Egipto

O Melhor do Egipto: A parte cultural, o povo e o sol
O Pior: O cansaço, a poluição e a comida

Esta é sem dúvida uma viagem de sonho, para todos os amantes de viagens culturais, de aprendizagem de novos costumes, de conhecimento de naturezas diferentes, de amantes de História, de apaixonados por mitologia e enamorados pela eternidade.

Comecei a escrever esta opinião ainda durante a viagem, com medo que algum pormenor não resistisse à passagem do tempo, iniciada durante o percurso no rio Nilo, com a câmara fotográfica sempre na mão, em busca de mais imagens e durante um dos poucos momentos de descanso. Aliás, posso ainda referir que quase que dormia com a câmara na mão, porque a ânsia de captar tudo é terrível e tanta coisa fica por fotografar… 🙁

Posso começar por dizer que tudo é diferente e muito melhor do que eu imaginava. Ainda no avião podemos aperceber-nos do contraste entre o deserto e as verdes margens do rio Nilo. A vida no Egipto depende inteiramente do rio, pela vida permitida pelas suas águas e pelo turismo que ele desperta.

A viagem incidiu sobretudo na questão de conhecer as pirâmides e a cidade do Cairo. O pacote que adquirimos tinha tudo incluído, excepto bebidas às refeições, mas depressa descobrimos muitas excursões opcionais, acabando por nos sair muito mais cara do que inicialmente pensávamos. Tivemos um guia excelente (da Image Tours) que falava português e não espanhol, como é habitual e que nos deu a conhecer as melhores excursões além das incluídas e tenho a dizer que valeram bem o dinheiro. Éramos um grupo de apenas 8 pessoas, o que permitiu que se criassem amizades com muita diversão à mistura.

O nosso guia sabia muita coisa acerca da história faraónica, visto que ele era licenciado em turismo egípcio e tinha feito o doutoramento em história/escrita faraónica numa Universidade de Paris. Deu-nos informações muito precisas acerca dos preços praticados, das coisas mais importantes em todos os templos, da mitologia faraónica, levando-nos a conhecer alguns dos costumes habituais deste povo, como por exemplo andar a camelo ou fumar cachimbo d’água (sheesha).

Explicou-nos também alguns preceitos da religião islâmica. Tivemos curiosidade em saber coisas em relação aos casamentos, cada homem pode casar 4 vezes, mas de forma justificada e sendo justo para todas as esposas, ou seja, se a primeira esposa não puder ter filhos, o homem pergunta-lhe se ela não se importa que ele case uma segunda vez afim de realizar o desejo de ter filhos, se ela não se importar ele pode casar uma segunda vez, se ela se importar o divórcio é livre. No caso de um homem ter mais de uma esposa, tudo deve ser justo: se ele passear com uma, terá de fazer o mesmo com as outras, se oferecer alguma coisa a uma, terá de oferecer também às outras e tudo do mesmo valor, se numa noite dormir com uma, nas seguintes terá de dormir com as outras… Para o casamento se concretizar basta que haja um simples pedido e uma aceitação para que o casamento esteja celebrado. Se alguém perguntar “casas comigo?” e a resposta for “sim”, estão casados. O divórcio definitivo sem possibilidade de volta, dá-se à 3ª vez que se profira as palavras de divórcio. Mas a primeira vez que se diga essas palavras já se está divorciado, mas poderá haver duas reconciliações, à terceira vez de divórcio já não há possibilidade de novo casamento.

Ficámos então a perceber que a “palavra” é o bem mais valioso no islamismo.

Posso adiantar que a viagem, em questões monetárias, com as excursões opcionais fica entre 1250 e 1300 euros, por pessoa (e isto com promoções!).

O turismo encontra-se bem organizado, ainda que haja algumas coisas que aos olhos dos ocidentais não esteja da melhor forma. Como por exemplo, a segurança ilusória que parece existir nos percursos entre as cidades, na travessia de uma cidade para qualquer outra cidade, todos os carros que transportam turistas são obrigados a entrar numa “fila” para serem escoltados pela polícia. Acho que se trata mais de uma espécie de corrupção, uma vez que não me parece que seja uma necessidade real, mas sendo uma forma de a polícia ir buscar mais dinheiro, pois cada carro, táxi, autocarro ou expresso que entre nessa “fila, paga no mínimo 80 euros pelo patrulhamento.

