Viagens à África do Sul
Fotos Antes e Depois

África do Sul

A descoberta é surpreendente pela riqueza da fauna e da flora, mas também pela combinação única de ambiente selvagem e conforto cinco estrelas. Lá no sul do Mundo, onde o Índico se encontra com o Atlântico, há praias de areia branca e água transparente, há deserto e savana, montanhas nevadas e planícies de vinha. Lá no sul do Mundo há de tudo, garante Ricardo Dias Felner. E a baixo preço.

A África do Sul é aquele país que faz questão de ter uma casinha com um terminal de Internet no inóspito Cabo da Boa Esperança, onde só vivem babuínos e cobras e outra bicharada. A África do Sul é aquele país que construiu Las Vegas no meio de um parque natural cheio de animais selvagens. A África do Sul é aquele país onde uma sociedade de organização tribal convive lado a lado com uma burguesia citadina e evoluída.

“O mundo num país”, o “slogan” utilizado pelo o Governo para seduzir os turistas, não podia, por isso, ser mais certeiro. Não há outro lugar no planeta onde, no mesmo dia, se possa pescar, fazer um safari e ir jogar no casino ou dançar a uma discoteca, com tanto conforto e economia de tempo.

O que é difícil, antes de viajar, é escolher onde ficar. As possibilidades de lazer são infidáveis: observar baleias na Baía Falsa; praticar desportos radicais em Durban; jogar golf em qualquer sítio; provar vinhos nas Winelands do Cabo; desfrutar das praias paradisíacas de toda a Costa; estudar as flores e as aves da Garden Route; conhecer as origens da humanidade no campo arqueológico de Sterkfontein; conhecer o coração do país no Soweto.

Nada é impossível e tudo se encontra na terra do arco-íris. É essa a verdadeira angústia de quem visita o país. Qualquer opção que se faça deixa uma sensação de insatisfação. Nunca verá tudo numa semana, nem em quinze dias, nem sequer num mês, que a dimensão do país é à escala do continente. Se se fixar na Cidade do Cabo, por exemplo, – e não estiver disposto a perder demasiado tempo em aviões e outros transportes – dificilmente conhecerá o Parque Kruger, na Província do Norte, ou até a capital financeira, Joanesburgo, em Gauteng, ou a montanha de Drakensberg, no berço zulu de Kwazulu-Natal, ou o deserto do Kalaári, no Cabo do Norte.

Mas em qualquer província, seja ela qual for, os motivos de interesse são do tamanho de um país, e o turista beneficia de excepcionais condições de mobilidade e de alojamento, que lhe permitem deslocar-se de aldeia em aldeia, sem as preocupações habituais associadas ao continente.

À opulência e à diversidade dos recursos naturais, a África do Sul associa infra-estruturas de um país desenvolvido: a rede de estradas e auto-estradas, bem como as telecomunicações, cobrem todo o território; a água canalizada é impoluta e livre de contaminações; os estabelecimentos de saúde têm atendimento de qualidade; os hotéis, restaurantes, e casas de diversão nocturna nada devem aos das metrópoles ocidentais.

E de tudo isto, o cidadão europeu beneficia com particular desafogo. Um português com um salário médio consegue uma oferta turística de nível superior. Num faustoso hotel de cinco estrelas, por exemplo, pode pagar cerca de 50 euros por noite; num restaurante de luxo, come por 10 euros, junto ao mar, e ainda tem direito a jazz ao vivo; se quiser saber as notícias nacionais, paga cerca de 35 cêntimos por um jornal diário.

Outra das coisas com que pode contar é com temperaturas amenas ou quentes. No Verão, que coincide com o Inverno português, os termómetros rondam, em média, os 30 graus, e no Inverno é raro baixarem dos 20. Depois há aquelas cores do céu, que só África tem. Esteja na savana ou junto à costa, o pôr do sol é quase sempre um espectáculo em si.

O problema da insegurança

Com o fim do “apartheid” e a estabilização democrática, a terra do arco-íris deixou de ter razões para se fechar ao Ocidente e passou a exibir com orgulho os seus tesouros naturais e a sua cultura multiétnica. O Governo está apostado em tornar o turismo na indústria mais importante do país, aproveitando a sua marginalidade relativamente ao mapa do medo esboçado a 11 de Setembro.

