Meningite viral e bacteriana - Prevenção, Tratamento, Sintomas e Causas
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Meningite

A palavra meningite vem do latim moderno “meninga” e do grego “menix”, que significa membrana. A meningite é uma doença passível de passar de pessoa para pessoa (ou seja, é contagiosa). Geralmente, tem como causa a infecção de tecidos (meninges) ou fluídos (fluido espinal cerebral) que circundam o cérebro e a medula espinal. Estas infecções são causadas por vírus (maior parte), bactérias, fungos ou parasitas, podendo ainda resultar de causas não infecciosas.

O desenvolvimento da meningite depende da idade, estado de saúde e tipo de organismo que causou a infecção.

A meningite é uma doença caracterizada pela inflamação das meninges. (Leptomeninges) A causa mais comum deste tipo de inflamação são as varias bacterias inspiradas pelo nariz e boca. Dores de cabeça e sonolência são alguns dos sintomas de meningite. A vacinação é um meio eficaz de prevenção, mas é preciso ter em atenção o agente causador. Ler mais sobre os tipos de meningite.

O que é a meningite?

A meningite é uma afecção que causa algum receio pelo facto de poder ter consequências graves e, inclusivamente, de ser potencialmente mortal. Pode ocorrer quer em crianças, quer em adultos, existindo uma maior sensibilidade quando ocorre em crianças. Existem vários agentes causais de meningite e, actualmente, a sida voltou a alterar a epidemiologia da meningite nos adultos.

Quais as causas de meningite

A meningite resulta duma reacção inflamatória a diferentes agentes causais; infecciosos, irritativos ou celulares. As meningites infecciosas podem ser bacterianas, virais, ou ainda ser causadas por fungos ou protozoários. As meningites por reacção celular podem surgir nas metástases de cancro e pode haver reacção inflamatória das meninges após radiação, aplicação de medicamentos no sistema nervoso central ou exposição solar aumentada.

As meningites bacterianas consistem na maior parte dos casos de afecção meníngea. A frequência dos agentes infecciosos depende da idade dos doentes. Os pneumococos são os agentes mais comuns nos adultos e crianças pequenas, os meningococos são mais comuns nas crianças mais velhas e o Haemophilus influenzae é mais comum nas crianças, se bem que a vacinação maciça contra o Haemophilus diminuiu substancialmente as meningites provocadas por esse agente. A sida alterou a frequência de agentes infecciosos na causa da meningite em doentes afectados, passando a ocorrer infecções causadas por agentes pouco habituais, tais como os bacilos da tuberculose, os fungos e protozoários. Ler mais sobre as causas da meningite.

Quais os sintomas de meningite

A meningite pode ter uma apresentação clínica aguda e fulminante, com uma rápida evolução e potencialmente mortal, ou uma evolução progressiva a partir dum foco infeccioso fora do sistema nervoso central; sinusite, pneumonia, osteomielite. Os sintomas mais comuns incluem febre persistente, mal-estar geral, alterações visuais com intolerância à luz, dores de cabeça, enjoos, vómitos, convulsões, alterações do estado de consciência com evolução para o estado de coma. Os doentes com meningite podem apresentação rigidez ou tensão na mobilização do pescoço e dor lombar aquando da mobilização dos membros inferiores. Nas crianças esta doença pode fazer parte duma situação clínica complexa e emergente; a sepsis meningocócica – e muitos dos sintomas, acima referidos, podem ser mascarados pela infecção generalizada que a criança apresenta. Tipicamente surgem a nível da pele pequenas manchas vermelhas punctiformes; petéquias. Ler mais sobre os sintomas da meningite.

Como se diagnostica a meningite

Perante a sintomatologia acima referida o doente deve ser internado e mantido em vigilância. As análises ao sangue e as análises ao líquido cefaloraquidiano – LCR (existe no espaço sub-aracnoideu e que é recolhido por uma punção lombar) permitem orientar o diagnóstico.

Como se desenvolve

A evolução da meningite depende da gravidade do quadro clínico e sabe-se que a mortalidade pode surgir em 14% dos casos. No entanto, pode haver possibilidade de surgirem complicações desta doença; paralisia, parésia, alterações da sensibilidade, alterações visuais ou auditivas, alterações no desenvolvimento motor e/ou psíquico e alterações morfológicas centrais com acumulação do LCR no cérebro.

Formas de tratamento da meningite

Os doentes com suspeita de meningite são isolados e colocados sob uma vigilância cuidadosa. Podem ser internados em cuidados intensivos e, para além de medidas de controlo da febre e da hidratação, são instituídas medidas específicas de tratamento causal da meningite, nomeadamente medicamentos dirigidos contra os agentes infecciosos; antibióticos, antivirais, antifúngicos e antiparasitários. Caso se trate duma meningite sem agentes infecciosos; meningite asséptica; a vigilância do doente deve ser muito cuidadosa até a situação clínica estabilizar. Ler mais sobre o tratamento da meningite.

Formas de prevenção

A vacinação constitui um meio muito eficaz de prevenção, mas é preciso ter em atenção a frequência do agente causal da meningite. Em relação ao Haemophilus influenzae, a vacinação das crianças em Portugal mostrou uma diminuição ou quase extinção da doença. Existem ainda as meningites causadas pelos meningococos e pneumococos. Já existem vacinas para os pneumococos mais virulentos e existe uma vacina para um dos serotipos de meningococos; serotipo C. Os meningococos B e A continuam sem vacinas específicas. Atenção que o facto de se estar vacinado contra os pneumococos e meningococos C não quer dizer que se altere a frequência das infecções pelos outros agentes.

Pessoas mais predispostas

Doentes em imunossupressão, doentes com sida, crianças pequenas, doentes com traumatismo craniano e doentes com defeitos morfológicos do sistema nervoso central.

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