8 Remédios Caseiros para Combater o Câncer de Cólon Naturalmente - Fotos Antes e Depois
Fotos Antes e Depois

8 Remédios Caseiros para Combater o Câncer de Cólon Naturalmente

Março é o mês de sensibilização para o câncer de cólon.

De acordo com a Colon Cancer Alliance e a American Cancer Society, o câncer de cólon, também conhecido como câncer colorretal, é o terceiro tipo de cancro mais incidente e a segunda principal causa de morte por cancro em homens e mulheres, nos Estados Unidos da América.

O Câncer de cólon é considerado um câncer evitável.

Porquê? Porque é possível reduzir drasticamente o risco do seu aparecimento, principalmente através de alterações na dieta.

Realizar colonoscopias de forma regular poderá ser útil para o diagnóstico precoce (Ver Imagem), quando as células são pré-cancerígenas ou estão em estadios precoces que são facilmente removidos e tratados.

Câncer De Cólon

Aqui ficam 8 tratamentos caseiros comprovados pela ciência que você poderá seguir a partir de agora para promover um ambiente intestinal saudável contra o câncer e combater o câncer colorretal (câncer do intestino) naturalmente:

O câncer colorretal é um cancro “relacionado com a alimentação”

Tudo aquilo que você come passa através do revestimento do seu tudo digestivo.

O revestimento do intestino grosso e do reto, na região inferior do tubo digestivo, contem resíduos, fluídos digestivos, ácidos biliares e fibras.

Este revestimento é banhado por químicos da comida, pelas suas próprias hormonas e por secreções, bactérias saudáveis e não saudáveis.

O conteúdo do seu intestino tem um impacto direto na saúde dos tecidos com os quais entra em contacto, enquanto passa por estes.

Desta forma, o câncer colorretal é diretamente afetado pela sua dieta.

Comer menos carnes vermelhas

Vários estudos demonstraram que comer carnes vermelhas frequentemente aumenta a incidência de cãncer colorretal.

Comer carnes vermelhas diariamente, especialmente mais do que uma porção por dia, representa um risco aumentado de desenvolver a doença.

Uma dieta baseada em vegetais apresenta um risco menor.

O risco aumentado está associado ao aumento das inflamações relacionadas com os químicos libertados durante a digestão das carnes vermelhas.

Estes químicos aumentam os danos e inibem a reparação do DNA (material genético) das células do revestimento dos intestinos.

Danos no DNA são a principal causa de todos os tipos de cancro.

Comer mais alho

Alho

De acordo com o National Cancer Institute Fact Sheet on Garlic and Cancer Prevention:

Estudos preliminares sugerem que o consumo de alho poderá reduzir o risco de desenvolvimento de vários tipos de câncer, especialmente os cancros do trato gastrointestinal.

Os efeitos protetores do alho podem surgir das suas propriedades antibacterianas ou da sua capacidade para bloquear a formação de substâncias cancerígenas, de interromper a ativação dessas substâncias, de melhorar a reparação, de reduzir a proliferação celular ou de induzir morte das células.

O alho é rico em minerais de enxofre e de selénio, além de produtos químicos vegetais tais como a alicilina e os flavonoides, todos eles conhecidos por serem benéficos para a saúde.

As diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS) para a promoção geral da saúde dos adultos apontam para uma dose diária de 2 a 5 gramas de alho fresco (aproximadamente um dente).

Outros alimentos desta família que apresentam propriedades semelhantes incluem as cebolas, o alho francês, a cebolinha e o cebolinho.

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Comer uma grande variedade de vegetais antioxidantes

As cores profundas e brilhantes das frutas, dos vegetais, das ervas e das especiarias contribuem com uma grande variedade de antioxidantes para a dieta.

Alguns exemplos de alimentos ricos em antioxidantes e altamente pigmentados incluem os mirtilos, os arenques, as romãs, as cenouras, os damascos, a canela, as couves, os brócolos, os espinafres, os abacates, os tomates, as maçãs, o repolho vermelho, as uvas vermelhas e roxas, a toranja rosa, a curcuma, o açafrão, o orégano, a sálvia e o alecrim.

