Toda a Verdade Sobre os Óleos Essenciais Para o Câncer
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Os Melhores Óleos Essenciais Para Doentes Com Câncer

De todos os estudos incluídos na literatura médica, os que aqui lhe apresentamos são apenas uma amostra dos que sugerem que os óleos essenciais podem ser benéficos no tratamento de doentes com câncer, baseados em pesquisas.

Os Melhores Óleos Essenciais Para Doentes Com Câncer

Óleos de citrinos

O mais proeminente e notável componente dos óleos de citrinos (laranja, limão, tangerina, lima e toranja, etc…) é o d-limoneno, que se confirmou ser um agente anticancerígeno potente.

Usando as palavras da base de dados de acesso livre sobre química da U.S. National Library of Medicin, PubChem:

“O d-limoneno é um suplemento dietético oral que contém um monoterpeno cíclico natural e é o componente principal dos óleos extraídos das cascas dos citrinos, com potenciais atividades químico-preventivas e anti-tumorais.

Embora os mecanismos de ação ainda não estejam bem esclarecidos, o limoneno e os seus metabolitos, que incluem o ácido perilico, o ácido dihidroperilico, o uroterpenol e o limoneno-1,2-diol, podem inibir o crescimento tumoral através da inibição da sinalização dependente da p21 e podem induzir a apoptose através da indução da via de sinalização do fator de crescimento transformante beta.

Além disto, estes metabolitos inibem a modificação pós-translacional das proteínas de transdução de sinal, resultando no bloqueio do ciclo celular em G1, assim como na expressão diferencial de genes relacionados com o ciclo celular e com a apoptose.”

Salvia esclareia

O principal componente do óleo essencial de salvia esclareia (Salvia sclarea), o esclareol, tem demonstrado efeitos anticancerígenos promissores, em estudos laboratoriais.

Segundo vários estudos realizados entre 1999 e o ano transato, este óleo tem-se revelado capaz de influenciar a forma como as células cancerígenas proliferam, matando-as através de um processo conhecido como apoptose. (12)

A apoptose é um processo interessante, uma vez que leva a célula a cometer “suicídio”, literalmente.

É conhecido de forma mais formal por morte celular programada, o que sugere que o óleo de salvia esclareia poderá ter efeitos profundos na prevenção e no tratamento das linhas celulares cancerígenas.

Esta descoberta é particularmente promissora para a salvia esclareia, pois ela também contém fitoestrogénios, que são habitualmente evitados em pessoas portadoras de cancros induzidos por estrogénios.

Espera-se que futuras investigações ajudem a reformular a recomendações médicas atuais que aconselham os doentes oncológicos a evitar certos óleos essenciais, devido à presença de compostos fitoestrogénicos que podem (em teoria) alimentar o cancro.

Incenso, Olíbano (Frankincense)

Oleo De Olibano Franquincenso

De entre os óleos essenciais que ajudam a combater o câncer, o incenso (olíbano) de nome científico (Boswellia sacra, B. carterii, B. frereana e B. serrata) é o mais controverso de todos.

Os estudos publicados têm sido escrutinados por causa das suas tendências industriais e alguns chegam a afirmar que o óleo de incenso não possui qualquer composto químico capaz de matar o câncer.

Dito isto, faça uma pesquisa na Internet e certamente irá encontrar imensas histórias de cura com incenso.

É difícil contestar centenas de pessoas que afirmam terem-se curado do cancro após usarem incenso (Frankincense).

O maior problema que alguns químicos e aromaterapistas enfrentam diz respeito aos ácidos boswellicos (ABs) que se comprovaram ser “citotóxicos para as células cancerígenas dos ovários, em concentrações farmacologicamente atingíveis” e que “podem ser a base de um novo tratamento anticancerígeno para o cancro do ovário, possivelmente em conjunto com a quimioterapia convencional”. (3)

Apesar de serem um composto conhecido da resina do incenso, o problema dos ácidos boswellicos é que são demasiado grandes e pesados para serem incluídos nos componentes voláteis (evaporados) que compõem os óleos essenciais.

Dito por outras palavras, os ABs não estão incluídos nos óleos essências. Mas porquê que isto interessa?

Porque continuam a emergir estudos que demonstram os efeitos anticancerígenos dos óleos essenciais de incenso nos câncer de bexiga (13), da mama (14) e da pele (15).

Além disto, a adição de óleo essencial de incenso a um protocolo de cuidados de saúde vai muito além dos efeitos anti-tumorais.

Para as pessoas que estão a receber tratamentos médicos convencionais, a dor e outros efeitos colaterais dos tratamentos podem ser piores que o próprio câncer!

