Linhas de Expressão - Fotos Antes e Depois
Fotos Antes e Depois

Linhas de Expressão

A face é o elo de comunicação entre nosso interior e o meio em que vivemos. Através dela expressamos sentimentos, nos apresentamos e nos comunicamos com nossos semelhantes. Sua importância é colocada à prova a cada instante aos olhos críticos de uma sociedade que cada vez mais valoriza e associa beleza à juventude.

Na busca pelo rejuvenescimento é imperativo conhecermos as alterações estruturais funcionais que ocorrem nas diversas camadas da face, e o momento da vida em que surgem para encontrarmos o melhor tratamento.

linhas de expressão antes e depois

Em alguns casos, a pele, embora enrugada e pregueada, torna-se espessa, de coloração amarelada e superfície porosa, lembrando a casca de laranja. As linhas de expressão são observadas em toda superfície cutânea é muito mais acentuada nas áreas descobertas, o que mostra, desde logo, a importância da irradiação solar, vento, frio, no agravamento das rugas fisiológicas.

A seqüência de alterações e a velocidade com que ocorrem se dá de maneira bastante variável de pessoa a pessoa. Na adolescência as primeiras linhas de expressão na rosto aparecem na região frontal, com disposição horizontal, decorrentes da ação do músculo occipto-frontal. As linhas de expressão aparecem em regra depois dos 25 anos.

Em redor desta idade surgem algumas com caráter ligeiro, pequeno, fino, junto dos sulcos nasogenianos. Até cerca dos 40 anos aparecem rugas suborbitais as quais adquirem dimensão média. A partir desta idade surgem as do pescoço enquanto as anteriores se vão acentuando.

Aparecem novas rugas nas regiões pré-auriculares e nas mãos. A face vai-se “cavando” pelo aparecimento da bola adiposa das bochechas, as linhas de expressão sulcam-se, tendem a reunirem-se e pigmentam-se.

Segundo PINOTTI (1996), por volta dos 30 anos, conforme figura 08 observamos que há uma redundância de pele na pálpebra superior e aparecimento dos primeiros “pés de galinha” e um sulco infrapalpebral. O sulco naso-labial, mais nítido quanto sorrimos.

Fig. 08 – Aspecto da face aos 30 anos.

Já aos 40 anos, observamos na figura 09 que as linhas de expressão ficam evidentes, principalmente no homem, as rugas da glabela decorrentes da ação dos músculos prócero e corrugadores. As linhas de expressão frontais e os “pés-de-galinha” aprofundam-se.

Fig. 09 – Aspecto da face aos 40 anos.

Aos 50 anos observamos uma ptose cutânea da pálpebra superior atinge o reborbo ciliar, que associado a ptose do canto externo dos olhos leva à sensação e aparência de cansaço e tristeza (figura 10). A ponta nasal desce. Surgem as primeiras linhas de expressão cervicais e periorais.

Fig. 10 – Aspecto da face aos 50 anos.

Aos 60 anos observamos que as linhas de expressão existentes aprofundam-se e alongam-se, como na união “pé-de-galinha” e as rugas palpebrais (figura 11). Acentua-se todas linhas de expressão preexistentes e as depressões adiposa temporal e bucal, evidenciando-se ainda mais o sulco nasolabial.

Fig. 11 – Aspecto da face aos 60 anos.

Aos 70 anos, podemos observar na figura 12 a queda da ponta nasal e pronunciada. Acentuam-se todas as linhas de expressão preexistentes e as depressões temporal e bucal se aprofundam, evidenciando o processo involutivo da velhice.

Fig. 12 – Aspecto da face aos 70 anos.

Histopatologicamente há uma redução dos elementos componentes da epiderme. As alterações principais são as do tecido elástico e do colágeno (degeneração basofílica e granular), elastose (BECHELLI et al, 1978). As linhas de expressão podem ser causadas por diminuição de nutrição e oxigenação. Em indivíduos idosos, ocorre aterosclerose, que diminui a irrigação dos órgãos e tecidos, fazendo com que cada célula se adapte gradativamente à menor oferta de nutrientes, sem que ocorra degeneração ou morte celular. Ressalta-se que as células atróficas têm função diminuída, não estando, porém, doentes ou mortas.

Perda de elasticidade

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A pele perde elasticidade. Este fato é relevante por estar na dependência das alterações das fibras colágenas e elásticas que fundamentam fisiologicamente aquela propriedade cutânea. A perda da elasticidade junto com a atrofia do panículo adiposo origina um pregueamento cutâneo que designa se vulgarmente como rugas, as quais constituem um dos elementos definitórios precoces do processo involutivo cutâneo (ESTEVES et al, 1991).

Podem ser causadas por diversos fatores. Os mais importantes são os danos permanentes causados pela luz visível que atuam sobre o tecido conjuntivo, culminado numa elastose senil e atrofia e, clinicamente, no aumento da formação das linhas de expressão. A pele não apresenta somente maior formação de linhas de expressão e atrofia; há um estado pré-canceroso, no qual deposições queratínicas senis podem ser precursores de um carcinoma das células espinhosas.

São estes os danos tardios que podem ocorrer bem antes da “velhice”, em conseqüência de uma exposição exagerada à luz e ao sol (GUITHER, 1980). As linhas de expressão por motivo da sua enorme importância estética, particularmente no sexo feminino, como sinal ou selo do desaparecimento da juventude, é motivo de atenção especial e de procura de cuidados correctivos e tratamentos.

Alterações Teciduais

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Em todos os tecidos do organismo observam-se alterações durante o envelhecimento. Elas variam de intensidade dependendo do indivíduo e do tecido considerado, verificando-se que em algumas pessoas essas modificações predominam em certos setores do organismo e em outras localizações diversas. O melhor exemplo dessas modificações encontra-se no tecido conectivo que, além de ter sido o mais estudado, está distribuído por todos os setores do organismo (PAPALÉO, 2002).

Alterações do Tecido Conjuntivo

As alterações do tecido conjuntivo são freqüentemente utilizada para avaliar-se a progressão do envelhecimento. O enfraquecimento dos tecidos fibrosos, em associação a espasmos musculares intermitentes. O depósito de substância anormais no tecido conjuntivo é comum na idade avançada, tornando difícil definir-se a separação entre a doença e o simples envelhecimento. A calcificação da camada média das artérias musculares é comum e geralmente não tem significância clínica.

Alterações do Colágeno (colagénio)

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O colágeno é a proteína mais encontrada no organismo. Com o envelhecimento mais colagénio é formado, surgem ligações cruzadas na molécula e há maior resistência à ação da colagenase. Em conseqüência aumenta a rigidez dos tecidos e há maior dificuldade de difusão dos nutrientes dos capilares para as células e dos metabólitos das células para os capilares, o que ocasionaria deterioração progressiva da função celular.

Alterações do Tecido Elástico

As alterações no tecido elástico do corpo causam perda da elasticidade e enrugamento da pele. Isto ocorre primeiro nas regiões do corpo expostas ao sol – principalmente a face – sugerindo que as alterações do envelhecimento das fibras elásticas são aceleradas pela luz solar.

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