Melão

O melão pode ser redondo ou alongado, de casca amarela, verde ou de ambas as cores, segundo a variedade. A polpa é aromática, sumarenta e doce, resultando um fruto ideal para acalmar a sede. O melão é um fruto globoso, redondo ou alongado, de 20 a 30cm de comprimento, podendo pesar até 2kg. A casca é sulcada ou reticulada e pode ser amarelo claro, verde ou combinações das duas cores, segundo a variedade. A polpa é aromática, sumarenta e doce, pode ser branca ou branca esverdeada, amarela e alaranjada. No seu interior existem numerosas sementes com casca amarela.

O melão consome-se principalmente em fresco como sobremesa, mas também se utiliza na elaboração de diversos pratos, saladas e aperitivos, como por exemplo combinado com presunto. Podem-se preparar marmeladas, purés, cremes, iogurtes, licores, sorvetes, etc. A casca utiliza como recipiente para preparar saladas de fruta; as sementes consomem-se em África e delas pode-se obter óleo comestível ou usado em iluminação. O melão é uma fruta muito rica em água, hidratos de carbono e em alguns minerais e vitaminas, sendo ideal para acalmar a sede. A temporada do melão no Hemisfério Norte vai de Julho a Setembro, embora fora desta época seja possível encontrar melão graças ao grande número de variedades e ao seu cultivo em estufa.

Disponibilidade nos mercados

O melão comercializa-se durante todo o ano graças ao seu cultivo sob abrigo (túneis, cobertura do solo, estufa,…) e em diferentes locais. Em Espanha produz-se sobretudo na Andaluzia. Em Espanha existe melão todo o ano e a distribuição por zonas encontra-se no quadro seguinte:

  Área   Meses 
  Andaluzia   Todo o ano 
  Castilla-La Mancha   Maio-Setembro 
  Região de Murcia   Fevereiro-Agosto 
  Extremadura   Março-Agosto 
  Comunidade Valenciana   Fevereiro-Agosto 
  Baleares   Março-Setembro 
  Catalunha   Abril-Agosto 

Fonte: La Horticultura Espanhola (2001), SECH, Sociedad Espanhola de Ciencias Hortícolas.

Nos mercados do Reino Unido vendem-se melões durante todo o ano de diferentes variedades, segundo a sua proveniência.

