Reanimação Cardiopulmonar - Fotos Antes e Depois
Fotos Antes e Depois

Reanimação Cardiopulmonar

RCP é a abreviatura de reanimação cardiopulmonar. A reanimação cardiopulmonar é um procedimento usado para ajudar a salvar uma pessoa cujo coração tenha parado. A RCP permite assegurar a circulação sanguínea no organismo quando o coração não o consegue fazer. A RCP é usada em conjunto com respiração boca- a- boca até que os profissionais de saúde cheguem para levar o doente para o hospital. A causa mais frequente de paragem cardíaca é o enfarte do miocárdio.

O que é o sistema cardiopulmonar?

O sistema cardiopulmonar é constituído pelo coração, vasos sanguíneos e pulmões. O coração tem aproximadamente o tamanho de um punho fechado e está localizado no meio do peito, entre a espinha (coluna vertebral) e o esterno. Os dois pulmões encontram-se no lado direito e esquerdo do peito. A função do coração é bombear o sangue para os pulmões e, depois, para o corpo. Os pulmões fornecem oxigénio ao sangue a fim de suprir as necessidades de todos os músculos, ossos e tecidos. Vasos sanguíneos designados por artérias e veias transportam o sangue para todo o corpo.

Causas de Um Ataque Cardíaco, Prevenção e como evitar

Sinais e sintomas de um ataque cardíaco:

Dores no peito.
As dores poderão, ou não, ser muito fortes.
As dores poderão localizar-se no ombro, no maxilar ou no braço.
A medicação e o repouso não são eficazes na eliminação das dores.
Pensará possivelmente que as dores se devem a uma mera indigestão (ardor no estômago devido à ingestão de determinados alimentos).
Falta de ar.
Náuseas (enjoos).
Suores.

Primeiras coisas a fazer quando se descobre uma pessoa inconsciente:

Veja se a pessoa está bem. Toque-lhe ou abane-a delicadamente. Pergunte-lhe alto: Você está bem?
Se a pessoa não responder, ligue imediatamente para o 112 ou mande alguém pedir ajuda. Quanto mais cedo chegarem os profissionais de saúde, mais probabilidades a pessoa terá de sobreviver. Certifique-se de que dá, ao telefone, todas as informações necessárias para ser encontrado:

O local onde se encontra, indicando o endereço e quaisquer pormenores úteis relativamente ao local em questão (por exemplo: em frente à porta nº…). Tal ajudará os paramédicos a descobri-lo(a) rapidamente.
O número de telefone a partir do qual está a ligar.
O que aconteceu (ex.: possível ataque cardíaco ou acidente rodoviário).
O número de pessoas doentes ou acidentadas que precisam de ajuda.
A gravidade da doença ou da lesão de cada pessoa.
O tipo de ajuda que foi ministrada ao doente ou acidentado até ao momento.

Dê início á Reanimação Cardiopulmonar:

Abertura das vias aéreas:

Ajoelhe-se ao lado da vítima e vire-a de costas, segurando-lhe na cabeça. Não a desloque em caso de suspeita de lesão na cabeça, pescoço ou costas, a menos que tal seja necessário. Deslocar uma pessoa com uma fractura no pescoço ou nas costas pode fazer com que ela fique paralítica.
Abra as vias aéreas flectindo a cabeça e elevando o queixo do acidentado.
Coloque uma mão na testa da pessoa e pressione-a firmemente, flectindo a cabeça para trás.
Coloque os dedos da outra mão debaixo do queixo e erga-o para a frente e para cima. Mantenha a boca da vítima aberta e não pressione demasiadamente o tecido mole existente debaixo do queixo. Tal poderá fechar as vias aéreas e impedir a pessoa de respirar.

Boca-a-boca (respiração artificial):

