Tudo Sobre Cirurgia Plástica
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Tudo Sobre Cirurgia Plástica e Estética

Atualizado em 10 setembro, 2014

Saiba tudo sobre cirurgia plastica neste breve dicionario de estética – Mesmo que o seu medico se esforce para esplicar os procedimentos, é muito provavel que alguns termos lhe escapem. Vamos então desvenda-los, para que, da proxima vez não lhe restem duvidas.Lipodistrofia edemato-fibroesclerótica

Numa palavra: celulite. Em termos médicos também é conhecida com este nome, não porque os especialistas gostem de complicar tudo, mas porque a palavra celulite designava uma grave doença cutânea muito antes de se ouvir falar em “pele casca de laranja”. Por isso, os médicos resolveram chamar a esta última lipodistrofia, que significa uma alteração do tecido adiposo, e edemato fibroesclerótica, devido aos sintomas que a acompanham: retenção de líquidos e endurecimento dos tecidos. Um termo muito explicativo e que/ para além disso, permite distinguir a verdadeira celulite da simples acumulação de gordura localizada.

Material autótogo

Se o seu médico lhe disse que vai fazer um preenchimento com material autólogo, fique tranquila porque não há nada mais seguro. O material autólogo é todo aquele que provém do seu próprio corpo.
Pode ser desde a gordura extraída através de uma lipoaspiração – que é, de seguida, injectada, por exemplo, para dar mais definição aos lábios – até cartilagem, utilizada para, por exemplo, reconstruir o nariz em caso de acidente, podendo ser extraída de diversas partes dos corpo, como das ancas.

Ptose

Pode ter uma ptose mamária ou palpebral, por exemplo, que afecta, respectivamente, o peito e a parte superior do olho. Em estética, costuma chamar-se flacidez, mas também existe a ptose intestinal ou renal, já que é um termo que não se limita à estética. De facto, esta palavra de origem grega significa literalmente queda e refere-se ao relaxamento de qualquer parte ou órgão do corpo.

Lipodistrofia

O rosto e o corpo devem as suas formas e volumes, em grande parte, à distribuição de gordura. No entanto, essa distribuiçâo pode ser afectada devido a alterações do metabolismo dos lípidos originadas por alguma doença, medicação ou outros problemas menores. A este processo dá-se o nome de lipodistrofia. Assim, a gordura pode acumular-se de forma exagerada em determinadas zonas (lipohipertrofia) ou desaparecer de onde deveria estar (lipoatrofia). Por vezes, essas alterações são tão evidentes e inestéticas que se
tornam num complexo para quem as tem.

Para solucionar este problema, para além de combater as causas, pode-se recorrer a técnicas como a lipoaspiração e as infiltrações de gordura, respectivamente.

Platismoplastia

A papada (ou “duplo queixo”) é a sua fonte de amarguras? Fique a saber que grande parte da culpa está associada ao relaxamento do platisma, um músculo superficial que percorre o pescoço desde a mandíbula ao decote. O platisma perde tonicidade facilmente e, ao fazê-lo, distende a pele, favorece a acumulação de gordura e cria rugas verticais. Por isso, quando se trata de eliminar a papada, além de se falar de lifting e lipoaspiração, o seu cirurgião falar-lhe-á também de platismoplastia, que é uma intervenção destinada a esticar o músculo para redefinir o contorno do pescoço.

Contractura capsular ou encapsulamento

Já deve ter ouvido falar destes termos, que mais não são do que o grande pesadelo das mulheres que se submetem a implantes de peito
e, também, dos cirurgiões que as operam. Sempre que o organismo detecta um corpo estranho no organismo (neste caso o implante),
defende-se isolando-o mediante a criação de uma membrana que actua como se fosse uma cápsula. As complicações surgem quando a cápsula pressiona o implante de forma a que este se deforme e o peito fica rígido e inclusive dorido. Não se conhecem bem as causas desta complicação, mas sabe-se que é menos provável nos implantes de superfície rugosa e que se pode prevenir com massagens, que o médico prescreverá.

Quando é recente, a solução é um tratamento combinado de ultra sons com antibióticos, mas se já passou algum tempo, a única solução é mudar os implantes e nem sempre com bons resultados, pois é um problema que pode ser recorrente. Assim, à menor suspeita, deve consultar o seu cirurgiâo.

