Reduzir Os Seios - Fotos Antes e Depois
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Reduzir Os Seios

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A escolha da técnica de redução mamária depende muito do volume do seio e cada cirurgião plastico especializa-se numa determinada técnica. Uma ptose mamaria (peito descaído) com hiperplasia (com aumento moderado) não pode ser operada da mesma maneira do que uma gigantomastia (mamas enormes). A idade da paciente também é importante. O que interessa é conseguir-se uma forma bonita com o mínimo possível de cicatrizes.

As cicatrizes nesta cirurgia são habitualmente uma periareolar, uma vertical e uma submamária. Pretende-se que esta última seja o mais pequena possível. “Por vezes, para se conseguir uma cicatriz mais pequena, prejudica-se a forma. Ora se aquilo que motiva o cirurgião plástico é sobretudo a forma, então o melhor para se ter uma boa forma é que se faça a cicatriz do tamanho que se tem necessidade”, diz Godinho de Matos.

Gomes da Silva também afirma que o grande óbice das reduções mamárias são as cicatrizes. “Não têm só a ver com a técnica que se utiliza, mas com as características individuais de cada pessoa, a forma como se cicatriza. Sabe-se que os mais jovens e as pessoas de pele escura cicatrizam pior. A técnica cirúrgica também poderá ter algo a ver com isso, mas tem menos do que com estes factores de que lhe falei”, acrescenta o médico. Francisco Campos usa nesta operação bisturis eléctricos, não deixa drenos (tubos que servem para tirar sangue) e não interna os doentes.

Carlos Pires lembra que o médico tem não só que atender à forma do peito – “que é o factor número um para a maior parte das pessoas”- , como à sensibilidade – “porque não faz sentido uma jovem ir corrigir o peito e depois ele ficar insensível”. E reforça a ideia de que o tamanho e a natureza da cicatriz é muito importante.

O cirurgião plastico tem a obrigação de escolher a técnica que se adequa a cada caso, mas muito importante é fazer perceber às pacientes os prós e os contra da intervenção. “Não é porque a pessoa quer alterar o peito, diminuir um bocadinho, que se deve fazer a vontade à paciente. Temos obrigação de a informar – o lado positivo é este, o negativo é este. Sem pretender dourar a pílula. Gosto até de ser um bocadinho pessimista. E depois a paciente resolve se vale ou não a pena”, acrescenta o médico.

Atualizado em 13 Janeiro 2018

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