Anemia frequente

Anemia frequente – Síndrome da Mielodisplasia pode desencadear Leucemia quando não tratada

Uma doença pouco conhecida no Brasil vem atingindo um número cada vez maior de idosos. Trata-se da Mielodisplasia, uma alteração funcional das células da medula que faz com que elas cresçam mais do que o normal.

De acordo com o membro do Conselho Científico da Abrale – Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia, Celso Massumoto, a disfunção tem relação direta com o envelhecimento e são raros os casos em jovens. “A incidência é de 3,1 casos para 100 mil habitantes até 80 anos, e de 16 casos para 100 mil habitantes após os 80”, afirma.

Os sintomas evoluem de forma diferente em cada paciente, o que pode dificultar o diagnóstico. Dentre os mais comuns estão cansaço, fraqueza e, frequentemente, palidez cutânea. Em alguns casos, ocorrem sangramentos, principalmente na região das gengivas, além de perda de apetite e febre.

A síndrome merece atenção, pois pode evoluir para uma Leucemia. É diagnosticada por meio de um hemograma, onde avalia-se a anemia, queda na quantidade de plaquetas e glóbulos brancos; também por meio do mielograma, no qual se observa as alterações celulares; e do exame carió-tipo, que analisa os cromossomos.

O tratamento pode ser feito de forma medicamentosa ou, em alguns casos, por meio do transplante de medula óssea.

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Última atualização da página em 13/01/18 por:

Dra. Alice Wegmann (Clínica Geral)

Licenciada em Medicina Geral e uma apaixonada por Medicina Alternativa, Aromaterapia e Fitoterapia.

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