Dermolipectomia femoral ou braquial

Parecem termos estranhos, mas não se referem a intervenções exóticas ou vanguardistas. Dermolipectomia é o nome que os médicos dão à retirada de excesso de tecido cutâneo, que em termos coloquiais se designa por lifting. Femoral diz respeito às coxas, enquanto braquial aos braços.

Por outras palavras estamos a falar de um lifting de coxas e outro de braços (braquioplastia). intervenções que costumam realizar-se para retirar o excesso cutâneo que deriva do emagrecimento pronunciado ou da flacidez dessas zonas gerada pelo passar do tempo.

Sulcos nasogeniano, glabelar, parasinfisário…

São pregas profundas que enchem o rosto de sombras, dando-lhe uma expressão cansada e triste, por melhor que se sinta. Os mais conhecidos são os nasogenianos ou nasolabiais, que partem do nariz em direcçâo à comissura dos lábios. Os sulcos parasinfisários, mais conhecidos por linhas de marioneta, descem dos lábios ao queixo.

Os glabelares são os que marcam o espaço entre as sobrancelhas, os nasojugais são os que se situam na linha da olheira e os sub-orbitais, que partem do ângulo interno dos olhos e se prolongam até às bochechas. Embora algumas pessoas tenham esses sulcos marcados desde jovens devido à sua fisionomia, o mais comum é que surjam com a idade, quando o tecido serve de suporte à pele e é reabsorvido pelo organismo. Solução?
Voltar a preenchê-los através de infiltrações de substâncias como o acido hialuronico e gordura.

Mastopexia

Os médicos chamam mastoplastia ou mamoplastia às cirurgias do peito. Existe a mamoplastia de aumento, a mamoplastia de redução e… a mastopexia, que se destina a elevar o peito. O excesso de peso da glândula mamária, o passar do tempo e a amamentação são os principais responsáveis pela flacidez do peito. Os médicos solucionam este problema retirando o excesso de pele e, em alguns casos, introduzindo uma prótese.

Iontoforese

Assim dita, esta palavra pode não lhe ser familiar, mas com certeza já ouviu falar de mesoterapia sem agulhas. A iontoforese é o processo mediante o qual essa terapia sem agulhas é levada a cabo. Consiste na emissão de uma corrente de baixa intensidade que arrasta os ingredientes activos através da pele e tem a vantagem de não ser dolorosa nem provocar nódoas negras, algo que costuma acontecer com a mesoterapia convencional.

Utilizada quer em medicina quer em estética, a iontoforese tem as mesmas aplicações que a mesoterapia clássica: antienvelhecimento,
redução da celulite, tratamentos contra as varizes, entre outras.

Ressecção do dorso nasal

O dorso nasal é um conjunto de ossos e cartilagens que conferem o perfil do nariz. Não é o mesmo que septo nasal, uma estrutura óssea
mais interna. Por vezes, o dorso nasal, é maior do que desejaríamos, o que constitui uma causa frequente da procura de um cirurgião plástico para uma rinoplastia. Nesses casos, os médicos falam de ressecção do dorso nasal, ou seja, retirar o excesso de osso ou cartilagem para estreitar o nariz ou retirar-lhe a forma arqueada. Normalmente, faz-se limando pouco a pouco até alcançar a forma e o volume desejados. Não há dúvidas de que o cirurgião que o faz tem também de ter dotes de escultor.

Hidrolipoclasia ultrasónica ou ultracavitação

É um tratamento contra a celulite e a gordura localizada, essa que não desaparece de determinadas zonas mesmo que seja magra ou faça dieta. Consiste na destruição da gordura mediante a acção de ultra-sons. Funciona da seguinte forma: os ultra-sons (ondas sonoras não perceptíveis ao ouvido humano) são vibrações que geram tais diferenças de pressão sobre as membranas dos adipócitos, as células encarregues do armazenamento das gorduras, que acabam por se romper. A gordura liberta-se, passa para a corrente sanguínea e é eliminada como os demais resíduos do organismo.

É também conhecida como lipoaspiração sem cirurgia porque os seus resultados são muito semelhantes, mas sem cânulas nem anestesias.

Atualizado em 10 setembro 2014

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