QUEBRA DOS MECANISMOS DE DEFESA PROXIMAIS NA CARCINOGÊNESE PULMONAR - Fotos Antes e Depois
Fotos Antes e Depois

QUEBRA DOS MECANISMOS DE DEFESA PROXIMAIS NA CARCINOGÊNESE PULMONAR

Atualizado em 13 Janeiro, 2018

QUEBRA DOS MECANISMOS DE DEFESA PROXIMAIS NA CARCINOGÊNESE PULMONAR

A quebra dos mecanismos de defesa proximais ocorre principalmente por inalação aguda ou crônica dos seguintes irritantes:
• tabaco;
• radiação (exemplo: urânio);
• inalação de substâncias:
– asbestos;
– níquel, carvão, berílio, arsênico etc.
• poluição ambiental;
• predisposição genética.
A irritação aguda ou crônica produzida por tais substâncias conduz o epitélio cilíndrico ciliado e mucoso a transformar-se em um epitélio mais resistente, à semelhança da epiderme que recobre a pele, denominando-se tal processo metaplasia escamosa. Embora mais resistente, sobretudo à agressão crônica, a metaplasia escamosa, no entanto, quebra um dos mais importantes mecanismos de defesa no nível proximal da árvore respiratória, anulando a aderência do material particulado ao muco e sua eliminação pelo batimento ciliar e tosse. Em outras palavras, expõe o epitélio respiratório, à medida que retém o material particulado, às partículas com ação carcinogênica.

Na próxima divisão celular, se o estímulo promotor da carcinogênese persistir, o epitélio metaplásico adquire características de imaturidade, dando origem à displasia e, finalmente, ao carcinoma in situ . Esta seqüência
histopatológica de eventos é responsável pelo aparecimento de dois tipos histológicos de câncer do pulmão: o carcinoma de células escamosas e o carcinoma de pequenas células.

Atualizado em 13 Janeiro 2018

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