MAIS VALE PREVENIR DO QUE REMEDIAR - Fotos Antes e Depois
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MAIS VALE PREVENIR DO QUE REMEDIAR

MAIS VALE PREVENIR DO QUE REMEDIAR

No decorrer das seis ou sete décadas do século XX, rico em maravilhas que a Ciência nos revelou, a Medicina fez brilhantes conquistas em prol da saúde, que sempre foi e será a maior das riquezas materiais do gênero humano.

O médico moderno dispõe de diagnósticos e meios terapêuticos que deslumbrariam os esculápios do passado.

A Medicina conta, hoje, a mãos cheias, com uma variedade de recursos até há pouco tempo completamente desconhecidos.

Mas também se vê obrigada a enfrentar um inimigo que muito a prejudica no desempenho de suas nobres funções:

É o tempo perdido pelos pacientes, que não procuram socorro imediato para seus males.

Quantas vezes, por exemplo, um câncer inicial, ainda facilmente curável, se transforma em uma grave infiltração maligna (metástase); uma ligeira cardiopatia se descompensa; um simples resfriado se transforma em uma grave pneumonia; uma leve dor de garganta, em uma perigosa difteria; uma apendicite, numa peritonite; etc.

Recorremos ao médico tardiamente, nos casos graves, muitas vezes irremediáveis, e exigimos, contra a razão, que o clínico faça prodígios, quando seus esforços, ainda que mínimos, seriam coroados de êxito se o tivéssemos consultado aos primeiros sintomas da moléstia. ‘

Se os inconfundíveis sinais de uma enfermidade grave recomendam a busca de um especialista sem demora, não devemos aguardar a “reação espontânea do organismo”, pois a providência imediata significa, neste caso, poupança de maiores aborrecimentos, de maior perda de tempo e de maiores despesas, além de assegurar resultados mais lisonjeiros para a conservação da vida e da saúde.

Diagnosticada a enfermidade em sua fase inicial, o paciente tem grandes vantagens. Mas o nosso povo, lamentavelmente, ainda não compreende isso.

Os médicos são procurados mais pelos “doentes de cisma” do que pelos “doentes de verdade”.

A grande maioria dos que buscam o médico não necessitam de remédio algum, mas apenas de conselhos.

Acham, porém, que o médico Ihes deve receitar injeções, pílulas, cápsulas, comprimidos, elixires, e cem coisas mais, (“pois quanto maior a receita e mais caras as drogas, tanto mais competente o médico”, assim pensa o vulgo), e ficam desapontados ou indignados quando o facultativo Ihes assegura:

– “Pode estar sossegado! Você não sofre de nada. Nunca vi um organismo tão sadio.”

Os que têm afecções cardíacas, distúrbios hepáticos, perturbações gástricas ou intestinais, desordens renais, etc., esses é que se esquecem da existência da Medicina, e só procuram o médico quando já estão arruinados, e então querem que o clínico faça mágicas, restaurando-os completamente em poucos dias.

Os próprios indivíduos sadios – os que se consideram sãos só porque nada sentem, como se não houvesse enfermidades que minam organismos aparentemente robustos – necessitam, de quando em quando, recorrer ao médico para uma “revisão geral”, a exemplo do que fazemos com os carros de boa marca.

Na América do Norte, a Medicina preventiva, estreitamente ligada à Higiene, desempenha hoje um papel de suma importância.

É, pois, de vital interesse para a saúde e a vida, aqui também, a pronta intervenção preventiva e curativa da Medicina, mormente nos casos mais ou menos graves.

Em matéria de doença, não devemos deixar para amanhã aquilo que podemos fazer hoje mesmo.

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