Vaginismo

O vaginismo é um problema sério, mas igualmente igualmente complicado. É que o facto de ele ter a ver com um aspecto da mais elevada intimidade feminina, faz com que muitas mulheres tenham vergonha de procurar ajuda. Na actualidade, e com o acesso às novas tecnologias, já é possível recolher toda a informação necessária, algumas dicas, produtos para auxiliar no tratamento, e tratamentos em concreto. Na minha opinião, este é um dos melhores sites www.vaginismus.com/por sobre o vaginismo, não apenas pela informação prestada como pelo tratamento que disponibiliza.

O vaginismo refere-se a uma contracção forte e involuntária dos músculos que estão à volta da vagina, que impossibilita qualquer penetração. Porém, esta fobia da penetração nada tem a ver com a ausência de desejo sexual ou prazer. Aliás, estas mulheres gostam das carícias sem penetração.

Frequentemente, só consultam o médico depois de vários anos de vida em comum, quando desejam ter um filho. O seu problema não tem nenhuma relação com qualquer anomalia orgânica: a causa é puramente psicológica.

Tratamento – Como tratar  o Vaginismo

O Que fazer? Tratar do vaginismo é como tratar uma fobia. Deve-se, antes de mais, reeducar a paciente para que deixe de ter medo. O tratamento tem de ser gradual, explica Sylvain Mimoun, ginecologista, andrologista e especialista psicossomática. Na verdade, muitas vezes, o exame ginecológico é impossível na primeira consulta.

Tal como o seu corpo rejeita o pénis, também recusa o espéculo e até o dedo do médico. Na prática, tentamos habituar a paciente à penetração e ajudá-la a tomar consciência da sua vagina, uma parte do próprio corpo que lhe é desconhecida.

 Antes desta etapa, que pode incluir sessões de relaxamento e hipnose, a psicoterapia será necessária em 10 a 15 por cento dos casos. Mas o esforço vale a pena, pois a descoberta do acto sexual é uma autêntica revelação para estas mulheres que podem finalmente gozar, de forma plena, a sua sexualidade.

Sob vigilância

A vida de uma mulher nem sempre é um mar de rosas. Certos períodos sensíveis precisam de uma atenção especial da sua parte.
A gravidezO pós-partoA menopausa
O corpo da mulher modifica-se e o homem sente-se excluído. O casal receia continuar as relações sexuais. De facto, à excepção de raras contra-indicações médicas, nada impede a continuação da vida amorosa. Muito pelo contrário, as relações sexuais são um factor de equilíbrio e plenitude.O bebé chegou. Cansaço, falta de sono, alterações hormonais, moral enfraquecido e quilos supérfluos são uma constante. Se, depois do parto, as primeiras relações forem um pouco difíceis, o casal precisa de tempo para se reencontrar. O homem tem de aprender a desejar uma mulher cujo corpo se modificou. A mulher, por sua vez, e apesar de absorvida pelo recém-nascido, não deve negligenciar o papá.As hormonas estão em queda livre. A mulher sabe que está a envelhecer e, frequentemente, convive mal com estas alterações físicas. Julga que fim da fecundidade rima com fim da sexualidade. A uma pequena depressão passageira vem juntar-se a saída de casa dos filhos, o tédio, a perda dos pais. As que, além disto, não se dão bem com o cônjuge acabam por recear o sexo e depois, progressivamente, perdem totalmente o interesse.

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Última atualização da página em 13/01/18 por:

Dra. Alice Wegmann (Clínica Geral)

Licenciada em Medicina Geral e uma apaixonada por Medicina Alternativa, Aromaterapia e Fitoterapia.

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