MAIS VALE PREVENIR DO QUE REMEDIAR - Fotos Antes e Depois
Fotos Antes e Depois

MAIS VALE PREVENIR DO QUE REMEDIAR

Atualizado em 13 Janeiro, 2018

MAIS VALE PREVENIR DO QUE REMEDIAR

No decorrer das seis ou sete décadas do século XX, rico em maravilhas que a Ciência nos revelou, a Medicina fez brilhantes conquistas em prol da saúde, que sempre foi e será a maior das riquezas materiais do gênero humano.

O médico moderno dispõe de diagnósticos e meios terapêuticos que deslumbrariam os esculápios do passado.

A Medicina conta, hoje, a mãos cheias, com uma variedade de recursos até há pouco tempo completamente desconhecidos.

Mas também se vê obrigada a enfrentar um inimigo que muito a prejudica no desempenho de suas nobres funções:

É o tempo perdido pelos pacientes, que não procuram socorro imediato para seus males.

Quantas vezes, por exemplo, um câncer inicial, ainda facilmente curável, se transforma em uma grave infiltração maligna (metástase); uma ligeira cardiopatia se descompensa; um simples resfriado se transforma em uma grave pneumonia; uma leve dor de garganta, em uma perigosa difteria; uma apendicite, numa peritonite; etc.

Recorremos ao médico tardiamente, nos casos graves, muitas vezes irremediáveis, e exigimos, contra a razão, que o clínico faça prodígios, quando seus esforços, ainda que mínimos, seriam coroados de êxito se o tivéssemos consultado aos primeiros sintomas da moléstia. ‘

Se os inconfundíveis sinais de uma enfermidade grave recomendam a busca de um especialista sem demora, não devemos aguardar a “reação espontânea do organismo”, pois a providência imediata significa, neste caso, poupança de maiores aborrecimentos, de maior perda de tempo e de maiores despesas, além de assegurar resultados mais lisonjeiros para a conservação da vida e da saúde.

Diagnosticada a enfermidade em sua fase inicial, o paciente tem grandes vantagens. Mas o nosso povo, lamentavelmente, ainda não compreende isso.

Os médicos são procurados mais pelos “doentes de cisma” do que pelos “doentes de verdade”.

A grande maioria dos que buscam o médico não necessitam de remédio algum, mas apenas de conselhos.

Acham, porém, que o médico Ihes deve receitar injeções, pílulas, cápsulas, comprimidos, elixires, e cem coisas mais, (“pois quanto maior a receita e mais caras as drogas, tanto mais competente o médico”, assim pensa o vulgo), e ficam desapontados ou indignados quando o facultativo Ihes assegura:

– “Pode estar sossegado! Você não sofre de nada. Nunca vi um organismo tão sadio.”

Os que têm afecções cardíacas, distúrbios hepáticos, perturbações gástricas ou intestinais, desordens renais, etc., esses é que se esquecem da existência da Medicina, e só procuram o médico quando já estão arruinados, e então querem que o clínico faça mágicas, restaurando-os completamente em poucos dias.

Os próprios indivíduos sadios – os que se consideram sãos só porque nada sentem, como se não houvesse enfermidades que minam organismos aparentemente robustos – necessitam, de quando em quando, recorrer ao médico para uma “revisão geral”, a exemplo do que fazemos com os carros de boa marca.

Na América do Norte, a Medicina preventiva, estreitamente ligada à Higiene, desempenha hoje um papel de suma importância.

É, pois, de vital interesse para a saúde e a vida, aqui também, a pronta intervenção preventiva e curativa da Medicina, mormente nos casos mais ou menos graves.

Em matéria de doença, não devemos deixar para amanhã aquilo que podemos fazer hoje mesmo.

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Atualizado em 13 Janeiro 2018

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