Ser saudavel com responsablidade

Ser saudavel

Para cada nação tem havido, em cada época, um ideal dominante. Para os gregos foi o desenvolvirnento intelectual e artístico; para os romanos as conquistas militares; para os indus a calma filosófica; para os egípcios a erudição religiosa. Essas coisas ficaram no passado. No presente, o ideal que cativa os povos livres é a acumulação de riquezas.

Para o homem e a mulher de hoje, sucesso é sinônimo de aquisição de bens materiais. E, no entanto, de todos os ideais, é este o que tem menor valor real para o homem. Quando jesus Cristo disse que é mais fácil a um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que a um ricaço entrar no Céu, fez ver que o homem, candidato ao reino de Deus, quando se esforça para ajuntar riquezas, se distrai do propósito de se aperfeiçoar moral, mental e fisicamerite, e perde de vista o grande alvo, a exemplo do aluno pouco estudioso, que não se capacita para a aprovação final.

Podemos e devemos lutar vitoriosamente em prol da nossa própria salvação. Somos fracos, estúpidos, incapazes? Temos menos virtudes que nossos semelhantes? Consideramo-nos inferiores aos outros?
Fracassamos sempre nos momentos críticos? A consciência das nossas falhas afasta de nós a esperança do êxito? Se assim é, a culpa cabe principalmente a nós mesmos.
Cada dia, cada hora, cada minuto podemos construir ou destruir.
Efetivamente, estamos sempre edificando ou demolindo. O que? A nossa natureza moral, espiritual e física, a nossa pessoa como um todo. Esse processo de restauração ou recuperação do indivíduo não depende inteiramente dos pais, nem do ambiente, nem do acaso, nem das circunstâncias; depende principalmente de nós mesmos, da nossa boa vontade e honestidade para com nós mesmos, agora que já somos
adultos. Não existem desvantagens; há, isso sim, oportunidade para pensar, decidir e agir.

A vida é por si mesma complexa. Suas leis, porém, são simples. A saúde é difícil de definir, mas suas leis são fáceis de enunciar e de seguir. E tornar conhecidas essas leis – ensinar os homens e as muIheres a serem sadios em todos os sentidos e auxiliá-los a realizar o mais nobre de todos os ideais, que é a restauração de si mesmos, essa é a missão que nos propomos cumprir.

À luz das leis da saúde, as doenças não são hereditárias. Podemos, sem dúvida, herdar fraquezas, tendências, predisposições, que, não sendo combatidas, desempenham sua parte na gênese de doenças
crônicas. Geralmente, porém, a enfermidade é o resultado das próprias extravagâncias.
Como a velhice em si mesma também não acarreta doença, não há razão para a pessoa da casa dos cinquenta ou sessenta sofrer do fígado, do estômago, do intestino, da bexiga, dos rins, do coração, ou
para queixar-se de arteriosclerose ou hipertensão arterial. As causas desses sofrimentos são,patológicas e não fisiológicas. Resultam dos abusos contra a natureza e não da idade. É verdade que as forças di-
minuem, porém os tecidos não se arruínam com o avanço da velhice. No terreno da saúde e doença, tudo é uma lei de causa e efeito.

Não acalentemos, pois, o pensamento de que Deus tenha feito uns fracos e doentes e outros sãos e fortes. Essa idéia é errônea eblasfema. Nós é que infringimos as leis da natureza, que são leis de Deus, e, por isso, ficamos enfermos por culpa exclusivamente nossa. É, pois, um dever religioso viver em obediência às regras da higiene, para conservar a saúde. Ficar doente é pecado. A doença nunca vem por acaso. É o próprio homem que provoca a causa de suas enfermidades. Nós mesmos é que nos fazemos doentes e culpamos alguém ou alguma coisa – Deus, os médicos, os micróbios, o clima – e não nos lembramos de culpar-nos a nós próprios.

O que procuramos é fugir da nossa responsabilidade: uma revisão cabal do nosso modo de viver, uma completa reforma dos nossos hábitos.

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Última atualização da página em 13/01/18 por:

Dra. Alice Wegmann (Clínica Geral)

Licenciada em Medicina Geral e uma apaixonada por Medicina Alternativa, Aromaterapia e Fitoterapia.

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