  Origem   Disponibilidade nos mercados do Reino Unido   Peso das embalagens 
  Antiga        
  Gália   Segundo as exigências do mercado   ct 6/9 
  Argentina        
  Cantaloupe   Dezembro-Janeiro   8/16kg 
  Honeydew   Dezembro-Abril    
  Tendral   Dezembro-Abril    
  Brasil        
  Cantaloupe   Início de Setembro-Abril   6kg 
  Cantaline   Setembro-Abril   6kg 
  Gália   Outubro-Abril   6kg 
  Honeydew   Setembro-Abril   10kg 
  Pele de sapo   Outubro-Abril   10kg 
  Chile        
  Tendral escuro   Dezembro-Abril   10/15kg 
  Gália   Dezembro-Abril    
  Honeydew blanco   Dezembro-Abril    
  Tendral amarelo   Dezembro-Abril    
  Colômbia        
  Gália   Durante todo o ano   10kg 
  Tendral verde   Durante todo o ano   ct 6/8/12 
  Honeydew   Durante todo o ano    
  Costa Rica        
  Cantaloupe   Janeiro-Maio   5/19k 
  Charentals   Janeiro-Maio    
  Dalten   Janeiro-Maio    
  Honeydew   Janeiro-Maio    
  Gália   Janeiro-Maio: : 
  Pele de sapo   Janeiro-Maio    
  Chipre        
  Anana   Junho-Setembro   8/9kg ct 3/8 
  Gália   Maio-Setembro   8/9kg ct 4/10 
  República Dominicana        
  Vários   Janeiro   Vários 
  Equador        
  Cantaloupe   Setembro-Fevereiro   4/10kg ct 4/12 
  Amarelo   Setembro-Fevereiro    
  Egipto        
  Gália   Dezembro-Junho   18/20kg 
  Cantaloupe   Dezembro-Junho    
  Charentais   Dezembro-Junho    
  Pele de sapo   Dezembro-Junho    
  Etiópia        
  Gália   Abril-Junho   ct 4/9 
  França        
  Cantaloupe   Abril-Dezembro   5/10/12kg 
  Charentais   Abril-Dezembro    
  Gália   Abril-Dezembro    
  Honeydew   Abril-Dezembro    
  Ogen   Abril-Dezembro    
  Gâmbia        
  Charentais   Novembro-Abril   Vários 
  Gália   Novembro-Abril    
  Grécia        
  Gália   Meio de Junho-Agosto   8/10kg 
  Guatemala        
  Cantaloupe   Dezembro-Maio   Vários 
  Guinea   Dezembro-Maio    
  Honeydew   Dezembro-Maio    
  Honduras        
  Cantaloupe   Janeiro-Maio   6kg 
  Irão        
  Honeydew   Agosto-Dezembro   12/15kg 
  Israel        
  Charantais   Finais de Outubro-finais Novembro   5kg 
  Ein-dor   Julho-Agosto   ct5/6/8/9 
  Gália   Setembro-Janeiro    
  Itália        
  Cantaloupe   Abril-Outubro   Vários 
  Charentais   Abril-Outubro    
  Gália   Abril-Outubro    
  Honeydew   Abril-Outubro    
  Viabana   Abril-Outubro    
  Jamaica        
  Gália   Segundo as exigências do mercado   Vários 
  Jordânia        
  Gália   Segundo as exigências do mercado   Vários 
  Quénia        
  Cantaloupe   Durante todo o ano   5kg 
  Gália   Durante todo o ano    
  México        
  Cantaloupe   Fevereiro-Maio   5kg 
  Gália   Fevereiro-Maio    
  Honeydew   Fevereiro-Maio    
  Marrocos        
  Gália   Fevereiro-Maio   5/6kg 
  Países Baixos        
  Charentais   Maio-Outubro   ct 4/5/6/8/9/10/12/15 
  Gália   Maio-Outubro    
  Ogen   Maio-Outubro    
  Paquistão        
  Gália   Durante todo o ano   5/10kg 
  Rock   Durante todo o ano    
  Tigre   Durante todo o ano    
  Perú        
  Charentais   Outubro-Abril   4/10kg 
  Gália   Outubro-Abril   ct 4/12 
  Honeydew   Outubro-Abril    
  Pele de sapo   Outubro-Abril    
  Amarelo   Outubro-Abril    
  Portugal        
  Gália   Abril-Outubro   7/10kg 
  Pele de sapo   Abril-Outubro   ct 4/6 
  Tendral   Abril-Outubro    
  África do Sul        
  Gália   Dezembro-Abril   5kg 
  Ogen   Dezembro-Fevereiro   5kg 
  Pele de sapo   Fevereiro-Março   5kg 
  Rock   Dezembro-Fevereiro   5kg 
  Honeydew Amarelo   Janeiro-Maio   10kg 
  Espanha        
  Cantaloupe   Março-Dezembro   5/10kg 
  Charentais   Maio-Setembro    
  Futuro   Junho-Agosto    
  Gália   Março-Julho    
  Honeydew amarelo   Junho-Setembro    
  Ogen   Março-Julho    
  Pele de sapo   Junho-Setembro    
  Túnez        
  Cantaloupe   Março-Abril   6/7kg 
  Charantais   Março-Abril    
  Gália   Março-Abril    
  Rock   Março-Abril    
  Super Sprint   Março-Abril    
  Turquia        
  Gália   Junho-Agosto   8kg 
  Uganda        
  Charentais   Ensayos   Vários 
  Gália   Ensayos    
  Venezuela        
  Cantaloupe   Dezembro-Março   4/10kg 
  Gália   Início de Dezembro-Abril   ct 4/12 
  Honeydew   Janeiro-finais de Abril    
  Zâmbia        
  Gália   Novembro-Janeiro   5kg 
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Fonte: Fresh Produz Desk Book (1999)

