Tuberculose Óssea na Coluna Vertebral (Mal de Pott) - Fotos Antes e Depois
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Tuberculose Óssea na Coluna Vertebral (Mal de Pott)

A tuberculose é uma doença infecciosa provocada por uma bactéria popularmente conhecida como bacilo de Koch.

Esta doença altamente contagiosa é mais conhecida pelo acometimento pulmonar, ou seja, pela tuberculose pulmonar.

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Contudo, a infecção pode atingir outras partes do corpo, entre os quais os rins, os gânglios linfáticos, o cérebro, a pele ou os ossos, entre outros órgãos.

Neste artigo poderá saber mais sobre a tuberculose óssea na coluna. Confira.

Tuberculose óssea na coluna

Também denominada de Mal de Pott ou espondilite tuberculosa, a tuberculose vertebral é um tipo de tuberculose extrapulmonar, sendo a mais frequente entre todas as tuberculoses que afetam outros órgãos que não os pulmões.

Esta doença caracteriza-se pela instalação do bacilo de Koch nos ossos da coluna, provocando sintomas bastante graves e incapacitantes.

O tratamento para este problema de saúde é longo e inclui várias vertentes terapêuticas.

Conheça de seguida os fatores de risco, os sintomas, como se contrai esta doença, e ainda, como é feito o diagnóstico e qual o tratamento mais adequado.

Fatores de risco

Tuberculose óssea Na Coluna Vertebral

Qualquer pessoa pode contrair a bactéria causadora da tuberculose, havendo no entanto indivíduos mais suscetíveis que outros a desenvolverem a doença quando contaminados. Os indivíduos com maior risco são:

– alcoólatras;

– diabéticos;

– doentes com neoplasias;

– doentes a fazer quimioterapia;

– idosos;

– insuficientes renais crônicos;

– sem abrigos e residentes em ambientes prisionais;

– portadores do vírus HIV;

– indivíduos que foram alvos de transplante de órgãos.

Sintomas

Este tipo de tuberculose consiste na invasão dos ossos da coluna vertebral pelo bacilo de Koch, levando à sua destruição gradual.

Sendo uma doença de progressão lenta, os sintomas inicialmente surgem leves ou moderados, com dores ligeiras nas costas, que no entanto, pioram progressivamente.

À medida que as vértebras vão sendo destruídas, a medula pode também ser atingida, causando dores intensas, e ainda, alterações neurológicas, com várias complicações para a capacidade funcional do paciente, entre as quais a mais grave: paraplegia.

Confira de seguida a lista completa de sintomas que se podem manifestar na doença:

– comprometimento da capacidade do indivíduo se movimentar;

– dor progressiva e gradual;

– fraqueza nas pernas;

– massa palpável na região final da coluna;

– existência de febre (nalguns casos);

– emagrecimento;

– rigidez na coluna.

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Contágio

Tal como todas as formas de tuberculose, o contágio desta forma da doença ocorre pela inalação da bactéria responsável.

Nos tipos de tuberculose extrapulmonar, o bacilo entra na corrente sanguínea, podendo alojar-se em qualquer órgão.

No caso desta doença, a bactéria instala-se nos ossos da coluna, dando depois início à sua destruição.

Os pacientes com a doença não conseguem transmitir o bacilo, a não ser que também sofram de tuberculose pulmonar ativa.

Isto acontece pois o bacilo de Koch é transmitido via aérea através de secreções respiratórias contaminadas, como por exemplo a tosse.

Ou seja, um indivíduo com a patologia pode entrar em contacto com outras pessoas, sem receio de as contaminar.

Diagnóstico

O diagnóstico da doença irá integrar um conjunto de vários exames, para ajudar o médico a confirmar o problema e despistar outros problemas.

As formas de diagnóstico incluem exames de sangue, radiografia da coluna vertebral, ressonância magnética, cintilografia e tomografia computorizada.

No entanto, os exames mais fiáveis e eficazes são a biópsia óssea e o PPD (purified protein derivative).

Tratamento

Caso seja confirmada a existência deste tipo de tuberculose, é essencial iniciar logo o tratamento, para evitar a progressão da doença e a sua evolução para complicações ainda mais graves.

O tratamento inclui repouso, toma de antibióticos, fisioterapia e imobilização da coluna com recurso a um colete específico.

Em determinadas situações, pode mesmo ser necessária a realização de um procedimento cirúrgico para estabilizar a coluna ou para drenar os abscessos formados.

Relativamente à toma de antibióticos, o paciente é tratado com um esquema de vários antibióticos, durante um período que pode chegar aos 2 anos.

Um dos grandes problemas no controlo desta doença é o abandono dos antibióticos antes da altura certa.

Muitas pessoas, sentindo grandes melhorias nos seus sintomas ao fim de alguns meses, param de tomar a medicação, não completando o tempo total do tratamento.

Isto irá favorecer o surgimento de cepas do bacilo de Koch muito mais resistentes, o que tornará qualquer regresso da doença bem mais perigoso e mais difícil de tratar.

Prevenção

Controlar a propagação da infecção por tuberculose pode prevenir a espondilite tuberculosa. Os Pacientes que têm uma prova da tuberculina, teste de Mantoux ou teste de PPD positivo (mas não a tuberculose ativa) podem diminuir o risco da doença tomando corretamente os medicamentos para prevenir a tuberculose.

Para tratar eficazmente a doença, é crucial que o paciente tome os medicamentos exatamente como prescrito pelo médico.

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Atualizado em 16 Janeiro 2018

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