Face Lift - Fotos Antes e Depois
Fotos Antes e Depois

Face Lift

Em 1904, quando se começou a fazer rejuvenescimento facial, descolava-se só a pele. Passado algum tempo, verificou-se que os resultados eram decepcionantes porque esticar a pele não serve para nada. “Passada a fase do edema a pele volta a cair, fica exactamente na mesma. Nós envelhecemos de duas formas: primeiro com a idade e depois com a força da gravidade que faz cair o peito, a barriga, tudo. Por isso é preciso retencionar músculos para que eles fiquem a uma tensão prévia anterior”, explica o cirurgião plastico, para quem a idade em que se faz um “face lift” é pouco importante, “o que é importante é a indicação cirúrgica”.

Ao tratamento cirúrgico do rejuvenescimento facial chama-se “face lift”, lifting facial ou ritidectomia e pode ter procedimentos complementares como a blefaroplastia e a lipoaspiração do pescoço e da região submentoniana.

“Nos últimos anos, dentro da cirurgia plastica houve uma agressividade maior, principalmente no rejuvenescimento facial, começaram-se a fazer liftings mais profundos, a descolar a pele rente à estrutura óssea. Mas isso implicava mais riscos e algumas lesões nervosas, maior tempo de edema, as doentes ficavam dois meses com a cara inchada”, explica o Dr. Como é que se vai dizer a uma doente, ao fim de mês e meio, que tem que aguardar porque o resultado vai ser melhor?, questiona o médico. “Depois não se provou de facto que o resultado era melhor. Uma cirurgia estética como essa deve ser feita com o bom senso de dar um bom resultado mas sem correr riscos. Chegou-se à conclusão de que não valia a pena. Os resultados ao fim de cinco anos eram semelhantes aos de um lifting clássico, com o deslocamento normal” acrescenta o médico.

A última novidade é a cirurgia endoscópica (com câmara de vídeo e micro-incisões) mas a maioria dos médicos com quem falámos não lhe conhecem resultados satisfatórios e duradouros. “Sei que se fizer um ‘lifting’ segundo a maneira clássica, com alterações que foram sendo introduzidas ao longo dos anos, se pode conseguir bons resultados para uns 10 a 12 anos. Isso com as técnicas endoscópicas não se consegue.”

Na opinião de Mario antunes, a partir dos 30/35 anos já se podem fazer liftings da região temporal. “O ideal será ir fazendo a partir dos 30 anos pequenas intervenções, de maneira a adiar o mais possível as grandes intervenções.” Mario antunes afirma que os melhores resultados são conseguidos entre os 45 e os 55 anos. Embora haja uma tendência – porque também se pretende ganhar uma parcela maior de mercado -, de os médicos dizerem para se começar mais cedo. “Essa ideia veio do Brasil, diz-se que se deve começar mais cedo porque depois vai durar mais tempo. Não sei se dura mais tempo. O que acontece nas pessoas que fazem mais do que um “lifting”, dois ou três, é que se perde a relação entre a pele e os músculos da mímica, que são os dados da expressão humana. Não se percebe o que se passa ali naquela cara, parecem actores de teatro japonês, com uma máscara inexpressiva.” “Vejo pessoas no meu consultório que já operei há 10 anos e que estão melhor agora do que quando eu as operei. As pessoas ganham entre 10 a 15 anos na imagem que o espelho reflecte. Não ganham na forma de pensar, de estar, na forma como convivem com os outros. Poderá também alterar, poderá ajudar, mas não resolve esses problemas”, lembra o cirurgião

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