Embalamento

É efectuada em caixas de cartão, madeira ou plástico de diferentes cores, em função do tipo de melão. A forma mais comum de comercializar o melão é a granel, ou seja sem nenhum tipo de pré-embalagem. Em caso de pré-embalagem, os sacos de rede são o sistema usual para variedades pequenas, como a Gália (meloa). Os melões que não são pré-embalados transportam-se em caixas de cartão, madeira ou plástico rígido. As variedades redondas como Cantaloupe ou Gália (meloas) acondicionam-se em tabuleiros de alvéolos desses mesmos materiais. A etiquetagem individual dos frutos é cada vez mais frequente.

É aconselhável o emprego de embalagens normalizadas (caixas ou tabuleiros) para facilitar a sobreposição das caixas, e que o peso máximo das embalagens não deve ultrapassar os 20 ou 22kg, para evitar sobre-aquecimento local provocado pelo calor desprendido pelos frutos. Em Espanha, é normal o melão temporão, esférico, ir em embalagens alveoladas de cartão. Para o ‘Amarelo’ utiliza-se tanto a embalagem de cartão como a de madeira. O ‘Negro’, se se destina à exportação, embala-se em caixas de madeira e se é para o comércio nacional (Espanha) em caixas de plástico recuperáveis. A cor dos alvéolos depende da cor do melão, assim para melões amarelos utilizam-se alvéolos verdes e para os melões verdes, os de tons claros.

Regulamentos de comercialização

Segundo as normas estabelecidas pela Comissão Europeia sobre a comercialização de melões, estes podem-se classificar em duas categorias e as tolerâncias de qualidade e calibre são de 10%. Os critérios de qualidade para os melões encontram-se no regulamento (CE) n.º 1093/97, da Comissão de 16 de Junho de 1997, onde estão as normas de comercialização aplicáveis aos melões e às melancias. Este regulamento pode-se consultar na Internet, na seguinte direcção: ( http://europa.eu.int/eur-lex/é/lif/dat/1997/é_397R1093.html )

No Anexo I do regulamento citado, estão as normas relativas aos melões. Essas normas aplicam-se aos melões das variedades (cultivares) provenientes da espécie Cucumis melo que se destinem à venda em fresco e não se aplica aos melões destinados à transformação industrial. Nas disposições relativas à qualidade estão estabelecidas as características mínimas e refere-se que os melões devem estar intactos, sãos, limpos, de aspecto fresco, praticamente livres de parasitas e de danos causados pelos mesmos, firmes, isentos de humidade exterior anormal e de cheiros e sabores estranhos. Devem ainda ter alcançado um grau suficiente de desenvolvimento e maturação que permita o seu transporte e manipulação.

Os melões podem-se classificar em duas categorias. A categoria I inclui os melões de boa qualidade e permite ligeiros defeitos desde que não afectem o aspecto, a qualidade, a capacidade de conservação ou a apresentação. Assim, por exemplo, podem ter uma ligeira irregularidade de forma ou um leve defeito de coloração. À categoria II pertencem os melões que não reúnem as condições necessárias para serem classificados na categoria anterior, mas possuem os requisitos mínimos. A calibragem é obrigatória para as duas categorias. O calibre determina-se pelo peso dos melões ou pelo diâmetro da sua secção equatorial. O peso do maior melão de cada embalagem não deve superar em mais de 50% o do mais pequeno. Quando o calibre se expressa em diâmetro, o do melão maior não poderá superar em mais de 20% o do mais pequeno.

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Admitem-se tolerâncias de qualidade e calibre de 10%, em peso ou em número, para os produtos que não reunam as condições correspondentes à categoria que se indica. A apresentação tem de ser homogénea quanto à origem, variedade, etc. e as embalagens devem estar em boas condições. Em cada embalagem deve figurar o nome do embalador ou expedidor, a natureza, a origem e as características do produto.

