Aprenda a Comer Menos e Viva Mais

Não há dúvida que aquilo que comemos e bebemos é fundamental para nos saudáveis mantermos e, como tal, determina o tempo de vida que é normal os seres humanos esperarem (talvez 120 anos).

Experiências de restrições dietéticas levadas a cabo desde os anos 30 do século passado demonstraram que reduzir a ingestão de calorias aumenta o tempo de vida de uma grande variedade de animais, incluindo os ratos, e de quase todos os invertebrados estudados, como os vermes e as moscas.

E os seres humanos?

Os factos são os seguintes: durante um processo de envelhecimento normal, cria-se no corpo um estado inflamatório progressivo, sobretudo no sistema nervoso e no cérebro.

Entretanto, sabe-se que as restrições dietéticas reduzem o nível de inflamação existente no corpo e parecem aumentar a capacidade de regeneração do cérebro.

A manter-se a teoria das restrições dietéticas, comer menos com frequência ou jejuar temporariamente pode acabar por traduzir-se num prolongamento da vida: podemos ganhar um ano de vida por cada dois anos durante os quais fazemos uma dieta de 1000 a 1.500 calorias.

Mas, para já, esta estratégia carece de prova no que diz respeito aos seres humanos.

Pode tentar reduzir as calorias ou comer com menos frequência, mas não exagere: uma redução drástica de calorias e nutrientes pode ser nociva para o seu corpo, designadamente pode fragilizar o seu sistema imunitário e deixá-lo vurnerável a infecções e muitas outras patologias.

Não tente cheirar a comida para acalmar o apetite! Não só ficará com mais fome, como estudos sobre as moscas da fruta Drosophila (que, curiosamente, envelhecem como os seres humanos) revelam que o cheiro da comida pode inverter substanciarmente os efeitos da restrição calórica no prolongamento da vida.

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Última atualização da página em 13/01/18 por:

Dra. Alice Wegmann (Clínica Geral)

Licenciada em Medicina Geral e uma apaixonada por Medicina Alternativa, Aromaterapia e Fitoterapia.

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