Fotos Antes e Depois

Ilha da Madeira

Navegações insulanas

Funchal, cerca de 1900. O primeiro-tenente Diogo S. à proa da sua corveta. Baixo, entroncado, fardado a rigor, bigodes retorcidos ao gosto da época, enorme cara redonda e um boné da marinha dois números abaixo do desejável. À esquerda um mastro. Ao fundo uma peça de artilharia. Observando a fotografia com mais atenção, surgem, em segundo plano, umas manchas desfocadas parecendo copas de árvores. E no canto superior direito, mesmo a fugir ao enquadramento, o inconfundível contorno de uma casa com telhados de quatro águas e janelas de cantaria. Depois percebe-se: a amurada é de alvenaria. É tudo cenário. Um faz-de-conta.

Ao virar do século, existiam na Madeira três esquadras de navegar em terra: a «Submarina», a «Torpedeira» e a «Independente». Tinham, como qualquer Armada, quartéis, bandeiras, hinos, fanfarras, fardas e oficiais, muitos oficiais – almirantes, vice-almirantes, contra-almirantes, capitães de mar-e-guerra, capitães de fragata, capitães-médicos, capelães, capitães-tenentes, primeiros-tenentes, segundos-tenentes, guardas-marinha e aspirantes. As classes dos sargentos e praças eram menos abundantes. E na ausência de navios, as casas transformavam-se em fragatas, corvetas e canhoeiras. Submarinos não havia, ainda estavam por inventar.

Aos domingos pelo meio-dia, disparavam salvas de canhão ou, na falta, foguetes. E faziam sinais de bandeiras, num particularíssimo código naval, comunicando e combinando: as notícias da família, algum jogo de bisca, um dominó, unia petisqueira ao fim da tarde ou o assalto à quinta de qualquer amigo desprevenido. Nesses tempos sem aviação nem telégrafo, as ilhas estavam ainda mais apartadas do mundo.

Penso nas origens. Isola, ilha. Viver aqui é estar-se cercado. Somos sempre os mesmos. Convivemos, gerações fora, numa nesga de terra, 50×20 km, perdidos no Atlântico. E fazemos deste espaço o Universo. Há quem nunca tenha saído da ilha, mas não conheço quem não olhe diariamente o mar. Por isso, temos sempre uma janela, uma fresta, um canto do jardim para o espreitar. Observe.

Na parte baixa do Funchal – ruas de Santa Maria, Alfândega, Murças, Sa-bão, Tanoeiros, Carreira… os edifícios mais antigos têm uma torre de ver o mar. E nas velhas moradias das cercanias da cidade, há sempre um balcão, um mirante ou uma «casinha de prazeres» típica construção madeirense, em pérgola, separada do edifício principal, telhado de colmo (mais tarde abastardado pela folha flandres) e paredes de tapassóis. Procure. Encontrará por aí, algures, qualquer mastro perdido dessas esquadras de navegação terrestre.

As esquadras. Brincadeira, passatempo, divertimento de senhores da ilha. Que inventaram um jogo acrescentando-lhe regras. Códigos, hierarquias. Fardas e bandeiras. Às tantas tomaram-se a sério. Criaram fanfarras com instrumentos partilhados pelas bandas de música. E desfiles com espingardas emprestadas da Guarda Fiscal. Segundo um jornal da época, na madrugada do domingo 16 de Outubro de 1904, a Esquadra Submarina de Navegação Terrestre embarcou no vapor «Milano» rumo ao Caniço. Assistiram à missa, «após o que o pároco da freguesia pediu ao almirante a fineza de o acompanharem na procissão do Rosário, ao que o almirante de bom grado acedeu». Após o almoço (e copos e muitos copos), a fanfarra deu um concerto, regressando ao Funchal pelo cair da tarde.