O regulamento (CE) n.º 1093/97, da Comissão de 16 de Junho de 1997, referido anteriormente sofreu algumas modificações. O regulamento (CE) n.º 850/2000 da Comissão, de 27 de Abril de 2000, que por exigências de transparências no mercado mundial e necessidade de reforçar os critérios de homogeneidade de tamanho, refere nas disposições relativas à calibragem que quando o calibre se expressa em peso, o peso do melão maior de cada embalagem não deve exceder em mais de 50% (30% no caso dos melões tipo Charentais) o peso do melão mais pequeno. Quando o calibre se expressa em diâmetro, o melão maior de cada embalagem não deve exceder em mais de 20% (10% no caso dos melões tipo Charentais) o diâmetro do melão mais pequeno. Nas disposições relativas à etiquetagem, estabelece-se que o teor mínimo de açúcar é medido por refractometria e expresso em graus Brix (facultativo). O regulamento (CE) n.º 1332/97, da Comissão de 10 de Julho de 1997, estabelece as excepções das normas de comercialização para os melões de Portugal; considerando que algumas variedades de melões produzidos em Portugal se vendem a granel tradicionalmente na região de produção, ou seja, são vendidos após terem sido carregados directamente num médio de transporte ou num compartimento, a Comissão decidiu autorizar uma excepção para o território português. Igualmente, o regulamento (CE) n.º 1438/97, da Comissão de 23 de Julho de 1997, estabelece excepções nas normas de comercialização dos melões para Espanha.

Criterios de qualidade

Gestão atmosférica pós colheita

Recomenda-se a pré-refrigeração até aos 4-6ºC e uma humidade relativa de 85-90%. O etilenoAtmosfera Controlada (AC) têm efeitos positivos em algumas variedades. As condições mais adequadas são 3-5% de O2 e 10-15% de CO2, embora a prática comercial destas atmosferas não seja habitual. Depois da colheita é aconselhável a pré-refrigeração até os frutos atingirem os 4-6ºC, no menor tempo possível, com uma humidade relativa de 85-90%. Pode-se realizar com ar forçado e também com água. Aplica-se principalmente aos melões reticulados e meloas (cantaloupes), em que se baixa a temperatura do fruto até aos 2,2-5ºC.

Em relação à aptidão para a conservação, existem diferenças entre os melões das distintas variedades botânicas; nos últimos anos, as casas de sementes desenvolveram melões com uma maior aptidão para ser armazenados (os ´longa vida´ ou ‘Melões de longa duração’). Os melões reticulados e cantaloupes, entre os quais estão as variedades Gália e Charentais, são mais perecíveis que os inodoros, mas têm uma menor sensibilidade ao frio. Podem conservar-se entre 1 e 2 semanas a temperaturas baixas, entre 0 e 4ºC.

A temperatura de conservação dos inodoros, como ‘Pele de sapo’, ‘Tendral´, etc., deve estar compreendida entre 7 e 10ºC e podem-se armazenar, dependendo da cultivar, entre 2 e 6 semanas. A humidade relativa óptima para a conservação está compreendida entre 85% e 90% e é essencial para conservar a qualidade depois da colheita; no entanto, a exposição dos frutos a humidade excessivamente alta durante longos períodos de tempo pode danificar a superfície do melão.

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O etileno degrada a clorofila e faz com que o melão colhido verde se torne amarelo aproximadamente dez dias após a aplicação de etileno, embora este tratamento apenas seja efectivo se os melões forem colhidos com um grau de maturação suficiente. A aplicação deste gás nos melões foi uma prática comum nos Estados Unidos para os ´Honey Dew´, mas actualmente tende a desaparecer. Os melões ‘Cantaloupe’ são moderadamente sensíveis ao etileno exógeno e pode-se produzir a sobrematuração durante a distribuição e armazenamento.

