Rir é o melhor remédio

Rir é o melhor remédio – HUMOR TECNOLÓGICO – As ironias, os absurdos e as maravilhas da vida moderna

Eu estava visitando uma amiga, e ela não conseguia encontrar o telefone sem fio. Após vários minutos de busca, sua filha mais nova disse:
– Sabe o que deviam inventar? Um telefone que ficasse preso à base e nunca desaparecesse.
— MIRIAM SCOW

Crianças necessitam de mais velocidade do que os computadores da sala de aula podem oferecer. Impaciente para entregar sua redação, um aluno inquieto clicava sem parar no comando “Imprimir”. A impressora começou a cuspir cópias e mais cópias do trabalho de dez páginas do menino. O tema? “Salvem nossas árvores.”
— KEN CUMMINGS

Conheci meu namorado on-line e já faz mais de um ano que estamos juntos. Apresentei-o a meu tio, que, fascinado com o fato de termos nos encontrado na Internet, perguntou a Hans que tipo de linha ele havia usado para me fisgar. Fanático por computadores, Hans ingenuamente respondeu:
– Usei uma linha telefônica comum mesmo, com um modem de 56K.
—ANNE MCCONNE

Num banheiro público, uma amiga ouviu a mulher no compartimento ao lado perguntar, de repente:
– Como você está?
Espantada, minha amiga res pon deu, meio hesitante:
– Bem.
A mulher prosseguiu:
– Quais são as novidades?
Ainda confusa, minha amiga disse:
– Nenhuma. E você, alguma novidade?
Foi então que a mulher retrucou:
– Você pode me dar licença? Estou ao telefone!
— MARION SPARER

Sou uma gordinha charmosa de 1,60 metro. Quando sofri um acidente, sem gravidade, minha mãe me acompanhou ao pronto-socorro.
A enfermeira perguntou minha altura e peso, e respondi, sem titubear:
– Tenho 1,60 metro, 57 quilos.
Enquanto a enfermeira ponderava sobre essa informação, minha mãe inclinou-se para mim:
– Querida –
disse, num tom de repreensão carinhoso –, você não está na Internet.
— M.M.

Conheço um pastor que usa uma liturgia-padrão em enterros. Para personalizar cada cerimônia, ele dá o comando “localizar e substituir” no editor de textos. O computador, então, seleciona o nome do falecido anterior e o substitui pelo nome do falecido seguinte.
Não faz muito tempo, esse pastor mandou localizar o nome “Maria” e substituí-lo por “Edna”. Na manhã seguinte, o enterro transcorria
normalmente até que a congregação recitou o credo. “Jesus Cristo”, leram todos no programa impresso, “…nasceu da Virgem Edna…”
— ROBIN GREENSPAN

Tentando explicar à nossa filha de 5 anos o quanto os computadores haviam mudado, meu marido apontou para nosso PC novinho em folha e disse-lhe que, quando ele estava na faculdade, um computador com aquela mesma capacidade tinha o tamanho de uma casa.
Arregalando os olhos, nossa filha perguntou:
– E de que tamanho era o mouse?
— CYNDY HINDS

Quando minhas cópias impressas come çaram a sair cada vez mais fracas, liguei para a assistência técnica e um homem muito gentil me informou que a impressora devia estar apenas precisando de uma limpeza. Como a loja cobrava 50 reais pelo serviço,
ele sugeriu que seria melhor se eu lesse o manual e tentasse limpá-la por minha conta.
Agradavelmente surpresa com sua sinceridade, perguntei:
– Seu patrão sabe que você dispensa os clientes assim?
– Na verdade, isso é ideia dele – respondeu o funcionário, meio constrangido. – Em geral ganhamos mais dinheiro com os consertos se
deixamos as pessoas tentarem fazer o trabalho sozinhas primeiro. — MICHELLE R. ST. JAMES

Meu vizinho de 60 anos diz que não se acostuma com a tecnologia. Isso foi confirmado no dia em que ele me pediu para fazer uma ligação do meu celular. Eu disse que o aparelho estava em cima do sofá e saí da sala. Ao voltar, vi que ele tentava falar no
controle remoto da TV. — JONATHAN DOS SANTOS

Voltei da Rússia após ter vivido lá quase dois anos. Minha irmã resolveu me surpreender, fazendo cartazes de boas-vindas em russo. Ela entrou num site de traduções e digitou: “Seja bem-vindo, Cole.” Depois, imprimiu a frase traduzida em cerca de 20 cartazes coloridos.
Quando desci do avião, a primeira coisa que vi foi minha família toda animada agitando cartazes com uma mensagem esquisita. Minha irmã me deu um grande abraço e apontou, orgulhosa, para sua produção.
– Não é o máximo?
– exclamou ela. –
Aposto que você achava que eu não sabia nada de russo.
Admiti que estava realmente surpreso – da mesma forma que ela ficou quando lhe contei o que os cartazes de fato diziam: “Tradução
não encontrada.”
— COLE M. CRITTENDEN