O grande trunfo do país mais sofisticado do continente negro para aumentar este mercado é ser uma mistura descomplexada de Europa com África, de conforto e despojamento, de sofisticação ocidental e cultura ancestral.

A África do Sul “pós-apartheid” já nada tem a esconder dos estrangeiros. As agências passaram inclusive a inserir os guetos gigantes de Joanesburgo – como o Soweto – nos folhetos turísticos, ao lado de projectos megalómanos onde as comunidades brancas sul-africanas costumam passar férias, como o “resort” de Sun City, uma espécie de Las Vegas erigida no meio da savana.

A pedra no sapato do actual Governo é, obviamente, o elevado índice de criminalidade, registado sobretudo nas grandes cidades. As autoridades têm tomado medidas de policiamento selectivo das zonas mais turísticas de Joanesburgo e da Cidade do Cabo, mas andar na rua a pé depois das 17h00 continua a ser desaconselhável. A partir desta hora, recomenda-se que só saia de carro e evite algumas zonas claramente identificadas como sendo mais perigosas. Apesar de os responsáveis políticos garantirem que os turistas até têm sido poupados pelo fenómeno, o sentimento de insegurança acaba por afectar toda a gente. Não há países perfeitos, de facto.

Dar Biberão a Leões

Há quem faça a viagem só por este momento. No rancho de Sundown, perto do parque natural de Pilanesberg, na província do Gauteng, os turistas podem pegar em leões bebés ao colo. Por poucos euros, é possível inclusive dar biberão aos gatinhos.

Nem o adulto mais insensível consegue agarrar numa cria sem comoção. Impressionante é ver a força e o instinto selvagem que um bicho com apenas cinco semanas já demonstra. As suas patas grossas atiram-se com convicção de predador às pernas dos humanos, que teimam em reproduzir ti-bi-di-bi-dus carinhosos.

No Sundown Park vivem em cativeiro, num espaço com 14 hectares, 41 leões, 13 dos quais com menos de 18 meses de idade. Mitch, um tratador com chapéu à Crocodile Dundee, guia os visitantes num pequeno safari pelos campos onde os animais se estendem durante horas. Entre outras informações, ensina que os leões machos de Sundown são uns privilegiados: “Têm quatro mulheres, para além de sexo não fazem nada, e comem cinquenta quilos de carne por dia sem terem de se mexer”.

Com sorte poderá ainda assistir à actuação de um dos tratadores a brincar com os leões grandes. Nem sempre isso é possível, por uma razão simples: os bichos nem sempre estão bem dispostos. “Eu chego-me à cerca, se eles me reconhecerem e vierem ter comigo, eu salto. Se não, não arrisco”. Os leões são os único gatos que não são domesticáveis, pelo que o facto de estarem em cativeiro não os torna mansos, ao contrário do que acontece, por exemplo, com os leopardos, ou com as chitas.

No fim, se quiser, pode ainda comprar na loja junto ao café chapéus, “t-shirts”, postais, artesanato e até unhas verdadeiras de leão. Os proprietários do rancho vangloriam-se de já terem sido visitados por muitas celebridades como David Copperfield, Nick Faldo e Steffi Graff.

Um Safari com Todos Os Luxos

Às cinco da manhã toca o despertador. Ainda é noite escura e faz um frio nórdico, apesar da latitude. Tempo apenas para vestir um agasalho, lavar cara e dentes e mudar o rolo da máquina fotográfica. Às cinco e meia, o grupo reúne-se na recepção do aldeamento. Há uma lareira acesa, chá, café e “scones” enquanto se espera pelos retardatários. Temba, o guarda que nos irá guiar, um negro forte e risonho, de farpela caqui, dá as últimas instruções: não se pode fumar, não se pode sair da camioneta, não se pode alimentar os animais. No fim, agarra numa espingarda e encaminha o grupo, composto sobretudo por ingleses, para a camioneta. É preciso largar antes de o dia clarear.

Passamos pelo “checkpoint” da estância (uma instituição na África do Sul, que significa segurança armado a proteger “lugar de ricos”) deixando para trás o complexo de casas atijoladas, com os telhados revestidos de colmo. Quem observa ao longe o despojamento arquitectónico, não imagina que os quartos escondem luxos de cinco estrelas (como a cama, a banheira e a televisão de dimensão invulgar, o secador do cabelo, o ar condicionado…).