Anos antes, a 22 de Junho de 1901, no Largo do Monte, a mesma esquadra recebeu, com honras militares, el-Rei D. Carlos. Sua Majestade, muito dado às coisas navais, não identificou a nacionalidade daquela marinhagem. Depois estranhou. O pelotão comportava mais oficiais que praças – embora Rafael Bordalo apontasse no Portugal desse tempo, mais almirantes que navios. «Já chegámos ao Carnaval, ou quê?», desabafou o monarca, recusando passar revista àquelas tropas. Aqui as fontes divergem. Segundo uns, el-Rei, muito agastado, mandou dissolver as esquadras. Para outros, havia que conservar a real dignidade, mesmo encontrando-se na Madeira. Certo é as esquadras terem durado mais 10 ou 12 anos.

O Largo do Monte não estará muito diferente, excepto no crescimento das árvores e no desaparecimento do Elevador a que os madeirenses chamavam «comboio». Perto, a Quinta Rocha Machado onde o Rei almoçou e onde faleceu em 1921 o último imperador da Áustria. Aí, ao lado de uma «casinha de prazeres» em pedra e cal, um enorme mastro que poderia ser das Esquadras. E um pouco abaixo, nos jardins do Mount Palace Hotel, hoje Fundação Berardo, continua ancorado, num lago rococó, um barco de pedra com uma proa de canhões artilhados a jactos de água. É a memória de um tempo desaparecido que talvez se possa encontrar nesses turismos de habitação. Não os conheço. Mas se estiver perdido, dou três pistas: passeie-se pela Quinta Magnólia, o antigo British Country Club, na saída oeste do Funchal. Esqueça as modernices e aspire-lhe o sabor. Depois, a Quinta Reid, actual Jardim Botânico, esplendoroso. E finalmente, quase no centro da cidade, a Quinta da Penha de França – um exemplo de como se pode fazer turismo respeitando o gosto e o espírito do lugar. Veja os jardins, os mastros, os mirantes, as casinhas de prazer. E imagine-se isolado. Na ilha. Feche os olhos e navegue pela fantasia. Como nos romances de Conrad. Boa viagem.

Turismo de Habitação na Iha da Madeira

Uma parte das casas adaptadas ao Turismo no Espaço Rural na Região Autónoma da Madeira são antigas casas-mães de explorações agrícolas e, por isso, mantém a designação «quinta».

A sua distribuição pelo território não é uniforme, mais que não fosse pela circunstância de em Porto Santo haver uma única casa em funcionamento. Mas, mesmo na ilha da Madeira, a oferta também não está uniformemente distribuída, concentrando-se na costa Sul, muito em especial, na faixa compreendida entre Santa Cruz e Ribeira Brava. Na costa Norte, o único ponto com alguma concentração de casas é Porto Moniz.

Na Madeira, mais ainda que no resto do país, um elemento-chave destas casas é a vista: sobre o mar e sobre as abruptas falésias nuns casos e sobre os picos arborizados do interior, noutros. Destaquem-se os panoramas que se abrangem a partir de duas casas: as luzes do Funchal a partir da varanda do primeiro andar da Quinta da Fonte e a vista da Casa do Pico sobre a ilha de Porto Santo. Refira-se, ainda, o caso curioso da Casa da Piedade que, apesar de se situar no fundo do vale de São Vicente, não deixa de proporcionar estupendos ângulos de observação sobre as montanhas que a rodeiam.

Outros pontos de interesse são a riqueza da decoração interior e do mobiliário (Quinta da Capela) ou a prova do afamado Vinho da Madeira (Quinta de São João).

Noutros casos, a localização é estratégica para os amantes da caminhada a pé e outras actividades de ar livre, já que a estada nestas casas faz delas bases de operações para a descoberta das zonas envolventes. É, por exemplo, o caso da Casa do Lanço ou da Casa do Pau Branco.