Numa noite fria, o aquecimento da minha casa quebrou e eu fui para a dos meus pais. Na manhã seguinte, uma vizinha ligou, avisando que a tubulação de água havia estourado e inundado a mi nha casa e a dela. Corri para lá e, no caminho, fui multada por exces so de velocidade. Então, o técnico do aquecimen to chegou e disse que talvez não tivesse o fusível certo, mas verificaria no carro. Enquanto isso, o bombeiro abria buracos na parede do banheiro para localizar o vazamento. Quando o técnico voltou, segu rava a peça.
– Encontrei o fusível – excla mou ele.
– Este é o seu dia de sorte! — CANDACE M. PRESTWICH

Sou responsável pelo setor de informática da empresa em que trabalho. Há um ano, substituímos o sistema operacional da rede e todos tiveram de se adaptar ao novo sistema. No entanto um dos técnicos, ignorando que as men sagens enviadas pelo servidor eram repetidas em todos os micros da rede, mandou a seguinte mensagem para uma funcionária do departamento ao lado:
“Quer ir ao cinema comigo esta noite?”
Ao levantar os olhos do computador, viu que tinha virado motivo de chacota. Não bastasse o constrangimento perante os funcionários, meu telefone toca e meu chefe pede que avise ao remetente do convite que agradecia, mas não poderia sair naquela noite. — ADRIANO LUCHETTA

No primeiro domingo depois que meu marido e eu compramos um carro novo, paramos o veículo na última fila do estacionamento da igreja, para não parecer que estávamos ostentando. Enquanto conversava com amigos, meu marido, Byron, apertou acidentalmente o botão do alarme na chave eletrônica. Então a buzina do carro disparou e os faróis começaram a piscar.
Vendo Byron atrapalhado com o botão, seu amigo o provocou:
– Não teria sido melhor incluir uma notinha no folheto da missa? — DONA A. MOWRY

Estava preparando o almoço para minha neta, quando o telefone tocou.
– Se você responder certo a uma pergunta – disse um rapaz –, vai poder fazer dez aulas de dança grátis.
Antes que eu pudesse argumentar que não estava interessada, ele continuou:
– Você vai ser a feliz ganhadora se souber me dizer o que Alexander Graham Bell inventou.
– Não sei – respondi secamente, tentando desencorajá-lo.
– O que você está segurando nes te exato momento? – perguntou ele, entusiasmado.
– Um sanduíche de mortadela.
– Parabéns! – gritou ele. – Por ter um ótimo senso de humor… — LOLA CANTRELL

Meu filho, Scott, corretor de seguros, adora pescar em alto-mar e sempre leva o celular para o barco. Certa manhã, está va mos a cerca de 15 quilômetros da costa quando Scott começou a tra tar de negócios ao telefone.
De repente, sua vara de pescar dobrou e a carretilha guinchou com o desen rolar da linha. Scott dominou a situação.
– Desculpe-me – disse ele ao cli ente, mantendo a calma –, mas tem alguém me ligando em outra linha. — ART HARRIS

Vendedores que oferecem produtos pelo telefone irritam muito meu pai. Ele reclama mais dos que prometem “brindes”. Uma noite, já tarde, papai estava deitado quando o telefone tocou.
– Parabéns, o senhor acaba de ganhar um lote no cemitério!
– Ótimo! – respondeu meu pai. – Mande entregar.
E desligou.
— D. VANCE NOONAN

Um dia, ficamos presos no elevador do nosso prédio. Ao ver uma placa que indi cava dois números de telefone para casos de emergência, liguei para o primeiro e expliquei a situação. Depois do que me pareceu um silêncio muito
longo, a voz do outro lado disse:
– Não sei o que posso fazer por você; sou psicólogo.
– Psicólogo? Seu telefone está aqui como número de emergência.
Você não pode nos ajudar?
– Bem – disse ele, por fim, num tom estudado –, como você se sente por estar presa no elevador?
— CHRISTINE QUINN

Certa noite, nosso jantar estava sendo constantemente interrompido por ligações de vende dores. Quando o telefone tocou mais uma vez, meu pai atendeu. Por seus comentários, achamos que era seu amigo Ed, um notório fã de pegadinhas. Papai repetia coisas como:
– Deixe disso, Ed. Muito engraçado, mas sei que é você. Pare com isso ou vou desligar. Você vai se ver comigo. Quando papai desligou, minha mãe perguntou:
– Era o Ed?
– Não – respondeu meu pai. – Era um vendedor, e não acho que vá ligar de novo.
— TONI M. VIDRA