O aldeamento turístico, denominado Bakubung – palavra que significa casa do hipopótamo -, situa-se dentro do Parque Nacional de Pilansberg, cinquenta mil hectares de savana, a de 200 quilómetros de Joanesburgo, o quarto maior do país. A protecção com o mundo selvagem – e sobretudo com os “big five”: leão, elefante, búfalo, rinoceronte e leopardo – é assegurada por uma cerca electrificada de seis mil volts de potência.

A viatura onde seguimos é suficientemente alta para descansar os aventureiros que ousam passar a vedação. A camioneta prossegue em marcha lenta pela estrada fina que corta a planície. De repente faz-se silêncio. Os movimentos das cabeças dos passageiros lembram um jogo de ténis, rodando da esquerda para a direita, na ânsia de ver o primeiro animal selvagem.

É uma criança quem assinala, num berro radiante, a presença de um casal de javalis com os filhotes a seguir-lhes a cauda. O carro pára. Temba inicia uma explicação à National Geographic sobre hábitos alimentares e relações familiares e comportamento sexual. Cem metros à frente, meia dúzia de zebras, um gnu, e vários babuínos. Novo apelo ao motorista para imobilizar a viatura por forma a que se tirem as merecidas fotos. “Não poderemos parar de cada vez que virmos um gafanhoto”, ironiza o motorista.

A imagem de três imponentes rinocerontes brancos, marca a aparição do primeiro animal verdadeiramente imponente. O segundo estava um pouco mais à frente: um elefante, enorme, divertia-se a derrubar uma árvore como quem pisa um malmequer. Temba lança a adivinha. “Sabem por que é que os elefantes fazem isto?” Ninguém arrisca. “Um, porque querem. Dois, porque podem”.

Ao fim de algum tempo, só os gatos grandes interessavam. Gnus e zebras é como cães, de leões é que nem sombra. O grupo tem aquela sensação de ir ao zoológico e só ver galinhas. O guia sabe da insatisfação e aposta tudo na operação Rei da Selva, trocando informações via rádio com outros guardas espalhados pelo parque.

De repente, uma mensagem de esperança. O motorista carrega no acelerador por ordem de Temba, ultrapassando largamente os 40 quilómetros por hora permitidos por lei. Uma outra caravana havia avistado quatro leoas junto ao lago. Cinco minutos depois chegamos ao local, e deparamo-nos com um cenário citadino. Oito camionetas carregadas de turistas procuravam transitar ou estacionar por forma a conseguir o melhor lugar com vista para os bichos. “Congestionamento na savana”, diz alguém.

Entretanto anoitecera e já quase só se viam uns vultos com duas luzinhas brilhando, que Temba garantiu serem “belos exemplares que o parque importou da Namíbia”. Os flashes não paravam de bater nos olhos dos animais, que permaneciam insensíveis à excitação, com aquela expressão de desprezo que só os leões conseguem. O deleite foi curto, porque havia outras camionetas em fila de espera.

De volta ao aldeamento de Bakubung, tempo para beber um aperitivo no bar, onde invariavelmente o ecrã gigante emite jogos de “rugby” ou “cricket”. Na sala de jantar, já fumegam o borrego, a avestruz e muitos outros manjares. A variedade do “buffet” é impressionante, das entradas tipo cogumelos selvagens salteados às saladas multicolores. Debaixo do telheiro de colmo, estão postas as mesas, iluminadas por velas. O único som que se ouve é o do peixe a assar na grelha.

À noite, enquanto a savana dorme, os turistas voltam à civilização. Sun City, a cidade perdida, está apenas a 15 minutos de carro do aldeamento. No meio do mato, ergue-se a Las Vegas africana, com os seus casinos, as suas discotecas, os seus jardins e riachos artificiais. Tudo é “kitsch”, tudo é grandioso, dourado e luminoso. A diversão prossegue madrugada fora nos bares chique com japonesas de mini-saia e homens aprumados. A poucos metros dali, do outro lado da cerca electrificada que envolve o “resort”, os leões também estão atentos. Mas a caça é outra.

