Medicamentos para a disfunção erétil - Fotos Antes e Depois
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Medicamentos para a disfunção erétil

Medicamentos para a Disfunção erétil: A Vida sexual dos portugueses é mais azul há 12 anos, graças ao Viagra.

Há doze anos chegava a Portugal o Viagra (Sildenafil), medicamento usado para tratar a disfunção erétil, que venceu o cepticismo inicial da comunidade médica e mudou os hábitos de milhares de portugueses que devem ao “comprimido azul” a sua vida sexual.

Inicialmente apelidado de “pílula da virilidade”, o Viagra viu a comercialização em Portugal autorizada a 14 de Setembro de 1998, depois de uma corrida às farmácias nos Estados Unidos (foram vendidos 500 milhões de dólares em comprimidos, em cinco meses) e de uma venda ilegal através de anúncios na imprensa portuguesa.

A Suíça foi o primeiro país europeu a comercializar este medicamento, em Junho de 1998.

Na altura em que chegou às farmácias portuguesas, a própria comunidade médica estava relativamente céptica em relação aos reais efeitos do comprimido, uma vez que existiam outros sem grandes resultados, conforme contou à Lusa o urologista Palma dos Reis, que há dez anos acompanha e receita o Viagra.

Por esta razão, o médico considera que a grande novidade que o Viagra trouxe nestes últimos dez anos foi a sua eficácia e segurança, que cada vez é mais garantida.

“A primeira grande surpresa foi a eficácia do medicamento, já que este consegue devolver aos doentes a capacidade de obterem satisfatoriamente uma relação sexual”, disse.

Por outro lado, a segurança cardiovascular também foi outra conquista, já que inicialmente existia a suspeita de que o Viagra fazia mal ao coração.

Contudo, no Resumo das Características do Medicamento (RCM) estão explícitas algumas advertências e precauções especiais de utilização, recomendando-se ao médico que considere a situação cardiovascular dos seus doentes, na medida em que” existe um risco cardíaco associado à actividade sexual”.

“Antes de prescrever medicamento Sildenafil, os médicos devem considerar cuidadosamente se estes efeitos vasodilatadores, especialmente em associação com actividade sexual, poderão afectar adversamente os seus doentes com certas condições subjacentes”, lê-se no RCM.

Palma dos Reis explica que a actividade sexual, por si só, implica riscos para o coração, pelo que quem toma o comprimido, deve levar isso em conta.

Ou seja, um doente com 80 anos que se entusiasme com o uso do Viagra, não pode esquecer que a actividade sexual implica esforços e que deve estar fisicamente preparado para estes.

Doze anos depois, o urologista frisa a grande evolução que o Viagra trouxe no conhecimento e divulgação da disfunção eréctil.

“Hoje em dia fala-se com muito mais à-vontade sobre este problema, embora continue a existir uma certa vergonha e reticências em assumir que se toma Viagra”, disse.

O médico não tem dúvidas de que milhares de portugueses tomam ou tomaram Viagra, embora sejam poucos os que assumem que o fazem.

O principal “calcanhar-de-Aquiles” deste fármaco é o seu preço: Uma embalagem de quatro comprimidos (deve ser tomado um comprimido, uma hora antes da relação sexual) tem um preço de 45,99 euros.

Contudo, dentro de poucos anos deve chegar ao mercado um genérico do Viagra e, logo, uma solução terapêutica mais barata.

No mercado estão já à venda mais dois comprimidos para a disfunção eréctil: O “Levitra” (Vardenafil) e o “Cialis” (Tadalafil). O primeiro custa 34,09 euros cada embalagem com quatro comprimidos e o segundo 40,58 euros.

Actualmente, o Viagra está igualmente a ser utilizado com fins recreativos, ou seja, por pessoas que não sofrem de disfunção erétil mas procuram no comprimido um melhor desempenho sexual. Os riscos não são muitos, de acordo com Palma dos Reis.

A Lusa solicitou à Autoridade Nacional do Medicamento dados sobre eventuais reacções adversas registadas em Portugal com o Viagra, tendo obtido como resposta que “não foram notificadas ao Infarmed reacções adversas medicamentosas fora do perfil descrito no RCM, quer quanto ao tipo, quer quanto à frequência”.

Segundo o RCM, “as reacções adversas foram de natureza ligeira a moderada e a sua incidência e gravidade aumentaram com a dose”.

“Em estudos de dose fixa, a dispepsia (12 por cento) e a visão alterada (11 por cento) foram mais frequentes com a dose de 100 mg do que com doses inferiores.

As reacções adversas mais frequentemente relatadas foram cefaleias e rubor”.

Quando foi anunciado em Portugal, a 20 de Outubro de 1998, o Viagra foi apresentado com uma taxa de 88 por cento de sucesso em casos de impotência sexual.

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Atualizado em 13 Janeiro 2018

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  1. Preciso comprar cialis 20m/g genérico, onde posso comprar em Portugal

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