Decidir ter Filhos - Fotos Antes e Depois
Fotos Antes e Depois

Decidir ter Filhos

Decidir ter Filhos

QUANDO DECIDEM TER UM BEBÉ, ESTÃO TAMBÉM A TOMAR A DECISÃO DE CONSTITUÍREM UMA FAMÍLIA.
ESTE É PROVAVELMENTE o PASSO MAIS IMPORTANTE QUE ALGUMA VEZ DARÃO NAS VOSSAS VIDAS, PORQUE TRAZER UMA CRIANÇA AO MUNDO NÃO É UMA COISA QUE POSSAM SIMPLESMENTE ACRESCENTAR AO VOSSO ACTUAL ESTILO DE VIDA.

As mudanças na Familia

Como os papeis estão a mudar
No seu signifìcado mais básico, os termos “mãe” e “pai” descrevem uma série de factos biológicos. Uma mãe
produz óvulos (ovos) e dá à luz as crianças. O esperma do pai fecunda os óvulos e contribui com metade dos
genes da criança. Mas, obviamente que estas não são as únicas diferenças. Os seres humanos pertencem a uma espécie onde existe um “dimorfismo sexual” nítido, no qual as diferenças físicas entre os homens e as mulheres se desenvolveram para permitirem que os homens (sendo maiores e mais fortes) protejam as mulheres.

SEM NECECIDADE DE RECORRER Á FORÇA FISICA
Durante milhares de anos os homens usavam o seu papel biológico para reclamarem privilégio e autoridade,
mas hoje em dia os papéis tradicionais de mãe e de pai são quase tão importantes como o eram os instrumentos da idade da pedra. Estes papéis evoluíram por forma a se adaptarem às circunstâncias que muito simplesmente já não existem.

A tecnologia moderna aboliu a necessidade da força bruta e actualmente as mulheres e as criancas, de uma maneira geral, não precisam dos seus homens para as protegerem da chegada dos intrusos.

INCLUIR OS HOMENS NA CRIAÇÃO DOS FILHOS
Desde a década de 70 que se tem reconhecido que os homens deveriam participar mais na educação dos seus filhos. Muitas vezes isto é visto como um benefício obtido pelo movimento das mulheres, mas não é esse o seu objectivo. O igual investimento dos homens na criação dos seus filhos não deveria limitar-se à consequência da recusa das mulheres em serem prisioneiras de uma convenção social ultrapassada, mas ao resultado da determinaçâo dos homens em exigirem os seus direitos relativamente a uma das actividades mais humanizantes: a educação, a orientaçào e a condução à maturidade independente da criança.

QUANDO DECIDIREM TER UM BEBE, estão a criar uma nova unidade social; em vez de serem duas pessoas que podem ter -assumldo um compromlsso uma com a outra, mas que
mantêm essencialmente a sua individualidade, vocês transformar-se-ão numa família plena. A dependência e a longa infância dos bebés significa que eles precisam de uma constante protecção: a família evoluiu para se certificar de que isso acontece. Apesar de a família mostrar enormes variações em estrutura, isso acontece sempre em toda a parte do mundo. No entanto, uma criança não sabe nada de estrutura – tudo o que ela conhece é a qualidade do carinho, do interesse e do amor que recebe por parte da família.

COMO COSTUMAVA SER
Atá há duas ou 3 gerações, a familia era normalmente baseada no modelo extensivo. As pessoas faziam parte de um grande agregado de três ou quatro gerações, alargando-se também por forma a incluir os primos. Quando as vidas das pessoas eram menos inconstantes e todos viviam e trabalhavam numa área
pequena, o contâcto visual e próximo era possível diariamente. Este maior agregado familiar podia agir como um grupo de apoio para os seus membros, especialmente no caso da educação das crianças.

A FAMILIA DE HOJE
Nos últimos cinquenta anos, este agregado familiar extensivo foi grandemente reduzido. As alterações tecnológicas de crescimento rápido deram origem a um mercado de mabalho que exigia mobilidade; as pessoas quiseram ir para onde estavam os postos de trabalho, ou foram obrigadas a fazê-lo por intermédio de uma necessidade económica. Sair de casa significava deixar a rede familiar exrensiva e instalar-se possivelmente onde não havia ninguém de família que pudesse fornecer apoio financeiro e emocional. Ao mesmo tempo, a prosperidade crescente permitia às pessoas constituir as suas próprias casas, enquanto que no passado poderiam ter permanecido na casâ da família, mesmo quando se câsavam. Este vasto movimento social atingiu o rápido desenvolvimento de um núcleo familiar isolado: apenas a mãe, o pai e os filhos. Mesmo quando enquadrado no seio de uma grande família, este agregado pode ser uma incubadora de emoções agitadas; por si só, a sua sobrevivência a longo prazo tem mais probabilidades de vir a ser precária.