Muito embora a hotelaria tradicional gere receitas com algum peso na economia regional (sobretudo em períodos de ponta como a «Passagem do Ano»), o Turismo no Espaço Rural tem boas perspectivas de desenvolvimento, sobretudo na medida em que se dirige, não ao visitante indiferenciado, mas àquele que se interessa por explorar as belezas naturais da Madeira e de Porto Santo, com particular destaque para os passeios pelas veredas que se projectam ao longo da rede de centenas de quilómetros das famosas levadas, históricos canais de irrigação. Esta actividade começa a já a atrair muitos turistas estrangeiros.

Paisagens e Património da Ilha da Madeira

Calheta
Camacha
Câmara de Lobos
Funchal
Machico
Porto Moniz
Ribeira Brava
Santana
S.Vicente

Os equívocos perpetrados por algum turismo reduziram em muito a Madeira às noites do Funchal. É um erro, e um desperdício, numa ilha em que a beleza natural se torna elemento primordial da relação dos passantes com a terra. Então, o ideal é tentar entender a relação do homem madeirense com a sua geografia difícil, como se interpenetram gentes e ro-chedos, como se edifica uma lavoura de espaços conquistados ao vazio, regados com água trazida de quilómetros de distância pelas «levadas»…

Calheta

Com boas áreas de cultivo junto ao mar, foi terra de plantação da cana de açúcar e conserva ainda restos do importante engenho. Tem uma Capela dos Reis Magos, do séc. XVI, com tecto estilo mudéjar e um retábulo de madeira de carvalho, da escola de Antuérpia. Da mesma época é a Igreja Matriz e a Capela do Santíssimo, com uma cancela de madeira recheada de incrustações de metal.

Camacha

Quem procura objectos ou móveis em vime tem de se deslocar à Camacha, centro produtor daqueles artefactos. Situada a poucos quilómetros do Funchal, a vila é famosa também pela sua Festa da Maçã e pelo grupo de folclore.

No mesmo caminho, um pouco mais para a frente, aproveitando um chão em plena crista montanhosa, está a vila do Santo da Serra, que se transformou, desde os finais de 50, numa estância de férias, e onde, aos fins-de-semana, se improvisa uma espécie de mercado no largo em frente à igreja, que constitui motivo mais para uma visita à vila, onde merece destaque o parque público da «Casa da Junta», com caminhos bordeados de camélias e azáleas, e onde se podem observar, em cercados próprios, veados, cavalos, cabras e outros animais.

Câmara de Lobos

Já faz parte do folclore referir a passagem de Winston Churchill por esta pequena vila piscatória muito próxima do Funchal, onde exerceu alguns dos seus dotes de pintura. Porém, a localidade vale muito mais que essa memória histórica. Para lá da poncha – uma mistura de sumo de limão, mel de abelha e aguardente de cana – , vale a pena percorrer os diversos lo-cais com vista para a vila e o mar, nomeadamente ao cabo Girão, confrontar-se com o precipício a pique sobre o mar, debruçado no corrimão metálico.

Costa Norte

Funchal

O nome é o princípio de todas as coisas. Funchal, por exemplo, deve a sua designação à abundância da planta do funcho, outrora abundante no local. Com 120.000 mil habitantes, a cidade aglutina uma fatia significativa do turismo que demanda a Madeira. Foi sempre um ponto de paragem obrigatória de muitas rotas marítimas para o Sul, para o Cabo ou para as Caraíbas e América Latina.

Com uma história longa, a cidade orgulha-se da Sé, mandada construir por D. Manuel I. Destaque para o portal, para o traçado rendilhado da parte posterior e para a torre sineira, com cúpula azulejada. O Rei fez algumas ofertas valiosas, como a pia baptismal, o púlpito e ourivesaria sacra. O retábulo do altar-mor também é manuelino, com painéis da escola portuguesa. O cadeirado do cabido é flamengo e o tecto de alfarge, feito de cedro da ilha, hispano-mourisco. Os altares do Cruzeiro e do Santíssimo e os azulejos da Capela do Amparo são barrocos.

