Aneurisma - Causas, Sintomas e Fatores de risco - Fotos Antes e Depois
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Aneurisma – Causas, Sintomas e Fatores de risco

O aneurisma é caracterizado pelo enfraquecimento da parede de um determinado vaso sanguíneo que culmina na sua dilatação.

tipos de aneurisma

Dividido em dois tipos, fusiforme e sacular, a grande ameaça proporcionada pelo aneurisma se deve à possibilidade de rompimento dos vasos sanguíneos. A fragilidade desses canais é consequência de alguma doença que provoca a redução da elasticidade.

O nível de seriedade e progressão do aneurisma é mensurado conforme a região em que ele tenha ocorrido e o grau de abrangência. Assim, as chances de um vaso sanguíneo ser rompido são proporcionais às dimensões atingidas pelo aneurisma.

É importante salientar que qualquer vaso sanguíneo pode ser dilatado em função da presença de um aneurisma. Todavia, o maior número de registros se refere a algum dos diversos vasos que circundam a massa cerebral, e à artéria aorta.

Além de um rompimento iminente, o aneurisma pode causar o desenvolvimento de trombos (tipo de coágulo sanguíneo). Esses trombos iniciam um processo de desenvolvimento que pode resultar na obstrução do vaso, ou ainda se transformarem em êmbolos que começam a vagar pela corrente sanguínea até entupir uma das artérias.

Causas e fatores de risco

Dentre toda a série de fatores de risco que favorecem o desenvolvimento de um aneurisma, os mais relevantes são a obesidade, tabagismo, hipertensão, ata concentração de colesterol no sangue, aterosclerose, e histórico familiar relacionado ao problema. O aneurisma também é mais frequente entre homens, e em indivíduos com idade avançada.

Some-se a esses fatores algumas enfermidades que contribuem igualmente para o surgimento de um ou mais aneurismas. As principais são as síndromes de Moyamoya, de Ehlers-Danlos, e de Marfan, além da doença renal policística autossômica dominante.

O aneurisma dissecante

O aneurisma dissecante é uma vertente específica do problema. Levando em conta que os vasos sanguíneos são constituídos por três revestimentos de massas musculares, o referido aneurisma é determinado quando o revestimento que está em contato com a corrente sanguínea se torna frágil, abrindo um outro caminho de conexão entre os demais revestimentos que envolvem a artéria.

Com isso, a pressão sanguínea começa um processo de ruptura de toda a extensão do vaso sanguíneo atingido. Desse modo, a corrente sanguínea começa a se bifurcar entre os dois caminhos.

Principais sintomas do aneurisma

Salvo exceção nos casos em que se desenvolvam aceleradamente (o que compreende a dissecação e ruptura dos vasos), os aneurismas tendem a não apresentar quaisquer sinais que apontem para sua existência.

Em contrapartida, quando um aneurisma dissecante acomete a aorta torácica o indivíduo sente uma dor aguda no peito, que também pode se expandir até a metade das costas. Nessas situações, o paciente se torna ofegante, começa a eliminar quantidades anormais de suor, e fica propenso a ficar com pressão baixa. Trata-se de um quadro bem semelhante ao do infarto. Além disso, os aneurismas que afetam a aorta abdominal produzem os mesmos sinais, apenas acontecem em uma área corporal diferente.

O aneurisma cerebral também não costuma relevar sintomas, que passam a ser visíveis e nítidos somente quando o paciente está em estado grave. Um desses sintomas é uma cefaleia de intensidade indescritível, que pode ser seguida de problemas neurológicos análogos aos propiciados por um AVC, o que pode induzir o indivíduo ao coma.

De uma forma geral, os aneurismas são tratados como quase irreversíveis. Logo, mesmo quando há a possibilidade de intervenção cirúrgica, as chances de óbito são bem elevadas.

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