Confira os riscos da cirurgia de implante de silicone no bumbum

A gluteoplastia, cirurgia plástica que realiza o implante de próteses de silicone no bumbum, promete fornecer uma nova forma ao corpo, remodelando-o totalmente e concedendo harmonia às curvas femininas, além de rigidez ao corpo masculino.

No entanto, quem pensa em se submeter a esse procedimento deve se lembrar que, embora o objetivo seja estético, os riscos de complicações existem e estão no mesmo nível de várias outras cirurgias de emergência, ou que tenham a missão de salvar vidas.

Pensando nisso, os futuros adeptos ao método devem conhecer o maior número de detalhes sobre a gluteoplastia, evitando possíveis surpresas.

Os principais riscos que envolvem a gluteoplastia

Assim como outros procedimentos cirúrgicos, em casos de falhas, a gluteoplastia pode provocar efeitos colaterais graves e que podem ser fatais ao paciente.

A embolia pulmonar, por exemplo, é uma das complicações mais preocupantes. Ela é caracterizada pelo deslocamento de coágulos de sangue até um dos pulmões.

Embora seja algo um tanto incomum, outra consequência agravante para o organismo é uma possível reação alérgica perante a introdução da anestesia.

Durante a cirurgia em si, basta alguns instantes de negligência para que uma ação imprecisa se transforme em algum perigo ao paciente.

É o que ocorre com as infecções hospitalares, resultantes da ausência de padronização dos procedimentos cirúrgicos, particularmente no que se refere à esterilização de todos os utensílios que serão utilizados durante a operação.

Saindo um pouco dos riscos diretamente vinculados a fatores humanos, o paciente ainda precisa considerar que há uma chance de a prótese de silicone sofrer rejeição do organismo. Todavia, esse risco é inferior a 7% dos casos. Além disso, a substituição do material de silicone costuma resolver a questão.

Muitas outras consequências podem advir de uma cirurgia mal sucedida.

Para reduzir as chances de erros a patamares praticamente seguros, cabe ao paciente selecionar o hospital no qual será realizado o procedimento com máximo critério.

Tanto as instalações quanto a equipe de trabalho devem estar em plenas condições de iniciar e finalizar a cirurgia da melhore maneira possível.

Diminuindo os riscos atrelados à gluteoplastia

Após a conclusão da cirurgia, existem diversas medidas que são repassadas pelos médicos e que devem ser seguidas à risca pelo paciente.

Ocorre que, quando não há disciplina ao longo do período de convalescença, é o próprio paciente quem coloca em risco o sucesso de todo o procedimento cirúrgico.

Por essa razão, é fundamental preservar o corpo de atividades físicas intensas antes de terem sido completados quatro meses após o ato cirúrgico, e repousar.

Atitudes simples como essas ajudam a evitar, por exemplo, que a prótese inserida no bumbum se desloque.

Além de causar um efeito estético totalmente diverso do esperado, essa consequência ainda pode gerar um dor profunda.

Os demais cuidados incluem adquirir o hábito de dormir sempre com os glúteos voltados para cima e evitar ao máximo se sentar por cerca de 20 dias consecutivos, sob pena de provocar a abertura dos pontos , efetuar a drenagem linfática manual ao menos uma vez através da semana durante 30 dias, e usar a cinta modeladora indicada pelo médico em todos os momentos, podendo retirá-la apenas enquanto estiver efetuando as necessidades fisiológicas.

Vale a pena ressaltar que o retorno às atividades físicas, quando ocorrer ,deve acontecer paulatinamente.

Quando as dores surgirem, o paciente deve ingerir os medicamentos analgésicos devidamente receitados pelo médico responsável.

Finalmente, visando verificar o nível de integridade da prótese usada, deve-se realizar um exame de ultrassom em intervalos regulares de dois anos.

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