Coma Diabetico não Cetonico Hiperosmotico

Coma Diabetico não Cetonico Hiperosmotico – Sintomas, causas e Características do diagnóstico:
Início gradual de poliúria, polidipsia, desidratação e fraqueza; nos casos graves, pode evoluir para embotamento e coma. Ocorre em pacientes com diabetes tipo 2, tipicamente em idosos com ingestão hídrica reduzida.
Hiperglicemia profunda (> 600 mg/dl,), hiperosmolalidade (> 310 mosm/kg); pH > 7,3, bicarbonato sérico > 15 mEq/L; cetose e acidose geralmente ausentes.

Diaqnóstico diferencial
. Acidente vascular encerálico ou traumatismo cranioencefálico
. Hipoglicemia
. Hiperglicemia

Tratamento do Coma Diabetico não Cetonico Hiperosmotico
Reposição vigorosa do volume, com solução salina a 0,9%, até, atingir euvolemia; então, solução salina hipotônica.
No início, a administração de 15 U de insulina regular por via intravenosa mais 15 U por via subcutânea geralmente é eficaz,
seguida de insulina subcutânea de 4/4h.
Monitoração cuidadosa do sódio sérico, osmolalidade e glicemia.
Solução glicosada, quando o nível de glicose for de 250 a 300mg/dL.
Reposição de potássio e fosfato, quando necessário.

Dica
A exemplo da cetoacidose diabética, a osmolalidade determina o prognóstico; esta é a razão pela qual o prognóstico deste distúrbio é mais grave do que o da cetoacidose, na qual a osmolalidade é habitualmente normal.
Referência
Trence DL et al.: Hyperglycemic crises in diabetes mellitus type 2. Endocrinol Metab Clin North Am 2001

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Última atualização da página em 30/11/16 por:

Dra. Alice Wegmann (Clínica Geral)

Licenciada em Medicina Geral e uma apaixonada por Medicina Alternativa, Aromaterapia e Fitoterapia.

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