Verifique se a pessoa está a respirar enquanto lhe mantém a boca aberta, a cabeça flectida e o queixo levantado. Aproxime o seu ouvido da boca e do nariz do acidentado. Observe-lhe o peito e veja se este sobe e desce. Procure ouvir quaisquer ruídos respiratórios e sentir qualquer fluxo de ar proveniente da boca ou do nariz.
Se o doente manifestar uma respiração espontânea, vire-o de lado. Esta é a chamada posição de recuperação. Aguarde até à chegada dos paramédicos do 112.
Se não houver sinais de respiração espontânea, proceda à respiração boca-a-boca.
Mantenha as vias aéreas abertas, certificando-se de que a cabeça está flectida e o queixo levantado.
Aperte delicadamente o nariz da vítima com o polegar e o indicador da mão apoiada sobre a testa. Tal evitará que o ar saia pelo nariz. Inspire profundamente e coloque os seus lábios sobre a boca da pessoa, procurando obter uma boa vedação.
Execute duas ventilações ou insuflações amplas (cerca de 1,5 a 2 segundos cada). Inspire no fim de cada ventilação. É possível que as vias aéreas estejam fechadas se não se registar nenhum movimento torácico aquando de cada ventilação. Reposicione a cabeça e tente novamente fazer respiração boca-a-boca. Se, mesmo assim, não conseguir insuflar ar para dentro do acidentado, é possível que as vias aéreas estejam obstruídas com alguma coisa como, por exemplo, um alimento. Inicie a manobra de Heimlich para uma pessoa inconsciente.

Circulação:

Verifique o pulso arterial carotídeo no pescoço durante 5 a 10 segundos.
Para detectar a artéria carotídea, mantenha a pessoa com a cabeça flectida e o queixo levantado, continuando a pressionar a testa com a sua mão. Coloque os primeiros dois dedos da sua outra mão sobre a traqueia. Deslize-os até ao ponto macio localizado entre a traqueia e os músculos laterais do pescoço.
Pressione o local delicadamente e conte o pulso carotídeo, tendo o cuidado de não o pressionar em demasia, a fim de não fechar completamente a artéria.
É mais fácil medir o pulso no lado do pescoço correspondente ao lado em que se encontra ajoelhado(a). Não meça o pulso em ambos os lados ao mesmo tempo. Tal poderá impedir o afluxo de sangue ao cérebro.
Se houver pulsação carotídea mas não houver respiração, inicie a respiração boca-a-boca mantendo um ritmo de 10 a 12 insuflações por minuto. É o equivalente a uma insuflação por cada 5 a 6 segundos.
Se não houver pulsação, comece a Reanimação Cardiopulmonar.
Comece a efectuar as compressões torácicas, exercendo pressão no peito com as suas mãos e o tronco. Estas compressões exercem pressão no coração entre a espinha (coluna vertebral) e o esterno e estimulam a circulação sanguínea.
Coloque os dedos da mão que estiver mais afastada da cabeça do acidentado sobre a parte inferior do gradeado costal. Deslize os dedos pelo rebordo costal até ao entalhe onde as costelas encontram a parte central do peito, ou seja, o esterno.
Coloque a palma de uma das mãos sobre a metade inferior do esterno. Apoie, depois, a sua outra mão sobre ela.
Poderá manter os dedos esticados ou entrelaçados, mas não os pouse sobre o peito para evitar eventuais fracturas nas costelas.
Os seus braços deverão permanecer esticados. Os seus ombros deverão estar posicionados por cima da parte central do peito da vítima.
Pressione o esterno, rapidamente e com força, criando uma depressão de cerca de 3,5 cm a 5 cm. As compressões deverão ser regulares e rítmicas, ou seja, o tempo da compressão deverá ser idêntico ao do relaxamento. Tal permitirá que o sangue regresse ao coração antes da nova compressão.
Efectue 15 compressões no peito, mantendo um ritmo de 80 a 100 por minuto. Conte um e, dois e, três e, quatro e, cinco e, seis e, sete e, oito e, nove e, dez e, onze e, doze e, treze e, catorze e, quinze. Tal ajudá-lo(a)-á a fazer as compressões seguindo o ritmo correcto.
Abra as vias aéreas, mantendo a cabeça flectida e o queixo levantado e efectue duas insuflações boca-a-boca amplas. Cada insuflação deverá demorar 1,5 a 2 segundos.
Posicione novamente a mão da forma correcta e execute mais 15 compressões.
Efectue 4 ciclos completos de 15 compressões e 2 insuflações e, depois, reavalie o estado da pessoa. Verifique o pulso carotídeo durante 3 a 5 segundos.
Se não houver pulsação, continue a efectuar a RCP integral.
Se houver pulsação, verifique a respiração. Se houver respiração, fique junto da pessoa e vigie-a atentamente até à chegada dos profissionais de saúde.
Se houver pulsação mas a pessoa continuar sem respirar, continue a efectuar a respiração boca-a-boca. Execute 8 a 10 insuflações por minuto. Verifique o pulso de dois em dois minutos. Tal permitir-lhe-á certificar-se dos batimentos do coração da vítima.

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