Ecografia 3D

A ecografia 3D

Os papás – Estudos realizados indicam que a amamentação se prolonga consideravelmente em mulheres que viram os seus bebés, antes de nascer, com estas ecografias. Inclusive para os papás, que não sentem, nem os pontapés nem as transformações no seu corpo, é mais fácil estabelecerem um vínculo com os seus filhos através das imagens obtidas e também uma maior partilha da gravidez com a mamã.

Os médicos – Esta técnica tem vantagens, em relação à ecografia convencional, pois permite um diagnóstico pré-natal mais incisivo, pois mais facilmente se descobrem malformações externas e o grau em que estas afectam o feto. A ecografia a três dimensões permite, mais facilmente, Permite ainda ver o esqueleto do feto, retirando a opacidade da pele tornando-a transparente, e assim possibilitando detectar problemas de coluna, para além de mostrar os ossos do crânio, as fontanelas, as suturas da cabeça e o rosto, em detalhe.

É evidente que as ecografias a três dimensões não substituem as ecografias convencionais. São sim, um complemento destas.

Nos casos de diagnóstico de órgãos em movimento, a ecografia a três dimensões não funciona porque não pode captá-los. Isto acontece porque as imagens a três dimensões não são em tempo real (o intervalo entre a captação da imagem e a apresentação desta no écran é de 25 segundos). Parece estar para breve a resolução deste problema.

Muitos especialistas dizem que esta técnica é “fetodependente” já que quando este se mexe, não é possível captar a imagem. Muitas vezes a mãe tem de suster a respiração porque, o mais pequeno movimento distorce a imagem. Mesmo que não haja movimento fetal e a mãe permaneça imóvel, é preciso que o feto se encontre virado com o rosto para a frente (posição dorso posterior). Para além disso, é necessária a existência de líquido amniótico suficiente.

Caso isso não aconteça, o diagnóstico não pode ser feito com esta técnica. Um dos especialistas nesta matéria é o Dr. Fernando Bonilla, catedrático em ginecologia e obstetrícia da Faculdade de Medicina de Valência, responsável por alguns dos trabalhos que se publicam no mundo. Segundo este, «…o mais complexo é não se estar a trabalhar com um ecógrafo, mas sim com um computador».

Diagnóstico – Mesmo com estes equipamentos e os melhores especialistas, só 90 por cento das malformações são detectadas, passando as restantes, despercebidas. A detecção da malformação depende do período em que surge e da altura em que é realizada a ecografia. As imagens que este diagnóstico proporciona são, evidentemente, valiosíssimas para o médico mas, para as mamãs, que sentem cada movimento e que amam desde o primeiro teste o seu bebé, são o tesouro escondido mais importante do mundo.

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Última atualização da página em 13/01/18 por:

Dra. Alice Wegmann (Clínica Geral)

Licenciada em Medicina Geral e uma apaixonada por Medicina Alternativa, Aromaterapia e Fitoterapia.

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