A Água e o Futuro da Humanidade - Fotos Antes e Depois
Fotos Antes e Depois

A Água e o Futuro da Humanidade

A Água e o Futuro da Humanidade

Tida como essência da vida, presente tanto na Terra, como na Atmosfera, como nos próprios seres que a habitam, não se pode pensar no mundo sem a água.

Atualmente, porém, parece não se estar muito consciente disso, tal é o desperdício e a irresponsabilidade que caracterizam os seus consumidores, sobretudo no dito mundo desenvolvido.

Água – um bem de valor incalculável

Um velho provérbio inca diz que “A rã não bebe água do tanque onde vive”.

Esta máxima reflecte com clareza um dos maiores desafios do nosso tempo: combinar o crescimento demográfico com a necessidade urgente de proteger as funções ecológicas da água.

Na teoria há água fresca de sobra no mundo para toda a gente que nele vive mas a maior parte não está à disposição onde e quando é necessária.

Inúmeros rios têm tantas barragens e tantos desvios do curso que já nem chegam ao mar durante boa parte do ano.

E as populações continuam a aumentar a um ritmo muito forte em zonas de escassez hídrica, incluindo a maioria do Continente Africano, o sul e leste da Ásia, o Oeste dos Estados Unidos e o Médio Oriente.

O crescente desequilíbrio entre a procura humana de água e o fornecimento acessível ameaça a segurança sob várias formas fundamentais:

Limitando a produção alimentar;

Degradando o ambiente aquático de que dependem as actividades humanas;

Provocando uma crescente concorrência pela água dentro e entre os países.

Estes perigos têm consequências de um alcance enorme… e exigem um novo olhar sobre a problemática do uso das águas.

“A disputa pela água poderá tornar-se um dos principais factores de guerra”

Ao converter-se num bem tão escasso, a água acaba por provocar conflitos a nível local, regional, nacional ou internacional.

Para além de ser um recurso estratégico único, á agua não só atravessa com facilidade fronteiras políticas como oferece privilégios em termos de poder às regiões mais altas das bacias, em relação às baixas.

Cerca de 40% da população mundial depende de rios partilhados com dois ou mais países. Portugal divide-os todos com a Espanha, à excepção, como é sabido, do Mondego.

Já em 1989, num discurso realizado perante o congresso dos Estados Unidos, Boutros Boutros-Ghali, então ministro egípcio dos negócios estrangeiros, falou com frontalidade da importância crítica que tinha a água para o seu país, o último da fila na corrente do Nilo: “a segurança nacional do Egipto está nas mãos de outros oito países africanos da bacia do Nilo”.

Se se tiver em conta que apenas uma trintena de países são auto-suficientes nesta matéria, faz cada vez mais sentido o alerta dado no Primeiro Forum Mundial da Água, organizado a 22 de Março de 1997 pelo Conselho Mundial da Água: “A disputa pela água poderá tornar-se um dos principais factores de guerra no Século XXI”.

Por outro lado, o fenómeno da rivalidade pela água aparece com cada vez mais frequência dentro dos próprios países. Aqui o problema dá-se essencialmente pelo facto de se desviar as águas para fins urbanísticos e ambientais em detrimento dos agrícolas.

E segundo uma equipa de peritos do Banco Mundial, “inevitavelmente o aumento da procura de água não agrícola provocará uma diminuição no abastecimento para o cultivo durante a estação seca a não ser que se forneça água adicional.

Por conseguinte, a rivalidade e os conflitos também podem exacerbar o perigo que supõe a escassez de água para a segurança alimentar e a integridade ecológica”.

Enfrentar estes perigos e conseguir soluções sustentáveis do uso da água implicará o desenvolvimento de novas estratégias tecnológicas, políticas e de gestão.

Implicará uma cooperação sem precedentes tanto dentro como entre os países e, mais fundamental ainda, deverá levar-nos a uma nova ética na partilha da água, não só entre os seres humanos como também com a natureza.

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Nova abordagem do bom uso da água

As novas abordagens do problema devem incluir de forma premente três objectivos:

Preservação da integridade do ecosistema

A Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente e o Desenvolvimento (CNUED) – Conferência para o planeta Terra – organizada em 1992 no Rio de Janeiro, tentou tomar uma posição sobre o assunto, chegando a publicar textos fundamentais para uma consciencialização do problema: a Declaração do Rio (na qual se afirma o direito dos seres humanos a uma vida sã e produtiva em harmonia com a natureza); a Agenda 21 (que traça um programa para se alcançar um desenvolvimento harmonioso neste século que se avizinha).
No entanto é triste verificar que a aplicação destes princípios depende exclusivamente da vontade política, tanto nacional como internacional, e que, passados seis anos, continuam a ser os cifrões imediatos e a fama a falarem mais alto.
Exemplo deste estado de coisas é a Conferência Mundial de Quioto, realizada no Japão: a vontade de assegurar a facturação de mais uns milhões de dólares levou ao congelamento de todas as negociações sobre um problema imediato que recai sobre toda a vida, humana, animal e vegetal: o fim da libertação de gases tóxicos que contribuem para o chamado aquecimento do planeta.