Realizaram-se estudos sobre o armazenamento de melões que indicam que para os ‘melões cantaloupes’ a atmosfera controlada produz certos benefícios, quando as condições de humidade são adequadas. Os melões de casca grossa (‘Negro’ e ‘Tendral’) são os que melhor se prestam a esta técnica. Durante 14-21 dias em AC, atrasa-se a maturação, reduz-se a respiração e por isso a perda de açúcar é menor e inibe-se a deterioração da superfície. Níveis superiores a 10-20% de CO2 são tolerados, embora possam produzir efervescência na polpa do melão. Níveis baixos de O2 (<1%) ou altos de CO2 (>20%) prejudicam a maturação, produzem perdas de sabor e aromas, etc. As condições mais adequadas são teores de 3-5% de O2 e de 10-15% de CO2.

Problemas pós colheita

Podem ocorrer várias alterações fisiológicas, como queimaduras pelo sol, danos por frio, fruto oco, rachadura ou vitrescência, alterações fúngicas produzidas por diversos fungos e doenças causadas por bactérias. Durante o armazenamento ou a comercialização do melão podem produzir-se alterações fisiológicas ou doenças causadas por fungos e bactérias.

Alterações fisiológicas:

Queimadura pelo sol
Os melões maduros são mais susceptíveis do que os verdes a sofrer esta alteração. Aparecem umas manchas pardas, que se tornam negras com uma margem clorótica, na zona do fruto exposta ao sol.

Danos por frio
O armazenamento durante vários dias a uma temperatura inferior a 2ºC pode provocar danos que se previnem se essa temperatura for superior a 5ºC. Aparecem uns orifícios molhados em resultado da exsudação de água à superfície.

Fruto oco
É devido a desequilíbrios hídricos e ao uso de fitohormonas.

Rachadura
O fruto racha, sobretudo, no sentido longitudinal. Produz-se por desequilíbrios hídricos (humidade ambiental ou rega) durante a fase de formação do fruto.

Vitrescência
É um processo degenerativo que ocorre no fruto maduro, acompanhado de rápida decomposição. Corrige-se com os chamados ‘melões de longa conservação’.

Alterações fúngicas:

Colletotrichum lagenarium
Este fungo é o agente causal da antracnose ou névoa. Os frutos afectados apresentam manchas redondas, fendidas, de cor parda que se torna negra, ficando cobertas por pontinhos rosados.

Cladosporium cucumerinum
Produz umas manchas pequenas, côncavas e cobertas por uma penugem cinzenta. Pode aparecer durante o transporte e armazenamento dos frutos, por vezes com especial virulência.

Fusarium cucurbitae
Nos melões que sofreram golpes e contusões a casca torna-se mole e aquosa, com ferimentos redondos e pouco profundos. O micélio do fungo é branco ou rosado e estende-se em forma de pequenos pincéis.

Botrytis cinerea
Provoca a ‘podridão cinzenta’ e o seu desenvolvimento é favorecido por temperatura e humidade ambiente altas.

Rhizopus nigricans
Aparece em feridas e contusões se as temperaturas são superiores a 8ºC. A polpa amolece e desprende um ligeiro odor a citrino.

Phytophthora sp.
Este fungo produz manchas na casca, ligeiramente abatidas e de contorno avermelhado. A casca acaba por se enrugar e o melão fica plano devido ao seu próprio peso.

Bactérias:

Erwinia aroideae
Provoca a doença conhecida como ‘podridão mole bacteriana’ e caracteriza-se pelo abatimento da casca e posteriores exsudações. Ocorre em frutos feridos quando se colhe com tempo chuvoso e quente.

Pseudomonas lacrimans
Aparecem manchas com aparência de estarem empapadas em água, cobertas por um exsudado branco lustroso.

Melão – Tipos e Variedades
Meloeiro (Planta do melão)
Melão – Origem e produção
Melão – Beneficios, Emagrece, Vitaminas, Calorias e Propriedades Medicinais

08. julho 2011 by admin

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