Alimentação mediterrânica - Beneficios da Alimentação mediterrânica - Fotos Antes e Depois
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Alimentação mediterrânica – Beneficios da Alimentação mediterrânica

A Associação Portuguesa dos Nutricionistas (APN) realizou o IX Congresso de Nutrição e Alimentação, em Lisboa, nos dias 20 e 21 de Maio. Entre os vários temas abordados, foi discutida “A prodigiosa alimentação mediterrânica” como um hábito saudável esquecido pelos portugueses.

As cores, os sabores e os aromas fazem da alimentação mediterrânica uma das mais saudáveis, principalmente devido à diversidade dos alimentos que constituem o seu cardápio. Este inclui um consumo elevado de azeite, leguminosas, cereais completos, frutos e vegetais, um consumo moderado de lacticínios, em particular os fermentados, peixe e vinho, e um reduzido consumo de carne e derivados. Para além disso, este tipo de dieta envolve também o prazer que é o acto de bem comer.

José Camolas, nutricionista do Hospital de Santa Maria, Maria Manuel Valagão, socióloga da alimentação do Instituto Nacional de Investigação Agrária e das Pescas, e Sara Rodrigues, nutricionista da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto, foram os palestrantes da sessão “A prodigiosa alimentação mediterrânica”, inserida no IX Congresso de Nutrição e Alimentação.

Segundo José Camolas, a alimentação mediterrânica “reduz o aparecimento de diversas doenças, como o cancro, a diabetes, e as doenças neuro-degenerativas”. Um outro benefício de se adoptar este tipo de conduta “passa pelo simples facto de as famílias se reunirem à mesa e partilharem as refeições, o que torna os laços familiares mais fortes”, afirma o nutricionista.

A alimentação mediterrânica tem um longo legado histórico e cultural, pois fundamentase em tradições que visam utilizar ponderadamente os recursos que provêem da terra. Para Maria Manuela Valagão, “a alimentação mediterrânica não é um conceito singular mas plural”. Isto porque, segundo a socióloga, “ao longo de milénios, a tão falada intemporalidade dos procedimentos que caracteriza as cozinhas mediterrânicas foi sendo transmitida através de práticas de socialização familiar, em que a passagem do testemunho culinário se fazia de mães para filhas”. E, hoje em dia, “este costume está a perder-se”, frisa. Por isso “é importante que os jovens adquiram estes hábitos alimentares para poderem ‘passar o testemunho’”, acrescenta.

Troca de costumes

Portugal tem uma alimentação mediterrânica? Quem levanta a questão é Sara Rodrigues, que explica que, “em 1961, Portugal tinha uma alimentação mediterrânica e, com o passar dos anos, este hábito foi diminuindo, tendo existido um forte decréscimo em 2003, devido à variada escolha que o mercado oferece e a forte ocidentalização dos seus hábitos”. Um facto curioso é que “quem mais parece beneficiar dos ensinamentos da prodigiosa dieta mediterrânica são os países mais desenvolvidos do Norte da Europa”, enfatiza a nutricionista.

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