Sugestões de Leitura:

Cidade do Cabo

Locais a não perder na África do Sul

Parque Nacional Kruger

O Parque Nacional Kruger é uma das mais famosas reservas do mundo, com uma área de 400 quilómetros por 70 quilómetros, que faz fronteira com Moçambique, na província do Norte e se estende até Mpumalanga. Aqui residem 147 espécies de mamíferos diferentes (incluindo os “big five” – leão, leopardo, elefante, hipopótamo e búfalo), 114 espécies de répteis, 33 espécies de anfíbios, 50 espécies de peixes, 300 espécies de árvores, e mais de 500 espécies de aves. Dentro do parque existe uma ampla oferta de alojamentos, dos luxuosos aos frugais, alguns com lojas, estações de combustível, e restaurantes. Uma das coisas mais emocionantes é fazer um safari a pé, guiado por um guarda experiente do parque. Existem voos diários de Joanesburgo para Skukusa. Parques Nacionais da África do Sul – tel: (012) 343 0905

Pretória

Fica a menos de uma hora de carro de Joanesburgo e é absolutamente obrigatório caso se fixe no Gauteng. Nenhuma outra cidade do mundo tem tantos jacarandás. A partir de Setembro, Outubro, quando se inicia a primavera sul-africana a capital administrativa do país fica literalmente lilás, com as avenidas imensas perfumadas com o cheiro da flor. Passeie pela Avenida Nelson Mandela e suba à Casa do Governo, onde o presidente da República, Thabu Mbeki reside e trabalha, uma construção do arquitecto inglês mais importante da África do Sul colonial, Sir Herbert Baker. Daqui terá uma vista impressionante sobre toda a cidade. Os canteiros do jardim presidencial são mudados de três em três meses e constituem por si só uma atracção. Nas imediações ficam quase todas as embaixadas, entre as quais a portuguesa, que é uma das maiores e mais opulentas… Posto de Turismo de Pretória – tel: 011 327 2000

Lesedi Cultural Village

A África do Sul é um dos países com mais línguas oficiais, o que demonstra a sua grande variedade tribal e cultural. Dificilmente se compreenderá a história desta nação, o seu espírito guerreiro, sem conhecer as suas raízes históricas. Nestas vilas, os turistas são convidados a visitar os acampamentos de diversas tribos, como os Xhosa ( a tribo de Nelson Mandela), os Zulu, os Phedi, ou os Basotho. O guia, Zulu, vai falando das suas tradições e tenta, sem sucesso, que os turistas saiam de lá a dizer algumas palavras nas diversas línguas. É uma oportunidade para ouvir falar Xhosa, um dos dialectos mais difíceis do mundo, que mistura estalos com a língua e vocábulos. E observar as danças selváticas dos guerreiros zulus. Perceberá então porque se amedrontavam os exércitos fortemente armados dos “boers” e dos ingleses perante estes homens musculados de tanga e lança na mão. Esta vila fica a menos de uma hora de automóvel de Joanesburgo. Posto de informações de Lesedi – tel: 012 734 0081

Sun City

O Sun City é um casino resort de luxo na África do Sul. Situa-se perto da cidade de Rustenberg. Foi aberto oficialmente em 7 de Dezembro de 1979.

A cerca de duas horas de Joanesburgo, junto ao parque nacional de Pilansberg, desponta o mais megalómano dos empreendimentos turísticos sul-africanos – Sun City, a Las Vegas africana. A cidade do Sol, totalmente construída no meio do mato por um milionário sul-africano, tem um dos hotéis mais extraordinários do mundo, o Palace, um seis estrelas onde por apenas 22 contos pode conseguir uma estadia. Por todo o lado, há jardins e ribeiros e cascatas artificiais, num ambiente ostensivamente luxuoso. Dentro do perímetro da cidade encontram-se ainda casinos, discotecas, praias artificiais, piscinas paradisíacas, campos de golfe de primeira categoria, “courts” de ténis, e outros entretenimentos. Do alto de uma das torres do Palace Hotel, a vista sobre a savana é absolutamente impressionante. Visite o edifício nem que seja só para apreciar os corredores largos, enfeitados com verdadeiras obras de arte, da pintura à escultura, e a decoração kitsch dos salões e dos bares. Dentro de Sun City não é permitido circular de carro, existindo parques junto ao “checkpoint” da entrada, ligados ao coração do “resort” por comboios.

Porto Elizabeth

Porto Elizabeth é o maior porto de mar do país, situado no Cabo Oriental, com praias douradas e extensas, é conhecido como a “Cidade Amiga”. Com atracções do Oceanário, ao Parque das Cobras, é um destino ideal para férias familiares. As casas vitorianas em Donkin Street atestam o passado inglês. Uma excursão popular é a viagem no comboio a vapor Apple Express, que opera entre a cidade e a estação de Humewood. As águas de Algoa Bay são seguras e quentes, ideais para todo o tipo de desportos aquáticos.