Maior equidade na distribuição da água

Nos dias de hoje, 87% do consumo mundial é feito por apenas 10% da população. Em África há pessoas que têm de caminhar 8 quilómetros por dia para obter os cerca de 10 litros de água que irão servir uma família inteira. No nosso mundo privilegiado 10 litros de água são consumidos em escassos segundos com o abrir de uma torneira. Será isto justo?

Promoção de um uso eficaz da água

A UNESCO tem feito um esforço para desenvolver algumas alternativas no que se refere ao seu consumo excessivo através do seu Programa Hidrológico Internacional. A Comunidade Europeia, nesta lógica de esforços internacionais, criou também certas clausulas legislativas com o intuito de fazer face à gravidade da situação, mas nada disto parece ser suficiente. Não é apenas de uma vontade política que o futuro dos recursos hídricos depende, e sim de uma boa gestão e, acima de tudo, de uma consciencialização à escala global. Esta passa aliás pelo respeito das comunidades autóctonas e locais, dos sistemas de vida não humanos e de todo o meio ambiente.

Pequenos gestos individuais para uma mudança de mentalidades
Uma coisa é certa, e fácil de entender para o comum do consumidor, ao subvencionar a água, os governos oferecem uma falsa imagem de que é abundante e de que nos podemos dar ao luxo de a gastar inutilmente.

E, tal como também foi alertado no Primeiro Forum Mundial da Água, a previsão é que a água poderá constituir o “choque petrolífero” do século XXI, e o seu preço deverá subir em flecha nos anos vindouros. Há pois que mudar o conceito de que a água é um produto gratuito.

Deixamos aqui ficar algumas medidas simples que cada pessoa, individualmente, deve pôr em prática para preservar a água:

Poupar água:

tomar duche em vez de banho de imersão;

não deixar torneiras a correr sem necessidade, nomeadamente ao ensaboar-se no duche ou enquanto escova os dentes, lava as mãos ou faz a barba;

arranjar de imediato torneiras que estejam a pingar;

esperar pela carga máxima para pôr as máquinas de lavar roupa e loiça a funcionar;

utilizar a água de jarras de flores ou do jarro de água de beber ou até mesmo recuperando a da chuva para regar plantas.

Não poluir:

utilizar detergentes sem fosfatos: são menos poluentes;

diminuir as doses de detergente e lixívias;

não deitar lixo na retrete;

poupar papel: a indústria do papel utiliza muita água para o seu fabrico e é, como é sabido, responsável em grande parte pela poluição dos rios.

Água e ajuda humanitária

É certo que, no chamado mundo ocidental, basta um simples gesto para que água corra sem restrições. Só quando nos falta, por alguma razão excepcional e sempre limitada no tempo, lhe damos o seu devido valor, ou pelo menos percebemos a necessidade quase constante que temos dela.

Quem faz acção humanitária sabe bem a sua importância, sendo sempre uma das principais questões levantadas para qualquer intervenção na área da saúde, em particular na ajuda de emergência.

Por um lado, para poder prever a instalação de depósitos e/ou sistema de abastecimento de água.

Por outro lado, é necessário averiguar com que tipo de patologias se irá deparar a equipa médica. Com efeito existem essencialmente três tipos de doenças ligadas à problemática da água.

PRINCIPAIS DOENÇAS RELACIONADAS COM A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA

Riscos ligados ao consumo de águas contaminadas
Assinalam-se aqui as principais doenças de origem microbiana que o homem pode contrair ao ingerir água de má qualidade.
De salientar que todas as doenças de origem hídrica têm os seguintes sintomas principais: diarreias ou, raramente, obstipação, febre, cólicas abdominais por vezes violentas, vómitos.

Cólera
– Doença contagiosa, de origem bacteriana, que provoca infecções intestinais agudas, cujos sintomas são: diarreia frequente, vómitos incontroláveis, sede intensa e desidratação acelerada. Pode conduzir à morte em 50% dos casos graves não devidamente tratados.

Febre tifoide
– Infecção de origem bacteriana que origina febre, dores de cabeça, anorexia, redução do ritmo cardíaco, aumento do volume do baço, formação de manchas rosa no corpo, tosse seca e obstipação. Esta doença que pode ser benigna e assintomática, conduz à morte em 1% dos casos.