Isto aconteceu de Luxor para Esna, de Assuão para Abu Simbel, só não aconteceu apenas do Cairo para Alexandria, pois existe uma auto-estrada com muitos postos de controle.

O povo egípcio é alegre e divertido, sendo os homens particularmente atrevidos com mulheres estrangeiras, não hesitando, ainda que na brincadeira, oferecer camelos em troca delas. Penso que já o fazem porque sabem que existe esse mito no exterior, no entanto por diversas vezes senti-me incomodada com o excesso de assédio, ainda que fosse só através do olhar, e claro que o meu marido também não achou muita piada. Usar roupa decotada ou curta não é conveniente, uma vez que poderá incitar ainda mais a este comportamento.

O serviço prestado aos turistas é quase exclusivamente feito por homens, as mulheres quase não têm participação na vida activa, com a excepção das grandes cidades, como o Cairo e Alexandria, em que agem de uma forma mais citadina, mas cerca de 99%, continuam a usar os trajes típicos, se bem que os homens já existe uma grande percentagem que usa outro tipo de roupa, sem ser a típica.

A Grande Esfinge e as pirâmides de Gizé, erguidas durante o Império Antigo, são hoje ícones nacionais no centro da indústria egípcia do turismo.

Percurso:

Aterrámos na cidade de Luxor, uma cidade que alberga um terço dos maiores templos mundiais. É uma cidade constituída por casas sempre inacabadas, uma vez que são casas familiares e que crescem à mesma medida que a família, onde geralmente o r/c é dos pais, o 1º andar dos filhos e por aí adiante.

Visitamos o templo de Karnak, talvez o maior dos templos, onde existe uma estátua de um escaravelho, que é considerado o símbolo da perfeição uma vez que é ao mesmo tempo masculino e feminino. Junto a esse escaravelho de acordo com uma crença deveremos dar 3 voltas (da direita para esquerda e não ao contrário!) e formularmos um desejo para que este se realize.

Tivemos a oportunidade de fazer uma tour de charrete pela cidade de Luxor, vendo a realidade deste meio diferente, mas que só se entende mesmo vendo. Um dos pontos negativos que aqui encontrei foi o tratamento dado aos animais, a maioria dos cavalos que puxavam estas charretes e mesmo alguns burros de trabalho, assim como os camelos, encontravam-se muito mal tratados e muitos deles estavam escazelados, já não acontecia isto com tanta frequência no Cairo ou em Alexandria, mas em Luxor era uma iminência…

Visitamos o Vale dos Reis, tendo visto as tumbas de Ramsés III, Ramsés VI (ainda mantém o sarcófago, embora um pouco danificado, no seu interior) e Ramsés IX (possuí pinturas e decorações excelentes).

Estivemos depois, numa loja/oficina de trabalho dos diferentes tipos de pedra existentes na zona de Luxor, como alabastro e basalto. Fomos ao templo mortuário de Hatshebsut, a rainha Faraó, onde foi cometido o atentado de terrorismo contra turistas.

Podemos parar junto ao Colosso de Memnon e fotografar aquelas estátuas gigantescas, no caminho para o Templo de Madinet Habu, que, segundo o nosso guia, se encontrava encerrado há cerca de 17 anos e tinha sido reaberto há cerca de 1 mês. Este templo é todo gravado em relevo e a cada sala nova, o relevo é mais profundo.

Estivemos no Templo de Luxor, que alberga uma mesquita com cerca de 500 anos e onde se encontrava o par do obelisco oferecido à França. Passámos as comportas de Esna durante a noite e foi tempo de visitar o Templo de Edfu, do Deus Hórus (Falcão). Depois da tarde passada no cruzeiro, tivemos de ir a correr visitar o Templo de Kom Ombo, dedicado ao Deus Crocodilo.