NOVOS AGREGADOS FAMILIARES
Desde a década de 60 que as mulheres têm vindo a desenvolver cada vez mais um grau de independência financeira, o que fez com que houvesse menos probabilidades de fazê-las permanecer ligadas a um casamento falhado, só porque não se achavam capazes de se sustentarem a si mesmas e aos seus filhos. As atitudes liberais do bem-estar social também desempenharam o seu papel na transformação da família tradicional; assim como a família nuclear – desligada dos seus membros mais velhos ou dos ramos mais ténues – se tornou mais a regra do que a excepção, também a taxa dos divórcios aumentou, fazendo surgir uma variedade de estruturas familiares menos ortodoxas.

DIVORCIO E SEGUNDO CASAMENTO
Muitas pessoas divorciadas ou separadas não viraram as costas ao casamento ou a um relacionamento semelhante, mas apenas áquele que consideraram intolerável. Uma grande percentagem dessas pessoas está preparada para fazer uma nova tentativa, criando assim uma segunda família . Tal como acontece com a família nuclear, a segunda família já existe há muito tempo (e nem sempre teve laços muito fortes), mas o seu recente crescimento tem sido bastante notável.

PAIS SOLTEIROS
A família constituída apenas por um dos pais é uma instituição basrante prejudicial. É verdade que ela resulta, muitas vezes, de situações infelizes, e as pressões, principalmente financeiras, que recaem sobre essa pessoa são imensas. No entanto, muitas famílias constituídas apenas por um dos pais estão a prosperar e desenvolvem-se núcleos vigorosos que se encontram ligados por laços particularmente estreiros, que
oferecem às crianças implicadas continuidade, estabilidade e felicidade .

UMA NOVA ESPÉCIE DE PAIS
Não foi apenas a constituição da família tradicional que mudou recentemente, mas também a maneira como ela funciona. Enquanto que os pais costumavam ser protectores, não tendo uma participação muito directa na educação diária dos filhos, a sua importância como parceiros iguais está agora a ser reconhecida – competindo lado a lado ou em pé de igualdade com o papel cadavez maior da mulher como principal sustentáculo financeiro da família. Recentemente, uma disposição familiar alternativa desenvolveu a teoria segundo a qual um pai deve cuidar da casa e da família por opção, enquanto que a sua companheira ganha o pão de cada dia . Uma das razões por que essas famílias são muitas vezes núcleos fortes e bem sucedidos deve-se ao facto de levarem em conta os talentos de ambos os pais e surgem normalmente de uma discussão e de um planeamento cuidadosos. Mas sejam quais forem os aspectos práticos de qualquer agregado familiar individual, desde que forneça um ambiente estável, carinhoso e aberto onde as crianças possam ser educadas, muito provavelmente é o que mais conta.

A FAMILIA NUCLEAR
A maioria das famílias modernas planeia o número de filhos que quer ter e ambos os pais querem participar,
em maior ou menor escala, na criação dos seus filhos.

O QUE É UM PAI?
Ninguém tem problemas em definir o papel de uma mãe. As mães cuidam dos filhos: elas dão comida, dão
conforto, vestem e dão banho; elas encorajam, ensinam, pegam ao colo, despem, põem na cama e pode até ser que cantem para os adormecer.
Sabemos isto, porque foi aquilo porque passámos em crianças. Definir o papel do pai é mais problemático.

DESCOBRIR UM PAPEL MODELO
Por muito que amemos os nossos pais, a relação que tivemos com eles em criança não é necessariamente a mesma que esperamos que os nossos filhos venham a ter com os seus pais. Os homens são constantemente incitados a participarem completamente na criação dos seus filhos, mas poucos são os que têm um papel modelo para demonstrar o que isso realmente sigrrifica. Falando cruamente, o que queremos é que os
pais sejam mais parecidos com as mães.

OS BEBES NÃO DISCRIMINAM
Os bebés e as crianças pequenas não vêem nenhuma diferença entre os cuidados femininos e os masculinos.
As crianças sentem o conforto, o calor e a segurança que dois adultos lhe dispensam e, muito embora aprendam depressa a distingui-los, elas não fazem juízos de valor baseados numa noção de quais deveriam ser os papéis dos pais e das mães. Para além da amamentação, não há mais nada que uma mulher possa fazer por um bebé que não possa ser feito por um homem.

A NECESSIDADE DOS PAIS
Os bebés precisam dos cuidados da mãe e dos cuidados do pai. Precisam que os adultos mais importantes
das suas vidas sejam modelos do que os pais fazem pelos seus filhos; quando isto é alcançado, a geração seguinte de pais não vaì estar em falta no que diz respeito ao que o papel do pai deve ser.
Cuidar de uma criança é indivisível; a criança só vai compartimentar as suas necessidades se for isto que
aprendeu das suas experiências.

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