Febre Paratifoide
– Doença de origem viral clinicamente semelhante à febre tifoide. A taxa de mortalidade é no entanto muito mais baixa.

Disenteria
– Termo genérico que caracteriza as doenças que originam uma diarreia dolorosa e com sangue acompanhada de cólicas, náuseas e vómitos: disenteria bacilar ou Shigelose (causada por diversas bactérias), disenteria balantidiana ou Balantidíase (causada por um protozoário ciliado) e disenteria amibiana ou Amibíase (causada por amibas). Só a Shigelose pode conduzir à morte, podendo a taxa de mortalidade atingir os 20%. Ao contrário da Cólera, que é transmitida essencialmente através de alimentos ou água contaminados, a transmissão da disenteria faz-se por contacto directo pessoa-a-pessoa, para além de através da ingestão de alimentos ou água contaminados.

Diarreias infecciosas
– Doenças causadas por diversas bactérias e cujos sintomas são as fezes líquidas, os vómitos e a febre. Em geral não são fatais.

Dracunculose
– (ou doença do verme da Guiné) – Transmite-se durante a ingestão de água infestada pelo hóspede intermediário do parasita. O verme migra então no organismo e volta a sair lentamente através da pele, provocando febre, náuseas e vómitos que podem durar vários meses.

Nota Bene – Existe ainda um leque vastíssimo de doenças ligadas à poluição da água por produtos químicos e radioactivos, difíceis de sintetizar num quadro, e merecedoras de particular atenção. Optamos por lançar apenas o alerta!

Riscos ligados ao contacto da epiderme com águas contaminadas
Um certo número de doenças são devidas a organismos patógenos que atravessam a pele do indivíduo cuja epiderme entra em contacto com águas contaminadas por esses organismos (nomeadamente esgotos).

Hepatite viral A
– Como o seu nome indica esta doença é de origem viral e provoca febre, anorexia, náuseas, dores abdominais, seguidos de icterícia. Esta doença pode por vezes tomar uma forma grave, que se prolonga por vários meses; a convalescência é igualmente longa. Esta doença conduz à morte em 0,1% dos casos.

Tétano
– Doença causada pela toxina do bacilo (bactéria) tetânico que se desenvolve nas feridas em condições anaérobicas (ausência de oxigénio). Esta doença provoca contracturas dolorosas na face, pescoço e tronco. A mortalidade pode atingir 90%, segundo a idade do doente.

Bilharziose
– Doença causada por um verme que se aloja no sistema vascular do homem e cujos sintomas são diarreia, dores abdominais, fibrose do fígado, hipertensão da veia porta (veia que conduz o sangue do intestino delgado, pâncreas, baço e estômago para o fígado), obstrução das vias urinárias, infecção da bexiga e cancro da bexiga. As larvas do parasita desenvolvem-se essencialmente em águas doces de países quentes onde vivem certos moluscos que têm um papel de hóspede intermediário. As larvas penetram no sistema vascular do homem depois de atravessar a epiderme. Esta doença conduz raramente à morte.

Riscos ligados a contacto com vectores cujo habitat é a água
Um certo número de doenças são transmitidas por picadelas de insectos cujo habitat é a água.

Oncocercose
– Doença causada por uma filária, a Onchocerca volvulus (parasita especificamente humano), transmitida por pequenas moscas cujas larvas se desenvolvem em rápidos ou rios. É grave devido às complicações oculares que produz e que lhe valeram o nome de “cegueira dos rios”. Exprime-se essencialmente por três sintomas: um sintoma cutâneo (oncodermites), um sintoma quístico (oncocercomas) e um sintoma ocular (queratites, iridociclites, corioretinites e lesão do nervo óptico).

Febre amarela
– Provocada por vírus transmitido por mosquito, a febre amarela pode ser prevenida através de vacina. A doença manifesta-se por hepatite e nefrite, sendo os principais sintomas: febre alta, agitação/delírio/obnubilação, quadro hemorrágico, alterações digestivas, insuficiência renal, icterícia de intensidade variável.

Paludismo ou Malária
– Tal como o nome etimologicamente indica (paúl – pântano), a sua origem está em águas estagnadas, habitat dos hematozoários inoculados no homem por um mosquito. São pois parasitas, dos quais o mais importante é o Plasmodium Falciparum, agente das formas graves muitas vezes mortais. Os sintomas são muito variados e, ao quadro mais típico de mal-estar geral, arrepios, febre e sudação, podem juntar-se ou aparecer isoladamente sintomas respiratórios, neurológicos e muitos outros (icterícia, anemia, etc.). A forma mais grave, a malária cerebral, vai desde um estado de desorientação até ao coma profundo.