De construção anterior é o Convento de Santa Clara. datado de 1492, tem preponderância de barroco no conjunto arquitectónico do mosteiro e da igreja. Aqui, o túmulo com arcarias góticas é manuelino, os azulejos são hispano-mouriscos, o claustro tem arcadas góticas e os painéis de azulejos e alguma estatuária são barrocos. A torre sineira, coberta por azulejos dos séculos XVI e XVII, é encimada por uma cúpula oitavada. O Palácio de São Lourenço começou como um baluarte mandado construir em 1513, posteriormente aumentado, em 1545, por determinação de D. João III. Uma das preciosidades funchalenses é o Museu Photographia Vicentes, que detém a memória fotográfica da ilha e se baseia no acervo do atelier fundado em 1845, com um departamento de vidros emulsionados (em particular no tamanho 30×40) único no mundo. A capela de Santa Catarina, não classificada por guardar pouco da época manuelina, foi erguida no local onde se presume existiu a primeira, de madeira. Ambas foram mandadas edificar pela mulher de Gonçalves Zarco. A inscrição «1423», sobre o portal barroco, é recente e evocará o pórtico original, entretanto destruído. O minúsculo torreão sineiro, a cruz, a pia baptismal e o alpendre são do estilo manuelino.

Visita indispensável é a que fará ao Museu de Arte Sacra, porque dispõe quiçá da melhor colecção de pintura flamenga do século XVI existente em Portugal (escolas de Bruges e Antuérpia). O museu tem ainda no seu espólio colecções de escultura, paramentaria e ourivesaria sacra. Um outro museu digno de atenção é da Quinta das Cruzes, cujos jardins por si só justificam o passeio, para além das colecções de arqueologia e de artes decorativas, nomeadamente mobiliário, faianças, porcelanas, pratas, presépios e imaginário religioso dos séculos XVII a XIX. Pelas mesmas razões, e a caminho, aproveite para visitar a Casa-Museu Frederico de Freitas.

Do Funchal, não deve deixar de subir à Eira do Serrado para apreciar, no fundo da garganta, o Curral das Freiras, localidade isolada para onde as freiras do Convento de Santa Clara fugiam dos piratas que atacavam o Funchal.

A seis quilómetros da cidade está a povoação de Monte, a que chamam a «Sintra da Madeira» por causa do seu micro-clima e do verde da paisagem. O Imperador austríaco Carlos I está sepultado na Igreja Matriz. Veio para a ilha após ter abdicado e morreu seis meses depois, com uma pneumonia. É do Monte que partem os carros de vime que deslizam encosta abaixo, numa correria alucinante até ao Funchal.

Um pouco mais acima, suba ao pico do Areeiro e, dele, por vereda pedestre. para o pico Ruivo. Até ao Areeiro, o acesso pode fazer-se de carro, e no topo existe um café e um hotel. Mas também é aliciante lá chegar através de um dos muitos percursos a pé. Só assim se capta o espírito do lugar e o mistério das paisagens. Coberto de neve durante o Inverno, o Areeiro é ponto de partida para vários dos principais picos da ilha.

O pico Ruivo é o ponto mais alto da Madeira, com os seus 1861 metros. Chega-se lá a partir do Areeiro ou por Santana. Mesmo por baixo do cume há uma pousada. Não é a brincar que se chega a esse cume, mas é um passeio seguro e vale o sacrifício. O que se vê é indescritível: é, deveras, necessário ver para crer.

Machico

Foi na baía do Machico que fundearam, pela primeira vez, os descobridores da Madeira. Esse facto seria, só por si, suficiente para dar a esta localidade um particular interesse histórico. Mas também vale a pena visitar as marcas de outros tempos: a Capela dos Milagres (a igreja mais antiga da ilha) e dois fortins, réstias de tempos de guerra, quando era necessário organizar defesas contra os piratas.