Isto é especialmente verdade para os doentes com cancro cerebral que muitas vezes sofrem edema cerebral (inchaço do cérebro), após a remoção cirúrgica dos tumores, ou das mãos, após a radioterapia.

Para piorar as coisas, é habitualmente administrado um tratamento à base de corticoides a estes doentes com edema, complicando ainda mais os efeitos colaterais.

O extrato de incenso, que contém o óleo essencial, pode ajudar a resolver este problema específico.

Um estudo clínico publicado em 2011 avaliou 44 pacientes com edema cerebral e, após a toma de 4200 mg/dia de um extrato de Boswellia serrata (BS), o inchaço foi reduzido em 75% ou mais, em 60% dos participantes.

Os investigadores concluíram que a “BS poderá ser um potencial substituto dos esteróides em pacientes que receberam irradiação cerebral.” (10)

Também se tem revelado benéfico no controlo da depressão e da dor e no fortalecimento do sistema imunitário. (1112)

Lavanda

Um tema popular nas discussões sobre saúde natural é que os antioxidantes são os super remédios que todos precisamos.

Os radicais livres formados pelos químicos, pelos poluentes, pelo estresse e pelas toxinas são os culpados pela cascata de lesões celulares, inibição do sistema imunitário e ilimitados riscos inesperados – incluindo o câncer e as doenças crónicas.

Resumindo, os radicais livres são os supervilões e os antioxidantes os super-heróis.

O próprio corpo produz antioxidantes na forma de enzimas como a catalase (CAT), a glutationa peroxidase (GSH-Px), o superóxido dismutase (SOD) e outras.

Infelizmente, o nosso organismo está constantemente exposto à agressão dos radicais livres que esgotam a produção natural de antioxidantes e nos obrigam a recorrer a suplementos.

Acredite ou não, o óleo essencial de lavanda é um suporte antioxidante natural eficaz para combater o câncer.

Das principais enzimas antioxidantes mencionadas anteriormente, investigadores chineses observaram que o óleo essencial de lavanda é capaz de aumentar os níveis de todas elas em ratos, durante o primeiro dia de tratamento.

Além disso, protege as células cerebrais de AVC’s e de lesões. (13)

Investigadores romenos repararam numa atividade semelhante através da simples inalação de lavanda, durante uma hora por dia.

De acordo com o estudo: “uma vez combinados, os nossos resultados sugerem que as atividades antioxidante e anti-apoptótica [das células cerebrais saudáveis] exercidas pelos óleos essenciais de lavanda são os mecanismos principais dos seus potentes efeitos neuroprotetores contra o estresse oxidativo induzido pela escopolamina, no cérebro dos ratos,” que pode levar ao desenvolvimento de cancro e de outras doenças. (14) Conheça melhor este óleo maravilhoso aqui.

Citronela

óleo Essencial De Citronela

Diversos estudos têm avaliado as potenciais propriedades anticancerígenas do óleo essencial de citronela. (15)

Em 2009, foi publicado um artigo que avaliava o óleo essencial de Cymbopogon flexuosus (uma variedade de citronela) em estudos de citotoxicidade in vitro contra 12 linhas celulares cancerígenas humanas; além dos seus efeitos anticancerígenos em ratos, in vivo.

Os resultados obtidos foram significativos.

Os investigadores descobriram que o óleo essencial de citronela desencadeia uma diversidade de mecanismos que conduzem à morte celular.

“Os nossos resultados indicam que o óleo possui uma atividade anticancerígena promissora e provoca uma diminuição da viabilidade das células tumorais através da ativação de processos apoptóticos, tal como identificado por microscopia eletrónica.” (16)

Mirra

O papel que o óleo essencial de mirra desempenha nas terapias anticancerígenas naturais tem sido um tópico popular no seio da comunidade científica, de forma particular sobre a forma como interage com os óleos essenciais de incenso.

Foi publicado na Oncology Letters, em 2013, um dos mais completos estudos sobre este tópico, no qual os investigadores descobriram o seguinte:

“Os efeitos dos dois óleos essenciais, administrados de forma independente ou misturados, foram analisados através do ensaio de MTT em cinco linhas celulares: MCF-7, HS-1, HepG2, HeLa e A549.

Os resultados indicaram que as linhas celulares MCF-7 e HS-1 mostraram uma sensibilidade aumentada aos óleos de mirra e de incenso, em comparação com as restantes linhas celulares.

Além disto, os efeitos anticancerígenos da mirra foram acentuadamente superiores aos do incenso.

Contudo, não foram identificados efeitos sinérgicos significantes.” (17)

Não pense que os investigadores estão a avaliar a junção do incenso e da mirra como terapêuticas completares por causa da história dos Reis Magos.

