Nova forma de detectar primeiros sinais de doença

Nova forma de detectar primeiros sinais de doença
Cerca de meia centena de idosos que vive sozinha nos Estados Unidos da América vai ter sensores na sua residência. O objectivo é detectar alterações subtis nas actividades quotidianas, que indiquem os primeiros sinais de demência ou de outras patologias.
Com a ajuda das novas tecnologias, a informação sobre o que as pessoas comem, o seu nível de actividade física, se têm dores ou outros sintomas pode ser guardada, dando aos clínicos um quadro mais preciso e útil sobre o estado de saúde do paciente.

A equipa de investigadores da Carnegie Mellon University, parceira de nove instituições de ensino superior em Portugal, é uma das cinco seleccionadas nos Estados Unidos da América para estudar como é que as observações na vida diária dos idosos podem ser recolhidas, interpretadas e integradas nos cuidados clínicos. Espera-se conseguir demonstrar que sensores simples e discretos, incorporados nas residências, podem alertar os profissionais médicos, quando alguém começa a perder capacidades físicas e mentais.

“A perda de capacidade de fazer uma sanduíche, marcar um número de telefone ou tomar a medicação correctamente ocorre, na maior parte das vezes, de uma forma gradual, particularmente a quem vive sozinho”, afirma Anind Dey, um dos membros da equipa, de acordo com comunicado de imprensa de dia 23 de Abril.

“Se conseguirmos identificar este declínio numa fase inicial, temos uma oportunidade de travar e reverter a deterioração, que de outra forma pode resultar numa situação pouco segura e, em última análise, levar à institucionalização da pessoa”, acrescenta.

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Última atualização da página em 13/01/18 por:

Dra. Alice Wegmann (Clínica Geral)

Licenciada em Medicina Geral e uma apaixonada por Medicina Alternativa, Aromaterapia e Fitoterapia.

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