Dou suporte técnico aos usuários dos programas de computador desenvolvidos pela empresa na qual trabalho. Um dia, estava ao telefone ajudando um cliente a instalar um produto num Macintosh. O procedimento requeria que ele apagasse um arquivo antigo. Existe no Mac o ícone de uma lixeira, usada para reunir itens a serem apagados de uma vez por todas. Pedi ao cliente que clicasse no arquivo antigo e o arrastasse para o lixo. Depois, orientei-o a fazer mais algumas operações. Para finalizar, acrescentei:
– Não se esqueça de esvaziar a lixeira.
Obedientemente, ele respondeu:
– Sim, querida. — CYNTHIA KAINU

Sou policial e estava operando o radar de dentro da viatura, perto de um hotel, quando um homem aproximou-se e pediu ajuda. Ele reclamou que o volume da televisão no quarto ao lado do seu, que parecia vazio, estava tão alto que ele e a mulher não conseguiam dormir.
Não havia vivalma na recepção. A mulher estava do lado de fora quando cheguei à porta do quarto. Foi quando tive uma ideia. Pedi a ela o controle remoto da TV deles, mirei através da janela do quarto vizinho e desliguei o som do aparelho. — RAY ALLEN

Minha mãe começou a re ce ber telefonemas de homens que discavam errado o número de um serviço de acompanhantes. Mamãe, que possuía aquela linha havia anos, pediu à companhia telefônica que mudasse o número da tal empresa. Mas eles se recusaram, e as chamadas continuavam, noite e dia. Depois de algum tempo, ela passou a informar aos cavalheiros que a empresa havia fechado. Uma
semana depois, o serviço de acompanhantes mudou o número do telefone – espontaneamente.
— MARIAN BURGESS

O juiz dá uma bronca no réu:
– Outra vez acusado de excesso de velocidade? Não posso acreditar! Quantas vezes eu o tenho visto na minha frente?
– Na sua frente? Nenhuma, meritíssimo! Por várias vezes tentei ultrapassar o automóvel de Vossa Excelência, mas nunca consegui!
— FERNANDO ALBANO DIAS

Depois que comprei para minha mãe um CD player e alguns CDs, ela ficou empolgada ao descobrir que não precisava mais rebobinar ou
adiantar fitas, nem manipular a agulha do toca-discos. Sabendo que ela era limitada em relação a tecnologia, telefonei alguns dias depois para saber como estava-se saindo. – Bem. Escutei Shania Twain hoje de manhã – disse.
– O CD inteiro? – perguntei.
– Não – respondeu –, só um lado.
— COURTNEY DYER

Bem à minha frente na fila do cinema estava uma mulher com um celular grudado à orelha, enquanto discutia com a moça da bilheteria.
– Os ingressos não podem estar esgotados! – exclamou. – Estou falando com meu namorado, que já está sentado lá dentro, e ele diz que há dois lugares vazios ao lado dele. Um ingresso, por favor.
E ela conseguiu a entrada.
— CLAUDIA J. WRAZEL-HOROWITZ

Meu celular parou de fun cio nar enquanto eu tentava avi sar minha mulher de que esta va preso num engarrafamento e che garia atrasado para o jantar do nosso aniversário de casamento. Escrevi uma mensagem no laptop pedindo aos outros motoristas que ligassem para ela, imprimi na minha impressora jato de tinta portátil e prendi o aviso com fita adesiva no vidro traseiro do carro.
Quando, enfim, cheguei em casa, minha mulher me deu o beijo mais demorado do mundo. – Você deve me amar mesmo – comentou. –
Pelo menos 70 pessoas ligaram para me dizer isso.
— JARON SUMMERS

Fui a um leilão beneficente de automóveis, no qual os carros estavam classificados como “Anda” e “Não Liga”. Um “Não Liga” estava sendo leiloado. O carro tinha o para-brisa quebrado, dois pneus a menos, o para-choque dianteiro pendurado, a grade dianteira torta, o capô meio levantado num canto, além de amas sados por todo lado. Antes de dar início aos lances, o leiloeiro anunciou o ano do carro, a marca e o modelo, e depois leu a observação do proprietário:
– Atenção: o rádio não funciona.
— CHICK MANSUR

 
 

“A garantia vale por toda a vida útil do produto, que, obviamente, terminou quando ele quebrou.”

“Descobri como mandar e-mail e fax, tirar fotos, instalar jogos e fazer vídeos, mas o que eu queria mesmo era telefonar.”
 

 

 

 

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Última atualização da página em 17/11/12 por:

Dra. Alice Wegmann (Clínica Geral)

Licenciada em Medicina Geral e uma apaixonada por Medicina Alternativa, Aromaterapia e Fitoterapia.

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Última atualização da página: 17/11/2012 às 6:15 horas por: Dra. Alice Wegmann (Clínica Geral)