A cor sinaliza a presença de antioxidantes nas substâncias químicas vegetais que podem ativar genes supressores tumorais e desativar os genes promotores do cancro (oncogenes).

Estudos demonstraram que existe um aumento dos níveis de inflamação e de estresse oxidativo no cólon, em indivíduos que seguem dietas pobres em vegetais antioxidantes.

Ambientes intra-intestinais com níveis aumentados de inflamação e baixos níveis de antioxidantes promovem o desenvolvimento de cancro do cólon.

Usar azeite de oliva

Azeite De Oliva (azeitona)

O azeite contém vários produtos químicos vegetais com propriedades anticancerígenas.

O azeite reduz o ácido biliar e aumenta as enzimas responsáveis por regular a renovação das células do revestimento intestinal, promovendo os tecidos saudáveis.

Os compostos antioxidantes (fenólicos) presentes no azeite também exercem um efeito antioxidante protetor contra o cancro.

Inclua na sua dieta alimentos ricos em selênio

Estudos demonstraram que o selénio não só inibe o câncer de cólon como também melhora ou ajuda na atuação de alguns fármacos anticancerígenos.

O selênio inibe também o crescimento e promove a morte das células cancerígenas do cólon.

Alimentos ricos em selénio incluem o alho, as cebolas, as sementes de girassol, os cogumelos, os cereais integrais (arroz integral, aveia, gérmen de trigo), as nozes do Brasil e os peixes (atum, alabote, sardinha, salmão).

Em algumas regiões, o solo é pobre em selénio.

Desta forma, ingerir suplementos de metiselonocisteína, uma forma oral biologicamente ativa de selénio, poderá ser a fonte de selênio ausente da dieta.

Inclua na sua dieta especiarias e ervas aromáticas que inibem o câncer de cólon

Estudos mostraram que o alho, o gengibre, a curcuma (açafrão da terra), o tomilho, o alecrim, a sálvia, a hortelã e a hortelã-pimenta inibem o crescimento de células cancerígenas no cólon.

Inclua na sua dieta óleos ômega 3

Uma dieta rica em óleos ómega 3 anti-inflamatórios (EPA e DHA) diminui a incidência de câncer de cólon.

Os óleos ômega 3 são encontrados em peixes de água fria como o salmão, as sardinhas, a cavala e o bacalhau, bem como no óleo de linho.

Os óleos ómega 3 diminuem os níveis de moléculas pró-inflamatórias que promovem o cancro.

Uma vez que a alimentação moderna nem sempre permite obter níveis adequados de óleos ômega 3 (EPA e DHA), a toma de suplementos orais pode ser uma boa alternativa.

Beba chá de ginseng

Inúmeros estudos têm demonstrado que diversas espécies da prezada erva da longevidade, a raiz de ginseng, diminuem o crescimento e a proliferação de células do cancro do cólon, aumentando a sua morte (apoptose) e atuando como um potente protetor anticancerígeno e antioxidante.

A ginseng asiática (Panax ginseng ou Panaz notoginseng) e a ginseng americana (Panax quinquefolium) exibem todas estas propriedades.

As raízes de ginseng estão amplamente disponíveis em chá e na forma de extrato como refrigerantes de chá.

Sob a orientação de um clínico experiente, a raiz de ginseng tem sido tradicionalmente utilizada como uma erva medicinal numa grande variedade de aplicações.

Sumário

Refletindo sobre estas recomendações para ajudá-lo nas suas escolhas dietéticas, acabamos por descrever tanto as dietas asiáticas tradicionais como as dietas tradicionais mediterrânias.

Estas dietas são naturalmente pobres em carnes vermelhas e proteínas animais, ricas em peixes, óleos ômega 3, azeite e numa grande variedade de cereais integrais, frutas e vegetais, bem como em ervas e especiarias conhecidas pelas suas propriedades anticancerígenas.

As culturas nas quais ainda se consomem as dietas tradicionais possuem uma menor taxa de incidência de câncer de cólon do que outros países como os Estados Unidos e alguns países europeus, onde a dieta moderna aparenta promover e criar um elevado risco de desenvolvimento de cancro do cólon.

A escolha parece clara e muito apetitosa!

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Referências

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