A hora e a vez dos Genéricos - Fotos Antes e Depois
Fotos Antes e Depois

A hora e a vez dos Genéricos

Atualizado em 13 Janeiro, 2018

A hora e a vez dos Genéricos

Eles chegaram às prateleiras através de uma Lei sancionada em 10 de fevereiro de 1999. São os genéricos, remédios mais baratos que os de marca e que surtem o mesmo efeito, apesar de no início ter existido um receio de que fossem de qualidade inferior. Ledo engano, pois possuem o mesmo princípio ativo do referente, além do mais, passam por dois testes: bioequivalência e biodis-ponibilidade.

O primeiro consiste em verificar se o genérico possui as mesmas substâncias e propriedades que o medicamento tradicional. E o segundo, é a comprovação da absorção da mesma forma e velocidade pelo organismo. Estes testes são realizados pela Agência de Vigilância Sanitária, a ANVISA.

Um cuidado a ser tomado é não confundi-lo com os remédios similares, já existentes no mercado há mais tempo. A diferença começa na embalagem. É preciso apresentar escrito em uma tarja amarela “medicamento genérico”, com a letra “G” em destaque.

Como ele não possui marca, o que se lê é o princípio ativo. Logo abaixo, deve se identificar a frase: “Medicamento Genérico – Lei 9.787/99”. Seu preço de mercado é em média 40% mais baixo, porque os laboratórios fabricantes não custeiam pesquisas nem o marketing entre os médicos.

O similiar não possui identificação, e utiliza o mesmo princípio ativo dos de referência. Muitos laboratórios já fabricam o medicamento com qualidade superior ao genérico e com um preço bem próximo do de referência.

O consumidor conta, hoje, com cerca de 426 produtos genéricos em 1885 apresentações nas farmácias em todo o País. Segundo o Ministro da Saúde, Barjas Negri, até o fim deste ano, alcançará a marca de 771 medicamentos. Numa pesquisa nacional encomendada pelo Ministério, 95% dos brasileiros os conhecem, 48% os pedem nas farmácias e 40% solicitam a troca do remédio de marca pelo genérico.

Devido a estes medicamentos, o custo do tratamento das seis doenças mais freqüentes no Brasil: hipertensão, diabetes, colesterol alto, úlcera, gripe e glaucoma, caiu 45%.

Atualizado em 13 Janeiro 2018

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