O Rio Nilo em Assuão

Já em Assuão, fomos de barco até à ilha da Aldeia Nubia, conhecer a suas tradições, fazendo um percurso de camelo, ter visto pequenos crocodilos, tendo até tido direito a uma tatuagem (que desapareceu demasiado rápido) e tendo bebido um dos seus chás frescos, karkadeth.

Posteriormente, apanhamos novamente um barco, e fomos conhecer o Templo de Philae, que foi mudado de lugar devido à barragem de Assuão, que fez o nível do rio Nilo subir. Em seguida passámos por uma casa de essências de perfumes.

Depois de uma viagem de cerca de 3 horas, pelo deserto à luz de uma infinidade de estrelas, chegámos ao Templo de Abu Simbel, um dos mais conceituados, pela dimensão das suas estátuas e por comportar o único templo em homenagem a uma esposa de um faraó, Nefertiti, dedicado à deusa Hátor. Este templo também foi mudado de lugar devido à subida do rio Nilo. Originalmente ele estava construído de forma a que o sol entrasse pela porta principal e incidisse em três das quatro estátuas colocadas ao fundo do templo, duas vezes por ano, uma no Inverno e outra no Verão, uma na data da coroação do faraó Ramsés II e outra na sua data de nascimento. A outra estátua em que o sol não incidia representava o Deus da escuridão e precisamente por isso, nunca era iluminado pelo sol.

Com a transladação do templo (que durou 7 anos) e após cerca de dois anos de estudos, com a mais alta tecnologia e com os matemáticos e físicos mais considerados em todo o mundo, a porta não foi colocada da mesma forma, incidindo o sol nas estátuas 10 dias antes de cada festa. É caso para nos perguntarmos, como é que há cerca 4300 anos conseguiam fazer cálculos mais precisos do que hoje com alta tecnologia?

Seguimos viagem para Cairo, num voo doméstico. Visitamos o mercado de Kan El-Khalili e bebemos uma bebida refrescante no Café do escritor Naguib Mahfouz.

As pirâmides que estavam na nossa mira desde que aterrámos no Egipto, foram finalmente avistadas, estivemos junto das pirâmides de Keops, Kefran e Mikerinos, do pai, do filho e do neto, tendo cada uma delas outras três mais pequenas dedicadas às três esposas de cada um. Perto destas pirâmides encontrámos a famosa Esfinge.

Tivemos a oportunidade de visitar uma escola de tapetes. Os tapetes são feitos por crianças, por terem os dedos mais pequenos, este trabalho é feito no tempo que resta da escola, porque só têm aulas durante o período da manhã ou da tarde. Os materiais usados são sobretudo a seda e a lã de camelo.

Fomos ver a pirâmide de Zoser, em Sakara, a única que valeria a pena entrar, porque todas as outras têm apenas um corredor que tem de se percorrer de gatas, para chegar a uma sala um pouco mais ampla, mas que não tem nada, nem pinturas e depois volta-se de gatas até à saída. A pirâmide de Zoser é a única que tem uma série de corredores, quase labirínticos, pelo que o nosso guia nos disse, e tem também algumas pinturas, mas por ter sido construída à base de madeira e gesso, encontra-se já em risco de derrocada e por questões de segurança, os turistas não podem entrar.

Estivemos, depois no Museu de Memphis, em Mit-Rahina, onde pudémos ver uma estátua gigantesca de Ramsés II e muita esfinges espalhadas pelo jardim. Mas este museu não tem comparação com o Museu do Cairo, que foi o que se seguiu.

O Museu do Cairo, tinha material suficiente para ficarmos lá por dentro durante 4 ou 5 dias, vendo tudo ao pormenor. Temos a sala do Império Antigo, do Império Novo, as galerias dedicadas ao faraó Tutankhamon, estando num lado as várias peças encontradas no seu túmulo e numa outra sala, toda a joalharia e a sua máscara de ouro. Existe uma outra sala dedicada apenas a joalharia de todas as épocas, uma parte dedicada aos Modelos do Império Médio e a Sala das Múmias Reais (que é paga à parte, cerca de 10 euros por pessoa), uma sala dedicada às Múmias de Animais e tudo o resto é dedicado a peças variadas de todas as épocas.

