TER MAIS FILHOS: depois de ter tido uma criança com trissomia 21 - Fotos Antes e Depois
Fotos Antes e Depois

TER MAIS FILHOS: depois de ter tido uma criança com trissomia 21

Muitas vezes os pais interrogam-se sobre se, depois de terem tido uma criança com trissomia 21, as possibilidades de terem outra são maiores. A resposta depende do tipo de trissomia do seu filho e da história específica da família.

Em termos gerais, o risco de ter outro filho com trissomia 21 depois de já terem tido um é de 1 para 100. Isto significa um risco acrescido para mães com idade inferior a 40 anos. (O risco para a população em geral só se aproxima de 1 em cada 100 nascimentos por volta dos 40 anos.)

trissomia-21

Após os 40 anos, a probabilidade de se ter um bebé com trissomia 21 aumenta notoriamente para todas as mães, quer já tenham ou não um filho com trissomia 21.

Estes números aplicam-se a famílias com uma criança com trissomia 21 não-disjuntiva, ou cerca de 95% de todas as famílias com uma criança com trissomia 21.

Não se sabe ao certo qual a razão de as mães jovens já com um filho com trissomia 21 correrem um risco acrescido de recorrência. Alguns cientistas defendem que há fatores genéticos que fazem com que algumas mães tenham maior predisposição para a trissomia 21 não-disjuntiva.

Também é possível que o risco de recorrência seja mais elevado em alguns casais por um dos progenitores ter mosaicismo das células germinativas.

Ou seja, talvez um dos pais possua algumas células reprodutoras (óvulos ou espermatozoides) com o número normal de cromossomas e algumas células com trissomia 21, mesmo que não tenham as características físicas da trissomia 21.

Por outras palavras, é possível que apenas alguns casais tenham, de facto, um risco acrescido de recorrência, enquanto outros casais correm o mesmo risco de outros pais da mesma idade.

Para as famílias que têm um bebé com trissomia 21 por translocação, o risco de recorrência é também de 1 para 100, a não ser que o problema tenha sido herdado de um dos pais com translocação equilibrada, como já se explicou anteriormente.

Se um dos pais tiver uma translocação equilibrada, o risco de recorrência aumenta drasticamente em relação à população em geral. Neste caso, o risco de recorrência depende do tipo de translocação e do sexo do progenitor portador. Se o portador for a mãe, o risco é de 1 em 10; se o portador for o pai, é de 1 em 20.

Para saber com exatidão qual o tipo de trissomia 21 que o seu filho tem, consulte um geneticista. Ele poderá determinar o cariótipo do bebé e aconselhá-lo em conformidade.

Caso seja necessário, poderão fazer uma análise aos seus cromossomas para determinar se é portador ou não de uma translocação equilibrada. Se for portador, há a probabilidade de os seus outros filhos serem também portadores.

Neste caso, eles poderão desejar consultar um geneticista quando pensarem em formar as suas próprias famílias.
Não há necessidade de os pais ou os seus outros filhos analisarem o cariótipo dos seus cromossomas, a não ser que a criança tenha trissomia 21 por translocação.

Na eventualidade de um possível pai ser portador de translocação equilibrada, os processos de reprodução assistida têm conhecido um grande avanço, que hoje possibilita que se faça o rastreio da trissomia 21 e de outros problemas cromossómicos nos óvulos fertilizados, antes da implantação.

Saiba mais sobre Trissomia 21

Participe no Forum. Deixe a Sua Dúvida ou Comentário

Campos de Preenchimento Obrigatório marcados com *



Seguir fotosantesedepois.com

Siga-nos na rede social Facebook e receba dicas sobre os temas de saúde mais atuais.

Facebook Fotos Antes e Depois
Receber Dicas de Saúde?

Se está interessado/a em receber no seu Email, dicas de saúde, remédios caseiros..., subscreva a nossa newsletter.

Contacte-nos

© 2018 Fotos Antes e Depois | Politica de Privacidade