Como ir para a África do Sul

Não existem voos diretos de Lisboa para Joanesburgo ou para a Cidade do Cabo. A alternativa é voar a partir de Zurique, ou Londres, ou mesmo Madrid. O tempo de voo até Joanesburgo, desde qualquer uma destas cidades, é de cerca de 11 horas, mas tem a vantagem de não haver praticamente diferença horária com a Europa e as viagens realizarem-se quase sempre durante a noite, reduzindo-se o “jet lag”.

Como viajar

Se não viajar com guia, recomenda-se que alugue um carro. Os preços não são caros e os transportes alternativos, num país onde andar a pé, depois de uma certa hora e em certos locais, pode ser perigoso, são maus. Os autocarros são escassos, os comboios andam quase todos cheios, e os táxis, mesmo em grandes cidades como Joanesburgo, não estão sempre a passar; se escolher este meio de transporte, é aconselhável munir-se do telefone de uma companhia de táxis; assegure-se ainda que o contador está no zero antes de iniciar a corrida. Para grandes distâncias, utilize os voos internos.

Onde ficar – Hoteis na África do Sul

Onde quiser, basta escolher. Na África do Sul há alojamentos para todos os gostos e para todas as carteiras: hotéis de cinco estrelas por todo o lado, aldeamentos turísticos mais ou menos luxuosos, apartamentos, casas de campo (lindíssimas!) em lugares paradisíacos. Em regra, os preços, para um salário médio, médio alto, português, permitem luxos absolutamente proibidos no Ocidente.

Onde comer

A sua carteira possibilita-lhe, em princípio, repastos excessivos e o sector da restauração oferece-lhe tudo o que deseja, da comida internacional à africana com tendências britânicas e à tipicamente sul-africana. Na Cidade do Cabo não deve perder o Mama África, um restaurante na moda, que exige reserva com dias de antecedência, onde se experimenta a comida tradicional africana, servida por uma mulher belíssima da tribo Khosa (que faz estalinhos com a boca e tudo). O cliente não escolhe os pratos, sendo presenteado com diversos petiscos típicos do continente, da Etiópia ao Zimbabwé. Outro dos sítios obrigatórios é o restaurante da quinta vitivinícola Spier, a meia hora da Cidade do Cabo, nas Winelands, chefiada por um cozinheiro renomado do país. Antes da refeição pode fazer algumas provas, nomeadamente das castas locais de Pinotage e de Sheraz.

Perguntas frequentes

Conduzir:
A rede rodoviária é excelente e liga as áreas metropolitanas com as aldeias mais pequenas. Tenha em atenção que se conduz à esquerda e que os limites de velocidade são de 60 Km/h nas zonas urbanas, 100 km/h nas estradas rurais, e 120 km/h nas auto-estradas.

Água da torneira:
A água de torneira é devidamente tratada em todo o território nacional, não havendo qualquer perigo de contaminação, seja nas cidades, nas aldeias, ou nos parques nacionais.

Requisitos de entrada:
Não é exigido visto de entrada, bastando o passaporte.

Vacinas:
Só quem venha de uma parte do mundo onde exista febre amarela tem que munir-se de um certificado internacional de inoculação de contra a doença. De resto, apenas algumas zonas do Parque Kruger exigem um tratamento profilático contra a malária (os sul-africanos costumam dizer que onze gins por dia também servem e que os portugueses estão livres da picadelas dos mosquitos por causa do fumo do cigarro e do hálito a uísque)…

Serviços médicos:
É aconselhável fazer um seguro de viagem para acidentes, doenças e hospitalização. A África do Sul é conhecida pela qualidade dos cuidados médicos que oferece. Se quiser aproveitar para voltar de férias “de cara lavada” – fazer um peeling ou um lifting ou outro retoque qualquer – saiba que aqui operam alguns dos melhores profissionais na matéria, e que os preços são muito mais baixos que na Europa.

Fotos

Joanesburgo

Cidade do Cabo (inglês: Cape Town)

Durban

Pretoria

Porto Elizabeth

Bloemfontein (“fonte das flores” em africâner e neerlandês)

East London, por vezes referido como Buffalo City

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