Vista do Cairo, a maior cidade da África e do Oriente Médio.

Tivemos ainda tempo para passar por uma casa de papiros, onde nos foi devidamente explicado como é que eles são feitos. Mas um conselho que dou é que se conseguirem comprá-los no mercado e até mesmo no Hotel, eles ficam mais baratos, a vantagem ali é que poderá haver sempre um de oferta, que pode ou não compensar, depende da quantidade que se queira.

Dedicámos um dia inteiro à cidade de Alexandria, é uma bonita cidade, com uma construção ordenada, já não tendo nada a ver com o Cairo. Começamos por ver as Catacumbas, em Kom El-Shafaga, templo dedicado aos mortos da época greco-romana. Vimos depois a coluna de Pompeu, erguida no palácio de Cleópatra VII (sim, essa mesmo!), mas infelizmente o palácio não resistiu até aos nossos dias. Apenas podemos ver a coluna, algumas esfinges, zonas que estão devidamente sinalizadas como sendo as piscinas ou termas. Por debaixo encontra-se um túnel, que segundo se pensa, terá sido a biblioteca de Cleópatra.

Fomos até ao Forte de Qasr Qaytbay, junto a uma baía lindíssima. Posteriormente visitamos a mesquita de Abu al-Abbas Mursi, em Anfushi, onde obviamente as mulheres entraram por um lado e os homens por outro. Passámos junto à famosa biblioteca de Alexandria, infelizmente não tivemos tempo para entrar. Seguiu-se o palácio Montazah, do turco-florentino de Khedive Abbas II e os seus espectaculares jardins, com uma linda travessia que dava para uma baía e piscinas naturais.

Só para terem uma ideia dos quilómetros do percurso, o cruzeiro de Luxor a Assuão, é feito por cerca de 280 km (320 km se for feito de carro), de Assuão a Abu Simbel são 280 km. De Abu Simbel a Cairo (feito geralmente de avião ou de comboio) são 1280 Km e do Cairo a Alexandria existe uma distância de 220 km.

Sugestões e indicações que me parecem importantes:

– É importante que se escolha sempre um pacote de 5 estrelas, uma vez que estas qualificações não correspondem às internacionais, sendo por exemplo um cruzeiro/hotel de 5 estrelas o equivalente mais ou menos ao nosso de 3 estrelas superior, uma vez que eles têm ainda os 5 estrelas superior e os 5 estrelas luxo.

– Levar protector solar e baton para o cieiro.

– Levar hidratante para a pele e amaciador para o cabelo, porque a água deixa a pele e o cabelo muito secos (os shampoos 2 em 1 não resultam).

– Nunca bebam água sem ser engarrafada (que mesmo assim não é grande coisa).

– O euro é aceite em todo lado, mas acho que ficamos a perder com câmbio.

– É imprescindível ir à aldeia nubia e andar de camelo (excursão opcional).

– Tentem prolongar o tempo no mercado de Khan El-Khalili, porque se tivermos tempo para regatear os preços podemos trazer muita coisas como verdadeiras pechinchas (infelizmente não estive lá mais de meia hora).

– Verifiquem bem a utilização do Visa, porque embora eu também o tenha feito, tive alguns problemas e não deixem de levar o Multibanco, porque é aceite em muitos lados também.

– Levem medicamentos para possíveis constipações, problemas de estômago e intestinais, porque com a mudança, quase todos os turistas sofrem deste mal, embora no caso do nosso grupo tenha sido relativamente bem tolerado.

– Regateiem tudo o que quiserem comprar, mesmo tabaco, porque até as multas, quando são pagas no final do ano, são regateadas com a polícia.