Tripanosomiase ou Doença do Sono
– Esta doença é também ela transmitida por um insecto, neste caso a mosca Tsé-tsé. Numa primeira fase, o doente apresenta uma alteração do seu estado geral, febre quase constante e difícil de controlar, aumento moderado dos gânglios do pescoço, aumento do volume do fígado e baço, manchas vermelhas na pele. No segundo estádio, aparecem lesões inflamatórias a nível do cérebro e meninges, responsáveis por alterações neurológicas diversas, com atenuação dos sinais da frimeira fase. Finalmente surgem as esperadas anomalias do sono que começam por uma inversão do ritmo (sonolência diurna contrastando com insónias nocturnas) e posteriormente por um estado de letargia permanente. Na ausência de tratamento atempado e adequado, que permite obter a cura completa na primeira fase da doença e evitar sequelas, o doente entra em estado de debilidade extrema e coma, vindo a morrer.

Atualizado em 13 Janeiro 2018

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  1. MENOS POLUIÇÃO, de FATO& AGUAPÉ

    Prezados Cidadãos Brasileiros,

    A Equipe BR do AGUAPÉ percebe que há muitas Lutas NOBRES por MENOS POLUIÇÃO – consideramos se tratar apenas do Primeiro Passo necessário para estabelecer o almejado Desenvolvimento SUSTENTÁVEL.

    Atuação, apenas, por MENOS POLUIÇÃO está longe de ser a SOLUÇÃO, pois sabemos que a SOBRA, ainda, é MUITA POLUIÇÃO – a Sociedade Brasileira & Humanidade só preocupam com Tecnologias / Processos por MENOS POLUIÇÃO e não percebem que o que SOBRA é que pode levar à Grande Catástrofe / FIM da Humanidade.

    A Equipe BR do AGUAPÉ preocupa com TUDO, em especial com o que SOBRA, pois é essa SOBRA que causa / causará os Sérios Problemas que ocorre / ocorrerá ao Meio Ambiente & Biodiversidade.

    NOTA 01: “Quando Sonhamos SOZINHOS é só um SONHO, mas quando Sonhamos JUNTOS é o início de uma Nova Realidade” (D. Helder Câmara) – apresente as suas MANIFESTAÇÕES (Críticas, Sugestões, ETC.), utilizando o Endereço Eletrônico: [email protected], certo que muitos na Sociedade Brasileira, inclusive a Equipe BR do AGUAPÉ, te agradeçerão.

    NOTA 02: torne-se DIFERENTE no seu Dia a Dia, certo que no FUTURO, não distante, conseguirá FANTÁSTICOS RESULTADOS que poucos conseguem – na medida do possível inicie o seu DIA, arregaçando as mangas & mãos as obras no cumprimento das suas Obrigações / Deveres, certo que vai Pré-Aquecer a sua MENTE para realizar, com SABEDORIA os TRABALHOS do DIA a DIA, entre OUTROS.

    NOTA 03: a Equipe BR do AGUAPÉ já tomou as iniciativas para a criação da OSCIPE – Equipe BR do AGUAPÉ, visando abrir OFICIALMENTE as PORTAS para toda Sociedade Brasileira, principalmente para os PESQUISADORES, AUTORIDADES e os POLITICOS que se apresentarem Interessados pelo AGUAPÉ.

    Um Abraço Fraterno aos Interessados pelo AGUAPÉ,

    MISSAO TANIZAKI
    Servidor Público Federal
    Bacharel em Química
    [email protected] (Usual)
    [email protected] (Alternativo)
    OSCIPE – Equipe BR do AGUAPÉ
    TUDO POR UM BRASIL & MUNDO MELHOR

    Equipe BR do AGUAPÉ:
    1. Adriane Alves / Prof.POA
    2. Amadeu Elizeu Ribeiro Neto / MAPA
    3. Antônio Ugattis / SP”
    4. Ayrton Jun Ussami / MAPA
    5. Bernardo Sayão / MAPA
    6. Celso Cordeiro Silva / MAPA
    7. FENDEL
    8. Kleber Souza dos Santos / Orgânicos / MAPA
    9. Lázaro Cabral da Costa
    10. Marcus Fonseca
    11. Miguel Nicolau
    12. Missao Tanizaki
    13. Motezuma
    14. MT JR
    15. Murilo Carlos Muniz Veras
    16. RENNER
    17. Rodrigo Batista de Paula
    18. Rogério Lellis
    19. Sylmar / CATI

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