As resinas das árvores do incenso e da mirra têm vindo a ser tradicionalmente prescritas em simultâneo pela medicina tradicional chinesa, há já muitos anos.

Usadas inicialmente para tratar doenças inflamatórias e hemorragias, as terapias combinadas com incenso e mirra são excecionalmente eficazes no alívio do inchaço e da dor.  (18)

Apesar dos investigadores não terem observado um efeito sinérgico relativamente ao cancro, “um estudo anterior identificou que a combinação de óleos de incenso e de mirra exibe um efeito sinérgico em infeções inofensivas provocadas por Cryptococcus neoformans e por Pseudomonas aeruginosa”. (1920)

Hortelã-verde e Hortelã-pimenta

Hortela Pimenta

Em 2014, a revista BioMed Research International publicou um artigo que revelou que a hortelã-verde e a hortelã-pimenta são altamente eficazes no controlo dos efeitos colaterais comuns que as pessoas que estão a receber tratamentos médicos anticancerígenos sofrem, especialmente os vómitos e as náuseas.

Através de dados retirados diretamente do estudo, descobrimos que estes óleos, assim como alguns outros, podem ajudar numa grande variedade de problemas de saúde com os quais os doentes oncológicos têm que lidar:

“Os doentes oncológicos sofrem de diferentes efeitos colaterais que podem ser reduzidos preferencialmente através de métodos alternativos.

Os óleos essenciais são usados em aromaterapia para reduzir a agonia dos doentes com câncer cerebral. [21]

O óleo essencial é eficaz na depressão e na redução da ansiedade dos doentes com câncer. [22]

Os doentes oncológicos submetidos a quimioterapia, um dos métodos de tratamento do cancro mais frequentes, estão sujeitos a vários efeitos colaterais. [23]

Os mais frequentes são as náuseas e os vómitos.

A Mentha spicata [hortelã-verde] e a Mentha x piperita [hortelã-pimenta] mostraram-se eficazes a superar essas condições eméticas (náuseas e vómitos induzidos por quimioterapia, CINV), enquanto reduzem os gastos com tratamentos dos doentes oncológicos submetidos a quimioterapia. [24].

Há relatos de que os óleos essenciais de Leptospermum scoparium [Manuka myrtle] e Kunzea ericoides [Karo Greenfingers] ajudam a prevenir a mucosite nos doentes com câncer da cabeça e pescoço submetidos a radioterapia, quando são utilizados na preparação dos elixires orais. [25].

Alguns doentes oncológicos que possuem úlceras tumorigénicas metastáticas na pele desenvolvem necrose e odor fétido [26].

Estes doentes que sofrem de mau odor apresentaram melhoria do seu estado através do tratamento dessas úlceras com uma mistura de óleos essenciais que contêm eucalipto, melaleuca, citrinos, limão, folhas de cravo e tomilho, com uma base de etanol a 40% [27].

O óleo essencial de lavanda é amplamente utilizado em aromaterapia e é considerada benéfico na redução do sofrimento dos doentes com câncer [28].

Assim, os óleos essenciais são preparações valiosas na redução dos efeitos colaterais e do sofrimento dos doentes oncológicos.”

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Tomilho

A revista Molecules publicou, em 2010, um estudo que avaliou a forma como as células cancerígenas conseguiam resistir à administração de dez poderosos óleos essenciais.

O tomilho foi incluído neste estudo e destacou-se como o óleo essencial mais benéfico contra o cancro da próstata, o carcinoma pulmonar e o câncer de mama. (29)

Sendo uma das principais ervas que facilitam a ligação ao estrogénio, o óleo de tomilho pode ajudar a equilibrar e a regular as hormonas. (30)

Tal como observado anteriormente com a salva esclareia, o tomilho não é o único óleo essencial com potencial estrogénico conhecido pelo seu potencial antitumoral.

É interessante referir que, uma vez que o câncer retém frequentemente os recetores de estrogénio e pode ser “alimentado” por qualquer composto estrogénico.

Em teoria, pessoas com risco de desenvolver certos tipos de câncer são muitas vezes aconselhadas a evitar os estrogénios.

Com as potentes propriedades anticancerígenas que demonstrámos em alguns dos estudos acima referidos, é muito provável que brevemente descubramos que as plantas e as comidas “causadores de câncer”, que as pessoas evitam consumir atualmente, podem ser a chave que os nossos corpos necessitam para desbloquear potenciais mecanismos de defesa contra o cancro que todos nós possuímos de forma inata.

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Atualizado em 16 Janeiro 2018

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