Porto Moniz

Das raras enseadas da agreste costa Norte, apresenta um belíssimo conjunto de piscinas naturais. Daqui, dê um salto a Ribeira da Janela sítio da costa por onde encontra mirantes e as cascatas do Véu da Noiva e da Fajã da Parreira, que despejam para o mar. Mais à frente, o pequenino porto do Seixal, região por cujos socalcos se procedeu ao plantio da vinha, como no Porto Moniz.

Ribeira Brava

É o local da encosta Sul de melhor acesso para o Norte da ilha, subindo para a Encumeada. Quando começar a descida, fica o Ribeiro Frio, que é ponto de partida para vários passeios pelas levadas e sede de um bem abastecido viveiro de trutas. Da Ribeira Brava pode também deslocar-se à Ponta do Sol para visitar a Igreja Matriz, com fundação no século XV e que conserva a «Capela do Coxo», mandada construir pelo sesmeiro Rodrigues Enes. A capela-mor é decorada a azulejos, o tecto é em alfarge hispano-mourisco e a pia baptismal é de cerâmica verde. Com azulejaria de padrão único na ilha, do século XVII, a igreja possui ainda imagens de inspiração flamenga, como a da Senhora da Luz, vinda da primeira capela, e outra da mesma Senhora, mas do século XVI.

Santana

Situada a cavalo na crista das serranias madeirenses, quase que indecisa entre cada um dos lados, mas já a pender para a costa norte, é conhecida pelas típicas casas de empena triangular e telhados de colmo quase até ao chão, tradição de há vários séculos. Próximo de Santana estão as Queimadas, importante ponto de referência para os caminheiros, e de partida para um dos mais fabulosos passeios que a ilha pode proporcionar, até ao Caldeirão Verde.

São Vicente

Aqui a costa Norte aparece escarpada e a estrada para Porto Moniz, muito estreita, teve de ser rasgada a meio da costa, a pique sobre o mar, conquistada à rocha por trabalhadores que, suspensos por cordas, alumiavam o pavio da pólvora e eram depois balançados para escapar do local da explosão. Na vila, vale a pena observar o casco antigo da urbe e as grutas, herança de um vulcão que, nas entranhas da terra, injectou turbilhões de lava que esculpiram as grutas, corredores estranhíssimos.

Artesanato Madeirense

No artesanato madeirense, bastante rico pela diversidade que apresenta, destacam-se os famosos bordados, alguns instrumentos musicais com especial relevo para o brinquinho, a cestaria, os chapéus de palha ou palmitos e as botas típicas.

Os bordados constituem um dos principais recursos da ilha e foram introduzidos por Miss Phelps, devendo-se a esse facto a influência inglesa nos seus elementos. Actualmente, este artesanato ocupa cerca de 21 490 mulheres, o que se reflecte não só no emprego, mas também nas receitas. As peças de vime são igualmente bastante requisitadas e já com longa tradição, com os seus múltiplos usos como, por exemplo, nos típicos carrinhos de cestos puxados por madeirenses com palmitos.

O artesanato também se reflecte no Bailinho da Madeira que é acompanhado pelo brinquinho e pelo traje tradicional no qual se incluem as botas típicas que dão um toque especial à dança.

Arquitectura Tradicional

Casa Madeirense

Na arquitectura madeirense, distinguem-se três tipos de traça, as casas senhoriais dos séculos XVII e XVIII, construídas com o tufo vermelho e o basalto negro, as casas de colmo caiadas também da época colonial e ainda visíveis sobretudo em Santana, e as quintas do século XIX de influência britânica, enriquecidas pela extensão dos jardins e pelos campos de jogos e outras estruturas de recreio e lazer.

Ao percorrer a ilha podem ser apreciados os ‘tapassóis’ (persianas) de verde escuro, já bastante raros, as telhas ‘mouriscas’ e as telhas ‘marselha’ mais recentes. São ainda de destacar as chaminés que sobressaem pela peculiaridade das formas piramidais que as definem.

28. Fevereiro 2012 by admin

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