Estes medicamentos podem ser receitados para ajudar a combater uma infecção causada por bactérias. Os antibióticos podem ser administrados por via IV, injectável ou oral.

Outros: Se estiver grávida de 37 semanas ou mais, o médico poderá proceder de várias formas. Poderá examiná-la para ver se entra em trabalho de parto por si própria ou, pelo contrário, dar-lhe uma medicação para a ajudar a entrar em trabalho de parto.

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