Gastronomia:

Este é um assunto delicado, nos primeiros dois ou três dias, achámos a comida bastante boa, ao contrário de algumas coisas que já tinha lido, mas ao fim deste tempo já estava farta. É tudo muito idêntico, à base de entradas com legumes e saladas, as sopas são bastante boas, mas as saladas, parece que têm todas a mesma especiaria e já não podíamos com nem com o cheiro. As beringelas imperam nas saladas, nos patés e mesmo em pratos quentes o que eu dispensava muito bem…

A carne é sobretudo à base de vaca e frango, o peixe do Nilo é intragável, são tainhas que têm o sabor correspondente ao cheiro que a água emana, parece que sabe a mofo ou a bafio, completamente desaconselhado! Se for peixe marinho a história já é outra, em Alexandria come-se bom peixe.

Situações sui géneris:

– Por vezes reparávamos que alguns carros paravam na berma, os seus ocupantes tiravam os tapetes e iniciavam as suas rezas.

– Quando chegámos de uma visita, o nosso cruzeiro estava na fila para passar a comporta de Esna, tivemos quase de trepá-lo para lá entrar.

– Um dos nossos colegas de grupo, foi encontrar 3 ou 4 egípcios pendurados na janela do seu quarto no cruzeiro a tentar vender-lhe tudo e mais alguma coisa, tendo que chamar o segurança.

– Junto à marginal de Alexandria, um dos nossos colegas foi “assaltado” por um grupo de meninas egípcias a solicitarem-lhe autógrafos.

– Tivemos direito a uma festa árabe no cruzeiro, para a qual tivemos de estar vestidos a rigor.

– Na ida para o Templo de Philae apanhámos um barco, que depois o motor se afogou e lá tivemos de estar no meio do rio a mudar de barco. Este último era conduzido por um miúdo que não devia ter mais de 11/12 anos e que gostava muito de nos pregar sustos, fazendo de conta que ia embater nos outros barcos que vinham em sentido contrário.

– O nosso cruzeiro atrasou-se numa travessia e um dos templos a ser visitados encerrava às 20 horas, chegámos quando já passavam cerca de 20 minutos da hora de encerramento, já tinha sido enviado lá alguém para “subornar” os empregados do Templo a ficar mais tempo, mas de qualquer forma, tivemos de sair todos a correr do barco, em direcção ao templo.

– Na mesquita os membros masculinos e femininos foram separados, no entanto ao que parece um dos membros masculinos, não tendo querido deixar os sapatos à entrada, lembrou-se de os colocar no chão, vieram logo todos a correr para evitar que tal acontecesse, pois tal é proibido nas mesquitas.

– Pusemos todos os egípcios a rir, com o nosso cuidado a atravessar a estrada no Cairo, o que para nós é quase impossível, eles fazem-no com a maior descontracção, nem sei como não assistimos a nenhum atropelamento!

Resumindo, é excelente e aconselhável! Nesta altura do ano o calor não é muito intenso, posso mesmo dizer que nos primeiros dias o frio fez-se sentir e bem, a altura ideal será mesmo de Março a Maio, porque ao que sei no Verão o calor é quase insuportável.

Só tenho a dizer que adorei o Egipto e espero lá conseguir voltar um dia nem que seja só para fazer praia em Hurgada ou no Mar Vermelho, para visitar um oásis ou ir ao lago Nasser, que não tive oportunidade de conhecer desta vez, e desde já peço desculpa pela extensão da opinião, mas não resisti a contar tudo isto e mesmo assim muito ficou por dizer.

Em que altura do ano foi?: Dezembro-Fevereiro
Melhor Altura para Viajar para este Destino: Março-Maio
Ideal para: Aventureiros
Tempo Necessário para Visitar: Nunca se fica a conhecer tudo
Tipo de Viagem: Uma semana

Pessoas: Excelentes! Prestáveis e simpáticas
Custo da Viagem: Cara
Comida: Não é lá muito boa

Informações que lhe podem ser Úteis:

Última atualização da página em 13/01/18 por:

Dra. Alice Wegmann (Clínica Geral)

Licenciada em Medicina Geral e uma apaixonada por Medicina Alternativa, Aromaterapia e Fitoterapia.

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Última atualização da página: 13/01/2018 às 3:08 horas por: Dra. Alice Wegmann (Clínica Geral)